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Director: Lázaro Manhiça

A PROCURADORIA da República de Madagáscar anunciou hoje (22) que foram presas várias pessoas, entre os quais estrangeiros, alegadamente envolvidas na tentativa de assassinato do presidente malgaxe.

Segundo a France Press, que cita fontes diplomáticas, entre os detidos encontram-se dois cidadãos franceses.

"Vários cidadãos malgaxes e estrangeiros foram presos na terça-feira no âmbito de um processo sobre a segurança do Estado", disse quarta-feira à noite aos jornalistas a procuradora-geral Berthine Razafiarivony.

"De acordo com provas materiais na nossa posse, estes indivíduos elaboraram um plano de eliminação e neutralização de diversas personalidades malgaxes, entre as quais, o chefe de Estado", indicou ainda a procuradora. 

"A investigação prossegue, mas a Procuradoria-Geral garante que tudo sobre este assunto vai ser tornado público", acrescentou Razafiarivony.

No passado dia 26 de Junho, na altura das celebrações que assinalavam a Independência da República de Madagáscar, as autoridades anunciaram que tinham frustrado a tentativa de assassinato do secretário de Estado responsável pela polícia e braço direito do presidente.-LUSA

 

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O DIRECTOR do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), John Nkengasong, disse esta quinta-feira (22) que o "objectivo realista" é chegar a 30% da população africana vacinada até final do ano.

"A meta realística é imunizar 25 a 30% da população africana até final do ano", disse o responsável durante a conferência de imprensa semanal, na qual vincou que "se as vacinas chegarem em Agosto e a distribuição for acelerada em setembro e outubro, é muito possível atingir este objectivo".

No encontro semanal, transmitido a partir de Addis Abeba, John Nkengasong disse que o continente africano já adquiriu 82,7 milhões de doses para 51 países e garantiu que as doses não estão a ser desperdiçadas.

"Dessas, 61,3 milhões foram administradas, o que representa 74% do total, portanto as vacinas não estão a ser desperdiçadas", vincou o responsável, exemplificando que "Marrocos usou 80% das doses, África do Sul 64%, Egipto 68% e Nigéria 99,9%", ao passo que Tanzânia, Eritreia e Burundi "não começaram a vacinação ainda".

Ainda assim, Nkengasong lamentou que apenas 1,3% dos africanos tenha recebido a cobertura total e defendeu que é preciso acelerar a compra e a distribuição de vacinas, sob pena de surgirem novas variantes e o fim da pandemia ser atrasado.

Na semana terminada a 18 de Julho, houve um decréscimo de 3% de novos casos face aos sete dias anteriores, e um aumento de 12% no número de mortes, que subiu de 5.492 na semana de 4 a 10 de Julho para 6.161 mortes de 11 a 18 de Julho.

África regista 159.719 mortes devido à Covid-19, num total de 6.281.998 casos de infecção com o novo coronavírus desde o início da pandemia, de acordo com os últimos dados do África CDC.-LUSA

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O EX-PRESIDENTE sul-africano Jacob Zuma, preso na África do Sul desde 08 de Julho, vai ser autorizado a sair do estabelecimento prisional para acompanhar hoje (22) o funeral de um irmão.

"Trata-se de um detido que cumpre uma sentença de curta duração e não existe risco de fuga, o pedido foi apresentado por motivos familiares e foi aprovado", indicou o Departamento de Serviços Penitenciários sul-africano através de um comunicado. 

Na África do Sul os detidos beneficiam deste tipo de medidas e não são obrigados a vestir o uniforme de recluso fora do estabelecimento prisional, refere ainda o mesmo documento. 

As cerimónias fúnebres de Michael Zuma que morreu aos 77 anos de doença vão decorrer em Nkandla, leste do país, onde o ex-presidente é muito popular.  

Após nove anos no poder, Jacob Zuma foi afastado pelo seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), em 2018, na sequência de uma série de escândalos de suborno durante a sua presidência. 

Em Junho último, Zuma foi condenado a 15 meses de prisão por desacato ao Tribunal Constitucional e depois de se ter recusado a responder aos investigadores. 

O ex-presidente encontra-se preso desde o passado dia 08 de Julho na prisão da cidade de Eastcourt, situada a cerca de uma hora de carro da casa da família, na zona rural de Nkandla.  

