Director: Júlio Manjate

São 190.673 eleitores que votam para o Presidente da República, deputados das assembleias da República e Provincial, e, pela primeira vez, neste pleito será eleito o Governador da província da Zambézia.

Três formações políticas, nomeadamente, Frelimo, Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) disputam três assentos para a Assembleia da República e sete vagas para a Assembleia Provincial.

Olhando para os números actuais constata-se que o distrito de Guruè perdeu um assento, comparativamente à última eleição (2014), em que tinha oito lugares para a Assembleia Provincial. A comissão eleitoral distrital não conseguiu fornecer dados sobre o comportamento a nível da Assembleia da República, uma vez que, diz, a gestão era centralizada.

Guruè tem a área rural e a zona autárquica, hoje, a cidade de Guruè continua o seu ritmo.

E quem hoje chega, dificilmente acreditaria que, a menos de 48 horas, as pessoas andavam "uniformizadas" com indumentárias que ostentam cores de partidos políticos, apelando, em parangonas panfletárias, ao voto. Bonés, camisetes e capulanas multicoloridos eram a sintaxe de cada dia. Mas hoje, último dia de reflexão, quase ninguém se faz à rua com essas vestes. É como se nada nunca tivesse sido distribuído. Somente as paredes de instituições, sinais de trânsito e indicativos de lugares, bem como barracas e bancas continuam a ter cartazes colados. Outros há que retiram os autocolantes de campanha das viaturas, contudo, as marcas, essas, ainda estão presentes.

HÁ CONDIÇÕES PARA NÃO HAVER "BARULHO"

 Manteigas Bulaise, Presidente da Comissão Distrital de Eleições de Guruè, lembra que, em 2013/2014, a instituição que dirige foi considerada uma das seis melhores e dinâmicas no que à gestão e administração do processo eleitoral diz respeito.

Bulaise encontra explicação para este sucesso, em parte por nunca terem recorrido, até agora, à votação para deliberação ou legitimação das suas decisões, sendo tudo feito por consenso e aclamação.

 A isto, Bulaise, sorridente, diz ser resultado da transparência.

"O segundo, terceiro e quarto escrutinadores são elementos responsabilizados pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), em todos os direitos e deveres deste processo, mas que a sua proveniência é o partido político. Por isso, assegura-nos, com todo o rigor, a falarmos de eleições livres, justas e transparentes. Isto porque estamos a dizer que dentre os órgãos de fiscalização, que são os delegados de candidatura, que são observadores, estarão lá integrados esses elementos dos partidos na mesa. Ele a exercer a função e com direito a decidir sobre qualquer acção. E a lei também prevê que ele pode levar o edital para o partido da sua proveniência", diz.

FRANCISCO MANJATE

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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