Director: Lázaro Manhiça

O Presidente da República, Filipe Nyusi, instou as Forças de Defesa e Segurança (FDS) a reporem a ordem nas províncias de Manica e Sofala, que têm vindo a sofrer ataques perpetrados pela auto-proclamada Junta Militar da Renamo.

O Chefe do Estado deslocou-se sexta-feira de surpresa da província de Sofala, por via terrestre, ao posto administrativo de Amatongas, distrito de Gondola, na província de Manica, onde interagiu com uma das unidades das FDS, tendo a encorajado a prosseguir com as suas acções no âmbito da defesa e protecção das populações e seus bens, alvos dos ataques da chamada Junta Militar.
“Continuem firmes, empenhados e com moral. Precisamos de repor a ordem nesta zona, para que o país possa evoluir. Restituam rapidamente a tranquilidade a partir deste teatro operacional”, referiu o Comandante-Chefe, citado pela AIM.
Nyusi assegurou às Forças de Defesa e Segurança que está atento às acções levadas a cabo a partir daquele ponto do país, tendo garantido estar em cursoum processo de levantamento das condições concretas em que cada membro das FDS vive, com vista ao seu melhoramento.
“Estamos a trabalhar no sentido de fazer-se um reconhecimento a outro nível. Estamos convosco e estamos solidários”, garantiu.
O Estadista moçambicano partilhou no teatro operacional centro o ponto de situação das acções militares em curso no teatro operacional norte, no âmbito do combate aos ataques terrorista protagonizados contra cidadãos indefesos na província de Cabo Delgado.
“Fomos ver a situação no teatro norte e está a evoluir. Nos últimos dias o inimigo está a ter muitas baixas. A mesma bravura esperamos ter nesta zona”, informou.
O Presidente lembrou às Forças de Defesa e Segurança que a sua tarefa não é apenas combater ou disparar, mas também realizar actividades humanitárias, olhando para o contexto que o país vive, marcado pela eclosão da Covid-19, onde a qualquer altura as FDS podem ser chamadas a desempenhar um papel chave na luta contra a pandemia.
“Estamos a viver um momento difícil e em qualquer altura terão chamamento. Os vossos colegas que estão nas vilas e povoações estão empenhados a fazer cumprir as medidas de prevenção e combate à pandemia da Covid-19, decretadas no âmbito do estado de emergência”, disse.
Na sexta-feira, Nyusi presenciou o reatamento do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) da força residual da Renamo, na localidade de Savane, distrito de Dondo, na província central de Sofala.
Na cerimónia, 18 homens armados da Renamo entregaram suas armas. Estes juntam-se a outros 20 que o haviam feito na quinta-feira.
Em entrevista à Lusa, em Março, o líder da Renamo, Ossufo Momade, disse que o desarmamento vai abranger 5.000 guerrilheiros, e atrasou devido à pandemia de Covid-19, que levou à instauração de um estado de emergência no país.

(Notícias/AIM/Lusa)

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