Director: Lázaro Manhiça

Limpopo: Assim é que gosto Henrique Machava! (César Langa-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)

 

CAMINHAMOS para dois anos, depois que as actuais direcções de conselhos autárquicos, à escala nacional, tomaram posse, em resultado das eleições realizadas em Outubro de 2018. Alguns municípios mantiveram os anteriores edis, mas outros optaram por caras novas. Foi assim em quase todas as províncias do país, ressalvando-se a particularidade da cidade de Maputo que, mesmo assim, a sua mudança consistiu no resgate do antigo presidente, Eneas Comiche.

Falando da “minha” província, cá pelas bandas do Limpopo, tivemos 50/50, na totalidade de seis autarquias existentes, com a continuação de três presidentes (Bilene, Chókwè e Mandlakazi) e entrada de três caras novas (Xai-Xai, Chibuto e Macia). Curiosamente, trata-se de três jovens novos presidentes de municípios, cheios de força para trabalhar e cuja energia é vista e percebida nas obras que têm vindo a levar a cabo, nas respectivas autarquias. No seu jeito “chato” e rigoroso, Limpopo tem aparecido, uma e outra vez, a tecer algumas críticas, mas nunca perde a humildade de dizer bem das coisas bem feitas. Afinal, só erra quem trabalha. Que o digam os meus amigos Emídio Xavier, o Dom Midó, de Xai-Xai, Ramal Mussagy, da Macia e Henrique Machava, do Chibuto.

Sem desprimor para os “veteranos” Mufundisse Chilengue (Praia de Bilene), Lídia Cossa (Chókwè) e Maria Helena Correia Langa (Mandlakazi), que têm estado a fazer belíssimos trabalhos nas suas autarquias e que o Limpopo tem tido o ensejo de acompanhar e referenciar, o facto é que estas linhas vão mais para os “caloiros”, muito particularmente para Henrique Machava, do Chibuto.   

Uma das apostas do sucessor de Soares Manjate, no Chibuto, foi, entre vários desafios, a luta contra um fenómeno natural que, quase ameaça extinguir a cidade do Chibuto. Refiro-me à erosão que, a cada dia que passa, tende a atingir proporções de difícil suporte.

Henrique Machava prometeu estancar este mal e, à sua maneira, vinha tomando algumas medidas sazonais, para devolver conforto aos munícipes que vivem sob o riscode se verem sem suas infra-estruturas, por terem sido engolidas pelos solos. Mas ele mesmo (Henrique Machava) percebeu que o trabalho para fazer cobro à erosão, no município do Chibuto, devia ser mais profundo e bastante aturado do que vinha desenvolvendo, envolvendo não apenas políticos, mas, principalmente, os técnicos da área. E foi por isso que, semana passada, convocou peritos, em matéria de terra, ambiente e muitas outras sensibilidades, incluindo lideranças comunitárias e religiosas, para, juntos, à mesma mesa, analisarem e encontrem soluções para os problemas de erosão, nesta urbe.

O Seminário da Elaboração da Estrutura Urbana deverá produzir um instrumento que irá estabelecer a organização espacial da totalidade do território do Chibuto, os parâmetros e as normas para a sua utilização, tomando em linha de conta a ocupação actual, as infra-estruturas económicas e sociais existentes, bem como as que ainda estão por implantar. Com base neste estudo, Henrique Machava terá “carta branca” até para refrear construções desordenadas e manter disciplina na sua autarquia.

Assim é que gosto, Henrique Machava, porque também jogo limpo(po).

 

PS: O zig-zag, na estrada da praia de Xai-Xai, já começou, devido aos buracos que, a cada dia que passa, vão aumentando de diâmetro, de profundidade e de quantidade.

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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