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Director: Júlio Manjate

O número de mortos devido ao novo surto de coronavírus (2019-nCoV) aumentou hoje para 1016, ultrapassando, pela primeira vez, nas últimas 24 horas, uma centena de vítimas mortais, informou a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

De acordo com as autoridades de saúde de Beijing, citadas pela agência Associated Press, o número total de mortos nas últimas 24 horas é de 108, e os casos já confirmados situam-se em 42638, dos quais 2478 foram confirmados nas últimas 24 horas em território continental chinês.

O novo coronavírus foi detectado em Dezembro, em Wuhan, capital da província de Hubei (centro).

O balanço ultrapassa o da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, na sigla em inglês), que entre 2002 e 2003 causou a morte de 774 pessoas em todo o mundo, a maioria das quais na China, mas a taxa de mortalidade permanece inferior.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong-Kong, há mais de 350 casos de contágio confirmados em 25 países. Na Europa, o número chegou na segunda-feira a 43, com quatro novas infecções detectadas no Reino Unido.

A situação motivou a marcação de uma reunião de emergência de ministros da Saúde dos países da União Europeia para esta quinta-feira, em Bruxelas, enquanto a Organização Mundial de Saúde enviou uma equipa de especialistas para a China para acompanhar a sua evolução da epidemia.

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O director da agência de viagens Novo Mundo, em Joanesburgo, mostrou-se  preocupado com as consequências para a comunidade portuguesa na África do Sul do fecho da rota de Luanda da South African Airways (SAA).

"Certamente que a medida da SAA prejudica a comunidade portuguesa, porque deixam de existir as ligações que se usavam para Luanda e para São Paulo, que era um ‘code-share' com a South African Airways (SAA, na sigla em inglês), e logicamente que vão ter dificuldades agora nas ligações a partir daqui, principalmente para Luanda", afirmou.

"Os voos que saíam de manhã de Luanda eram mais aproveitados para o Porto e a ligação era a South African Airways que o fazia, e agora já não há", salientou.

Segundo Silvério Martins, além de Luanda, os destinos de ligação à Europa mais procurados pelos portugueses na África do Sul são também o Dubai e o Qatar.

Já entre as companhias aéreas de maior preferência dos portugueses, contam-se a angolana TAAG e a Swissair, "que leva os passageiros directamente à Madeira", arquipélago com fortes ligações à comunidade.

Na sua óptica, a recente medida anunciada pela transportadora aérea sul-africana poderá representar, no imediato, uma oportunidade para as linhas aéreas angolanas "se tiverem aviões suficientes".

"Se puderem disponibilizar mais para aqui, logicamente que vêm buscar aqui um bom quinhão de passageiros como têm levado", disse.

Silvério Martins apelou ainda à transportadora aérea portuguesa TAP para "decidir urgentemente em trazer o voo à África do Sul para que os nossos clientes não tenham que viajar por outros lados e comecem a se esquecer da TAP ainda mais do que têm feito."

A SAA anunciou  quinta-feira o corte de algumas rotas domésticas e internacionais no final deste mês, num esforço para encontrar eficiências operacionais.

A companhia aérea estatal sul-africana disse, em comunicado, que também vai recorrer a aeronaves mais eficientes, renegociar contratos com fornecedores, reduzir o número de funcionários e considerar a venda de activos.

As rotas internacionais a encerrar pela estatal sul-africana a partir de 29 de fevereiro incluem ainda Joanesburgo e Abidjan via Accra, Entebbe, Guangzhou, Hong Kong, Livingston, Ndola e Munique.

A transportadora disse que continuará a operar a nível regional o voo de Maputo e todos os voos internacionais entre Joanesburgo e Frankfurt, Heathrow (Londres), Nova Iorque, Perth e Washington via Accra.

A nível doméstico, a SAA referiu que mantém o voo para a Cidade do Cabo, embora em regime limitado, e que deixará de voar para Durban, East London e Port Elizabeth, no litoral do país, a partir da mesma data, refere o comunicado.

Segundo Silvério Martins, além dos cortes anunciados a companhia aérea sul-africana está a planear abrir outras rotas mais lucrativas para a empresa, não sendo ainda conhecidas do mercado.

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MILHARES de quenianos fizeramontem fila pelo segundo dia consecutivo para se despedirem do ex-presidente Daniel Arap Moi, o Chefe de Estado que mais tempo permaneceu no poder no Quénia,que morreu na terça-feira, aos 95 anos.

O corpo do ex-Chefe de Estado está em câmara ardente desde sábado no Parlamento, onde permanecerá até hoje.

