Director: Júlio Manjate

DIALOGANDO: O compromisso deve ser com a Nação! (MOUZINHO DE ALBUQUERQUE)

 

MOÇAMBIQUE já tem novo governo, formado e empossado por quem venceu o “confronto” eleitoral relativo à Presidência da República.

Mas antes de tecer a minhaopinião sobre a formação deste executivo, considero prematuro demais afirmarmos que Filipe Nyusi acertou na escolha dos membros do novo governo, por isso vai ser bem sucedido, como alguns já disseram.

Só para lembrar, no primeiro executivo de Nyusi alguém havia dito que ele teria feito escolha acertada para resolução de problemas, mas, do que se viu ao andar do tempo, é que alguns membros não chegaram ao fim do mandato, isto é, “tombaram” pelo caminho, presumindo-se que a falta de competência e responsabilidade tenham sido as causas da queda.

Por isso, repetimos, dizendo que é inoportuno ou precipitado fazer agora uma avaliação do segundo ciclo de governação de Nyusi, que segundo ele próprio, deve ser focado no desenvolvimento, resolvendo os grandes problemas que a enfermam, como a corrupção que cria obstáculo a esse desenvolvimento. Na realidade, é um novo executivo que o povo, aliás, o seu “patrão”, ainda não viu a implementar agendas para a estabilidade e desenvolvimento do país.

Em outras palavras, não se pode concluir que é um novo governo em que todos os seus membros assumiram que o combate cerrado e sem contemplações contra acorrupção e outros males que enfermam este país é uma cruzada permanente que requer a participação de todos. Vamos primeiro esperar o que nos vão mostrar os dirigentes do novo executivo.

O compromisso com a nação por parte dos dirigentes do novo governo de fazerem parte do seu “patrão”, e que daqui a nada os levará a gritarem a plenos pulmões,quer em comícios, quer noutros fóruns, dizendo que o povo moçambicano é isto e aquilo e muito mais, só não será hipócrita, se eles (dirigentes), colocarem esse povo no centro das suas preocupações, cumprindo,com exemplo, o juramento que fizeram perante o país e a quem os nomeou para servi-lo (povo) melhor.

Até porque este é ou pode ser o melhor contexto para o fazerem enquanto estiverem investidos de poderes. Claro, tendo um novo sentido político na governação e as ideias para projectos e programas exequíveis vindos de quem os propõe, na perspectiva de servirem melhor os cidadãos deste país.

Esperamos que para o novo governo o compromisso com a naçãosignifique estar ciente de que chegou o tempo de se pensar seriamente e de forma responsável, que o povo moçambicano só será um povo que se querqueseja, quando tiver um país de oportunidades iguais, que passa pelo cumprimento, por parte dos órgãos da Justiça, do seu papel, pondo termo à impunidade prevalecente, que é uma das causas das desigualdades. Signifique a consolidação da liberdade de imprensa, que constitui um mecanismo eficaz do processo democrático e desenvolvimento e que com ele se pode desencorajar ou conter eventuais abusos que possam ser cometidos pelas autoridades e não só.

Os moçambicanos já esperaram demais e aspiram a rápida solução dos seus problemas mais prementes com este novo ciclo de governação do país. Não querem mais servidores públicos que, em vez de se preocuparem com o bem comum, priorizam os seus interesses particulares, lesando o Estado e as comunidades.

Quando referimos que o compromisso daqueles dirigentes deve ser com a nação é na perspectiva de que a boa governação,que tanto se espera,terá de ser o seu diferencial, claro, reflectida no discurso realista, onde a retórica política na governação não pode ter espaço, pois,que ela (retórica) faz com que digamos boas coisas no processo da governação e façamos outras. A nossa esperança é de que o compromisso do novo executivo com a nação signifique a criação de espaços de diálogo para a boa convivência política e democrática,e por uma melhor partilha dos recursos e oportunidades. Para tal, deve haver no novo governo, a cultura de prestação de contas, que transparece não existir neste país, para a satisfação dos anseios, expectativas e direitos dos cidadãos.

