Director: Lázaro Manhiça

O Presidente da República, Filipe Nyusi, considera o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) não ser perfeito, porém tem o mérito de ter sido elaborado pelos moçambicanos podendo, por isso, ser alterado, corrigido e adaptado à realidade.

A afirmação foi feita ontem no posto administrativo de Savane, distrito do Dondo, em Sofala, no acto simbólico de retomada do processo, materializada pela passagem à disponibilidade de 18 antigos guerrilheiros da Renamo que assim se juntaram aos 20 desmobilizados no dia anterior.

Nyusi ressalvou, no entanto, que a maior reintegração dos antigos homens armados da Renamo será feita pelo povo nas povoações, cidades e outros locais e a parte formal e administrativa ontem retomada só terá sentido se as pessoas receberem estes homens com carinho, tolerância e espírito de reconciliação.

Sobre os ataques que ainda se verificam no Centro do país, Nyusi reafirmou que estava disponível para ver o que está mal na inclusão e reconciliação preservando sempre o interesse de todos.

O Chefe do Estado aproveitou a ocasião para dirigir uma palavra de apreço ao líder da Renamo, Ossufo Momade que, “acima de todas as desconfianças, tem estado firme para levar o processo até ao resultado final”.

À comunidade internacional, representada pelo enviado do secretário-geral das Nações Unidas, Mirko Manzoni, o Chefe do Estado encorajou a prosseguir com um trabalho que reconheceu não ser fácil com a paciência, ponderação e aproximação das partes que sempre caracterizou a sua actuação.

CONVERSAS AOS SÁBADOS

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Presidente: Júlio Manjate

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Administrator: Cezerilo Matuce

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