A prisão de Jacob Zuma desencadeou uma série de tumultos e pilhagens que provocaram pelo menos 276 mortos, de acordo com os números oficiais. 

Zuma vai ainda responder perante a Justiça a seis acusações de fraude, corrupção e extorsão num caso ligado à compra de material militar, em 1999, a cinco empresas europeias, na altura em que ocupava o cargo de vice-presidente da África do Sul. -LUSA

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OS Talibãs “parecem ter uma vantagem estratégica” no Afeganistão, mesmo sabendo que a vitória está longe de estar assegurada, disse quarta-feira (22) o chefe do Estado Maior dos Estados Unidos da América (EUA), general Mark A. Milley.

Durante uma entrevista, Mark Milley explicou que os Talibãs controlam “cerca de metade” dos distritos afegãos, mas nenhuma das principais cidades do país, adiantando que o exército local está a reagrupar-se para proteger a população.

“Uma vitória militar automática dos Talibãs não é uma conclusão precipitada”, acrescentou.

De acordo com o chefe do Estado Maior dos EUA, os Talibãs controlam 212 dos cerca de 400 distritos afegãos e cerca de 17 das 34 capitaisprovinciais.

O exército afegão, com 300 mil militares treinados e equipados pelo Ocidente, “tem os meios” para defender o país, observou Mark Milley, indicando que tudo vai depender da “determinação e liderança do povo afegão, das forças afegãs e do governo afegão”.

Por seu lado, o secretário de Estado da Defesa, Lloyd Austin, salientou que os EUA ofereceram ao exército afegão três helicópteros de combate ‘Blackhawk’, na sexta-feira, e que vão dar outros equipamentos.

“Continuamos empenhados em ajudar o exército e governo afegão no futuro”, disse.

Os Talibãs têm lançado ataques contra as forças afegãs desde Maio, após a retirada das forças militares internacionais do Afeganistão, que está prevista terminar no final de Agosto proximo.

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O DEPUTADO brasileiro Ivan Valente pediu quarta-feira (21) à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra uma investigação para apurar se o vice-Presidente brasileiro cometeu improbidade administrativa por defender interesses da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) numa viagem recente a Angola.

“Accionámos a PGR contra [Hamilton] Mourão pela viagem a Angola com dinheiro público para advogar por Edir Macedo(lider da IURD). O vice-Presidente até confessou que foi tratar de interesses privados da Igreja Universal, expulsa de Angola por crimes como lavagem [branqueamento] de dinheiro, racismo e associação criminosa”, referiu Ivan Valente, na sua conta na rede social Twiter.

O deputado filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que faz oposição ao Governo liderado pelo Presidente Jair Bolsonaro, já havia informado que pediria às autoridades uma investigação sobre o caso por considerar que Mourão usou uma viagem oficial a Angola, financiada com dinheiro público, para defender interesses privados da IURD.

Mourão representou o Brasil na XIII Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), celebrada dias 16 e 17 de Julho corrente, na capital angolana, Luanda.

O vice-Presidente confirmou que tentou interceder junto do Governo angolano em favor dos membros brasileiros da IURD, alegando ter recebido uma orientação do Presidente Bolsonaro para tratar deste assunto.

Mourão, porém, não confirmou a recusa do Presidente angolano, João Lourenço, em receber uma comissão de parlamentares brasileiros e disse apenas que a referida viagem está a ser negociada pela embaixada do Brasil e o Ministério de Relações Exteriores angolano e, por enquanto, “não há resposta sobre isso”.

A IURD em Angola dividiu-se em duas facções, com uma parte, de origem angolana, a contestar a direcção brasileira. O Governo angolano acabou por reconhecer a facção angolana como a legítima representante da instituição religiosa no país, levando muitos pastores e bispos brasileiros a saírem de Angola, por falta de renovação dos vistos, e à suspensão da operação da televisão evangélica Record.

O conflito teve início em Novembro de 2019, quando um grupo de dissidentes angolanos decidiu afastar-se da direcção brasileira com várias alegações de crimes, nomeadamente de evasão de divisas, racismo, prática obrigatória de vasectomia, entre outras.LUSA

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