Moi será homenageado com um funeral de Estado, com honras civis e militares, na terça-feira,no Estádio Nacional de Nyayo, em Nairobi, e o seu corpo será enterrado no dia seguinte em Kabarak, sua área de residência situada a cerca de 220 quilómetros a noroeste de Nairobi.

Coberto pela bandeira queniana, o caixão com o corpo do antigo presidente foi escoltado, no sábado, por motas da Polícia Militar até ao Parlamento, onde cerca de 23000 pessoas lhe prestaram homenagem, segundo uma fonte oficial que pediu anonimato.

Entre a multidão de quenianos que aguardava a sua chegada junto ao Parlamento,para prestar homenagem a “um respeitado ex-Chefe de Estado”, havia alguns que pretendiam testemunhar que o “homem que há muito temiam” tinha morrido, escreve a Agência France-Presse.

"Ele era um bom líder", disse Magdalene Njoki, uma vendedora que se deslocou com os dois filhos de Thia, a 50 quilómetros de Nairobi, para agradecer ao estadista que tinha instituído a distribuição gratuita de leite na escola quando era criança.

Justin Otello, que também estava na fila para ver o corpo do ex-presidente, não tem a mesma memória: "Não acredito que o corpo ali deitado, imóvel, seja o do homem que aterrorizou todo o país".

Apesar de ter sido chamado de ditador pelos seus críticos, Moi contou com o forte apoio de muitos quenianos e foi visto como uma figura unificadora quando assumiu o poder, após a morte do primeiro presidente daquele país da África Oriental, Jomo Kenyatta, que esteve no cargo em 1978.

Em 1991, Moi cedeu às exigências de um Estado multipartidário,devido a pressões internas.As eleições multipartidárias de 1992 e 1997, ganhas por ele,foram marcadas porviolência política e étnica que os críticos afirmaram ser causada pelo Estado.Moi deixou o poder em 2002.

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A companhia aérea estatal sul-africana South African Airways (SAA) anunciou que vai deixar de voar, a partir de 29 de Fevereiro, para oito destinos internacionais, incluindo Angola e Brasil, devido a problemas financeiros.

Num comunicado divulgado na quinta-feira, a transportadora indica que entre as rotas internacionais eliminadas estão a capital angolana, Luanda, e a cidade brasileira de São Paulo, mantendo-se, contudo,  os voos  para Maputo.

A SAA vai também abandonar as ligações para a cidade chinesa de Guangzhou (Cantão) e para a região administrativa especial chinesa de Hong-Kong, numa altura em que várias companhias aéreas suspenderam os seus voos para a China continental, devido ao surto de coronavírus.

A transportadora sul-africana sublinha que todos os passageiros com bilhetes para voos cancelados a partir de 01 de Março vão receber o correspondente reembolso.

Os administradores da falência da companhia aérea sublinharam que as medidas fazem parte de um plano de reestruturação que será divulgado no final de Fevereiro.

A SAA já tinha anunciado o cancelamento de cerca de 150 voos previstos para Fevereiro para conter custos.

A empresa, que apresenta prejuízos desde 2011, emprega cerca de dez mil pessoas, num país que conta com uma taxa de desemprego de 29%.

No final de Janeiro, o Banco de Desenvolvimento da África do Sul, uma instituição estatal, anunciou um financiamento à companhia no valor de 3,5 mil milhões de randes, afastando o risco de falência total.

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O médico chinês que deu o primeiro alerta sobre o novo surto de coronavírus morreu ontem, depois de ter contraído pneumonia na semana passada, anunciou o hospital onde estava internado.

O oftalmologista Li Wenliang, de 34 anos de idade, foi "infelizmente contaminado durante o combate à nova epidemia de pneumonia de coronavírus", afirmou, na sua conta do Facebook o hospital central de Wuhan,  centro da China, onde o surto começou.

Li foi repreendido em Dezembro passado por "espalhar boatos" sobre a doença, que já matou mais de 560 pessoas e infectou outras 28200 em mais de 20 países.

Em mensagem postada na rede social Twitter, a Organização Mundial de Saúde defende que é preciso "celebrar o seu trabalho".

A China elevou hoje para 563 mortos e mais de 28 mil infectados o balanço do surto de pneumonia provocado pelo coronavírus 2019-nCoV, detectado em Dezembro passado, em Wuhan, capital da província de Hubei, colocada já sob quarentena.

A primeira pessoa a morrer por causa do novo coronavírus fora da China foi um cidadão chinês nas Filipinas.

A Organização Mundial de Saúde declarou em 30 de Janeiro uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional, o que pressupõe a adopção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial.

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