 

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Retalhos e Farrapos: Mas vocês sabem que a casa é minha? (2) - Hélio Nguane(Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)

 

A PROCURA do norte, estou à leste dos acontecimentos que dão direcção aos desígnios da natureza. Escrevi meio complicado, sei, mas é porque é complicado expressar em palavras o que os meus olhos contemplaram nestes últimos dias.

Dia 03 - Domingo - 22 de Dezembro – No Batman and Robin (1)

Adoro super heróis, li banda desenhada e ainda acompanho desenhos animados, vingo alguns minutos do meu tempo a assistir as aventuras de alguns dos integrantes da Liga da Justiça e dos Vingadores. Diverte-me e, acima de tudo, sinto-me protegido só por desconfiar que podem existir seres com poderes “supremos”, capazes de garantir a justiça que os homens não conseguem instalar.

Batman é um dos meus super heróis preferidos, vestido de preto, inspirado nos morcegos e na escuridão das almas dos homens corrompidos pela ganância, luta por um mundo próspero.

Depois de assistir os desenhos animados e filmes sobre este herói, percebi que não precisamos de poderes sobrenaturais. E mais, passei a não detestar morcegos. Observava estes animais com atenção, à distancia claro, a voarem, a dormir de cabeça para baixo. Na infância, tinha a curiosidade de ver aquele animal de perto. E vi no domingo, era preto, pequeno, tinha a personalidade de Robin, mas imagino que seja boémio como Bruce Wayne (Batman), pois,dormia às 15 horas, num dos cantos do local onde vivo. Presumo que o sono é resultado de ressaca (babalaze).

Olhei para o animal, pensei emmatá-lo, os ambientalistas que me perdoem. Por instantes me senti Pinguim a alvejar aquele ser com uma sapatada. Depois pausei e vesti a personalidade de Joker e me vi a brincar, a torturar com um sorriso no rosto o animal pelo atrevimento de entrar numa residência sem autorização. No final disse para mim mesmo que não era certo, pois aquele animal inspirou o meu super herói, Batman.

Com jeito, sem acordá-lo, arrastei o animal para um papel higiénico e coloquei fora de casa, em contacto com a natureza. Quando eram 18.50horasolhei maravilhado o animal a sobrevoar o quintal. Foi lindo!

Dia 05 - Segunda-feira - 23 de Dezembro – No Batman and Robin (concl)

Voltei a casa acompanhado, descasquei o alho, enquanto ela preparava a panela onde os pedaços de frango seriam colocados com água e vinagre. Em instantes, a casa tinha a fragrância de um restaurante. Depois de cozidas, as partes do frango mergulharam na frigideira. Em sintonia, comemos o arroz, as batatas e a carne.  Deitados, lambemos os dedos daquele momento até às unhas, bebemos os instantes agradáveis que vivíamos e do nada vi a sobrevoar o quarto, em círculos,  uma ave. Fiquei em pânico, disfarcei, para não apavorar a minha miúda. Levantei-me, com o frio a soprar o meu suor e percebi que, na verdade,era o morcego, aquele que não matei. Abri a porta, o animal percebeu e saiu, procurei um sapato e lancei para o animal, que percebeu que não era bem vindo.

A lua chegou, de mãos dadas saímos de casa. À distância, via o morcego a voar sem norte, pois neste dia percebeu que eu (Batman) já tinha dupla e não era ele (Robin).  

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Sigarowane: Ele gostou (Djenguenyenye Ndlovu)

 

MALentrou na via que vai de Mahlampswenea muitos outros lugares,considerou que devia ter um daqueles barquitos dos pescadores artesanais ou da marinha que por perto há um quartel. Só não sabe se tem lanchas. Com alguma incerteza, por alise fez até às proximidades do quartel,conforme indicação. Entrou àesquerda e depois àdireita e um portão tingido a zarcão se abria. O dono da casa sempre sorridente e de riso bem rasgado, explicou que aquela era a casa onde queria viver. Ele esbugalhou os olhos. Tinha lhe passado pela cabeça que poderia ser um empreendimento comercial, mas nada disso. É para ele e sua numerosa família viverem: ele, a mulher e um gracioso casal que empresta cor e alegria ao lugar.

A mulher, coitada, cuidava de arrumar copos na mesa, dos pedaços de tibones que estavam por cima de uma grelha, enquanto um cacho de homens bebia e ria a fraldas despregadas. Como acontece,foi recebido com deferência pelos homens de calções e factos de treino dispostos a trabalhar.

O dia por assim dizer um pouco quente, mas uma fina brisa subia do rio Matola. Era uma sulada transportando consigo o agradável cheiro dos mangais nesse domingo em que no dia anterior tomou posse um novo governo. A maioria bebia vinho tinto, dois jovens bem constituídos bebiam cerveja. A Fanta e a Coca-Cola, são outras das bebidas que escorregavam sobre as goles de uns três jovens. Serviu-se de dois dedos de whisky, primeiro. Não havia tema de conversa, havia até mais troca de mimos entre eles, o que convocava risos. Não havia galões, embora na verdadeexistissem, de inibição. É uma malta porreira que fala sem perfumes,sem manteiga e bebe o seu copo cujo bar recebeu reforço dos tardios.

Ele, que tinha dito que não ficaria muito tempo, acabou se servindo de mais dois dedos de whisky para mais dois e se mandar, mas não antes de se servir de mukapata e barriga de peixe.

Eles ficaram a conviver.

Ele com o desejo de lá continuar, mas sem que o pudesse fazer. Ainda não chegou a casa, sintomas de febre, tosse aguda dores de cabeça e a vista a arder. A garganta parecia que estava sendo laminada. Que sofrimento. Eram quatro e meia da tarde. Meteu-se por debaixo dos lençóis e deles só libertou dia seguinte à excepção das vezes que teve que ir ao banheiro.

E sonhou com aquele ambiente. Tinha sido outra vez convidado.

E estavam alijovens e velhos de diversas disciplinas, diversos saberes a conviver por debaixo de um alpendre, a celebrar a vida.

Ele gostou!

 

 

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Limpopo: Povo de Gaza não é maluco!  (César Langa-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)

 

SEMANApassada foi fértil em realizações que vão marcar a vida dos moçambicanos,nos próximos cinco anos de governação do reeleito Presidente da República, Filipe Nyusi, empossado na passada quarta-feira, numa cerimónia bastante concorrida por altos dignitários, entre moçambicanos e estrangeiros. A Praça da Independência, na cidade de Maputo, ficou engalanada, para acolher esta cerimónia, sobre a qual não precisarei de entrar em detalhes, pois toda a descrição foi feita em momento oportuno.

O desfile de acontecimentos começou logo com a tomada de posse dos deputados da Assembleia da República, passou, igualmente, pela investidura dos membrosdas assembleiasprovinciais e culminou com a nomeação e posse dos membros do Conselho de Ministros, correspondendo ou gorando as expectativas de uns e de outros, mediante as convicções individuais.

Foi neste processo de tomadas de posse que presenciei um episódio, quanto a mim deplorável, para o contexto social em que vivemos, tendo em conta o horizonte desenhado para este nosso belo Moçambique.

Era o fim da tarde de quinta-feira e acabava de voltar de mais uma jornada laboral. Com a minha companheira debatalhas sociais, atravessámos a estrada, para uma pequena mercearia, a fim de reforçar as provisões, pois a despensa começava a se ressentir dos efeitos do mês de Janeiro.

Cumprida a missão, ainda sobrou um bocado de tempo, para uma conversinha com a vizinha da pequena mercearia que, afinal de contas, também faz parte do nosso círculo de amizades. Eis que, na circunstância, por volta das 19.00 horas, chega à casa da nossa amiga, uma senhora, aparentemente com idade de50 anos, convocando-a para uma concentração, no dia seguinte, que teria lugar no Conselho Municipalde Xai-Xai. Para o efeito, era só se dirigir à paragem de autocarros, próxima da sua residência, onde tomaria o transporte para o local do evento.

Eu sabia do que se tratava, pois até já havia recebido o programa da investidura dos membros da Assembleia Provincial de Gaza, mas a minha vizinha ainda não tinha este conhecimento, razão pela qual uma questão lógica ela colocou:

– O que vai acontecer, amanhã, lá no Conselho Municipal?

– Eu também não sei. Só me foi incumbida esta missão de andar de casa em casa, para dar a informação, disse a senhora que, segundo me pareceu, podia ser chefe do quarteirão ou do núcleo de 10 casas.

Sinceramente! Como é que esta autoridade local consegue sair de casa sem saber o que vai fazer, mesmo com a consciência de ter que dar satisfações perante questões como a que foi colocada na conversa acima? Ou ela também não sabia que os membros da Assembleia provincial seriam investidos na manhã de sexta-feira? Que responsável é ela?

É preciso que se respeitem as pessoas. Não julgo razoável que se tire alguém da sua casa para um local sem saber o que vai lá fazer. Nesse mesmo dia, não se decretou nenhuma tolerância de ponto, o que prenuncia que as pessoas, dependendo das suas ocupações, podiam ter suas obrigações a cumprir. Como alguém hipotecaria um programa previamente feito para dar lugar a uma agenda desconhecida e que lhe apareceu “em cima do joelho”.

Se era estratégia para convencer as pessoas a afluírem em massa à cerimónia de investidura dos deputados provinciais, creio não ter sido feliz. E sugiro que este povo de Gaza seja tratado com respeito, seja bem gerido pelas estruturas locais, pois, para além de estar na luta (com sucesso) contra o analfabetismo, não é maluco, para ser levado a sítios para onde não sabe e por que é levado. Sim, o povo de Gaza não é maluco e nos processos exige jogo limpo(po).

 

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ACENTO TÓNICO: África vs países desenvolvidos (Júlio Manjate-eraumavez65@gmail.com)

SENTADO na modesta sala de imprensa preparada para a cimeira de investimento Reino Unido-África, aqui em Londres, de repente recordei-me da recente intervenção, incisiva, do Professor Patrick Lumumba, a propósito deste tipo de cimeiras, tipo “mundo desenvolvido - África”. Ele questionava, por exemplo, o que estaria a fazer do nosso continente, de repente, tão apetecível. E não é que ele, africano que é, não saiba o que de facto faz deste pedaço do mundo um lugar de sonhos para as grandes potências mundiais. Mesmo sem tê-lo dito explicitamente, fica claro que tudo tem a ver com a corrida aos recursos naturais, a disputa de matérias-primas, nas novas condições geopolíticas, em que o acesso a estas preciosidades já não pode ser feito como era no passado, quando tudo se processava segundo as lógicas coloniais.

Hoje, os países africanos são independentes e soberanos, ou seja, eles agora podem decidir o que fazer, com quem fazer e quando fazer o quê dos seus recursos. E a discussão que levanto aqui, não é se o fazem bem ou mal. O ponto é que, pelo menos, eles já têm o poder de decidir sobre o que fazer com os seus recursos. E é nessa prerrogativa que aceitam dar peito a este tipo de eventos multilaterais.

De facto, nos últimos anos, multiplicam-se cimeiras do tipo “um objecto para diversas imagens”, que na minha opinião têm tudo para dar menos vantagens aos países africanos. Já tivemos várias cimeiras China - África (FOCAC); Estados Unidos - África; tivemos pelo menos sete entre Japão e África (TICAD); Rússia - África; agora Reino Unido - África, e já se anuncia para este ano, mais uma França - África.

A questão que o Professor Lumumba coloca, que eu humildemente corroboro, tem a ver com o equilíbrio de interesses entre as partes, já que me parece mais razoável que uma discussão sobre o desenvolvimento de África fosse preferencialmente feita em solo africano, nas condições efectivas de África, com todos os actores relevantes do continente e, mais do que isso, sem sujeitar os africanos a pressões de natureza financeira.

Ele questiona, por exemplo, a razão por que estes países, que na verdade são grandes potências económicas mundiais, é que estão “preocupados” com África. Questiona o porquê de estas cimeiras serem promovidas nos seus países, para onde convidam os representantes de governos e do empresariado africanos, levando-os a assumir despesas que, na verdade, penalizam ainda mais as suas frágeis economias.

Já aqui em Londres, onde convergem representantes de pelo menos vinte países africanos e outros tantos da Ásia e Europa, consigo ver como um evento desta natureza faz o negócio transbordar por estes dias, em resultado desta cimeira. São oportunidades que, em nome desta parceria, são criadas por estes dias, mas que, objectivamente, beneficiam os actores locais.

E falando de negócios, vale a pena contar que, por estes dias, os táxi aqui são alugados por hora e se o cliente ultrapassar um minuto que seja o tempo acordado, há valores adicionais que lhe serão cobrados. Outro sim, em muitos restaurantes, os operadores não sorriem para o dólar americano! Para eles, pagamento tem de ser em numerário, na moeda local, a libra, ou electrónico, usando preferencialmente o serviço Visa que, tal como os britânicos publicitam, por aqui é a forma número um de pagamento.

Pensando bem, e apesar de reconhecer que países como o nosso podem não ter grande capacidade para montar tão pesada e eficiente máquina de prestação de serviços, acredito que esteja na hora de inverter-equilibar o sentido deste tipo de parcerias, o que podia começar por impor que estes eventos se realizassem no nosso continente, tal como aconteceu com a cimeira Estados Unidos - África.

Um pormenor que me deixou com uma “pulga atrás da orelha” são as enormes dificuldades que os jornalistas africanos presentes neste evento, tiveram para aceder à sala onde decorriam as sessões plenárias, os debates propriamente ditos.

Até porque, o seu papel neste tipo de eventos é perceber o pensamento estruturante das parcerias que se projectam, para melhor informar as suas audiências e assegurar que os cidadãos estejam bem informados e por isso em condições de acompanhar o passo. Eu sempre imaginei que, em eventos desta natureza, os jornalistas africanos tivessem prioridade de acesso aos debates. Infelizmente, a experiência de Londres não foi de todo assim orientada, pois era notável a forte presença na sala, de profissionais de grandes grupos de média da Europa e América.

Concordo que nós, africanos, em particular os moçambicanos, precisamos acelerar o passo para fazer as coisas acontecer no nosso país, mas também acho que precisamos ir ganhando maior atrevimento e ir exigindo que a corda seja solta também do nosso lado, para que não fiquemos sempre no risco de vê-la rebentar sempre do nosso lado.

É de facto de aplaudir ver o esforço que os empresários moçambicanos fazem para estar presentes nestes eventos, em busca de oportunidades de parceria para fazer os seus projectos avançar. Infelizmente ainda não é fácil, mas se calhar o melhor seja manter o ritmo, insistir, e ir melhorando a maneira como nos fazemos a estes encontros, para que não sejam sempre os outros a abocanhar tudo, até aqueles pequenos negócios que nós podemos, pela certa, oferecer, e com qualidade.

É um caminho difícil, sim, mas que está perfeitamente ao nosso alcance. E penso que é mais ou menos nessa toada que o Professor Lumumba fez a sua cruzada!

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CONVERSAS AOS SÁBADOS

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