Director: Lázaro Manhiça

O LÍDER da Renamo, Ossufo Momade, considera positivo o desempenho do actual edil da cidade de Nampula, Paulo Vahanle, alegando haver vários projectos de desenvolvimento concretizados e que satisfazem os anseios dos munícipes.

O dirigente do maior partido da oposição falava a jornalistas na cidade de Nampula, argumentando que muitas ruas e estradas que se encontravam esburacadas antes da tomada de posse de Vahanle, hoje encontram-se em melhores condições de circulação.

Ossufo referiu-se também sobre os trabalhos de pavimentação de outras ruas que dão acesso aos bairros periféricos, como aquela que passa no Pavilhão de desportos do Clube Ferroviário de Nampula.

Momade apontou à melhoria na remoção de resíduos sólidos, particularmente na periferia da cidade, como sendo um dos grandes esforços empreendidos pelo actual presidente do município de Nampula.

Na óptica do “timoneiro” da Renamo, tal esforço verifica-se também na aquisição, com os fundos resultantes de receitas próprias, de diversos equipamentos de limpeza que vieram criar uma outra dinâmica na recolha e processamento do lixo.

“A governação não é uma esperteza, mas sim política, e penso que a cidade de Nampula está dando passos firmes rumo ao desenvolvimento em vários aspectos. Por isso, não há necessidade de nós fazermos alguma alteração dos nossos quadros neste município, eles estão a trabalhar bem”, salientou.

Ossufo Momade acrescentou que a governação municipal do seu partido na cidade de Nampula, vai continuar a envidar esforços no sentido de cumprir com as suas promessas, que é garantir o desenvolvimento da urbe, criando o bem-estar dos munícipes.

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CENTENAS de vítimas dos ataques terroristas de Palma chegam, a todo momento, à cidade de Pemba, capital da província de Cabo Delgado, em busca de abrigo, e contam o drama vivido por pessoas de todas as idades que são perseguidas e têm o mato como esconderijo.

Grande parte dos deslocados chega através de barcos de diferentes calados e canoas que atracam no Porto de Pemba, mas outros são trazidos de helicópteros ou aviões que aterram constantemente no aeroporto local, trazendo cada um a sua estória.

Para além de civis, chegam ao Aeroporto de Pemba militares feridos na frente de combate e todos são assistidos pelas autoridades de saúde e de acção social que contam com o apoio de diferentes organizações da sociedade civil. (ISAÍAS MUTHIMBA)

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OS Estados Unidos da América (EUA) reafirmam a sua determinação em apoiar o Governo moçambicano no combate aos terroristas que protagonizam ataques armados e assassinatos de civis na província de Cabo Delgado.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby disse ontem a noite, em conferência de imprensa realizada em Washington, que os ataques dos terroristas “demonstram uma total falta de respeito pelo bem-estar e segurança da população local, que sofre com as tácticas brutais e indiscriminadas daquele grupo armado”.

Kirby não explicitou de que forma o Departamento de Defesa poderá apoiar no caso específico da vila de Palma, onde na última acção, os terroristas causaram dezenas de mortos.

(Notícias/RM/NMinuto)

ONU condena violência em Palma 

A ORGANIZAÇÃO das Nações Unidas (ONU) condenou esta segunda-feira (29) “veementemente” os ataques ocorridos em Palma, e mostrou-se disponível para “proteger os civis, restaurar a estabilidade e levar os autores” dos “actos hediondos à justiça”.

“Condenamos veementemente os ataques e apresentamos as nossas profundas condolências às famílias das vítimas e ao Governo de Moçambique”, lê-se num comunicado do gabinete do porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres.

A ONU assegurou que está a ser realizada uma estreita coordenação “com as autoridades locais para prestar assistência às pessoas afectadas pela violência”. “As Nações Unidas reafirmam a sua solidariedade e apoio continuado ao Governo de Moçambique nos seus esforços para proteger os civis, restaurar a estabilidade e levar os autores destes actos hediondos à justiça”, referiu a nota.

“Estamos profundamente preocupados com a situação ainda em evolução em Palma, onde os ataques armados começaram em 24 de Março, matando dezenas de pessoas, incluindo algumas que tentaram fugir de um hotel onde se abrigaram”, acrescentou a ONU, depois de já na quinta-feira ter mostrado preocupação com a “rápida deterioração da situação humanitária”.

 

A vila sede de distrito com 42 mil habitantes, que acolhe os grandes projectos de gás do norte de Moçambique foi atacada na quarta-feira por grupos insurgentes jihadistas que há três anos e meio aterrorizam a região. Dezenas de civis, incluindo sete pessoas que tentavam fugir do principal hotel de Palma, no norte de Moçambique, foram mortos pelo grupo armado.

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ESPECIALISTAS alertam para a existência de pelo menos 12 cidadãos sul-africanos no grupo terrorista que semana passada atacou a vila-sede de Palma, na província de Cabo Delgado, assassinando “dezenas de pessoas”, entre nacionais e estrangeiros, noticia a Rádio e Televisão Sul-Africana (SABC).

O facto levanta preocupações entre os especialistas em segurança sul-africanos, muitos dos quais têm apelado à Comunidade de Desenvolvimento dos Países da África Austral (SADC) para intervir, com vista a afastar a possibilidade ataques terroristas na África do Sul ou noutros países da região.

Os terroristas atacaram a vila de Palma, um centro logístico para projectos internacionais de gás avaliados em 60 mil milhões de dólares, na quarta-feira. Pelo menos um sul-africano, Adrian Nel, 40 anos, foi morto na ocasião.

O coordenador de Treinamento Sénior do Instituto de Estudos de Segurança, Willem Els, disse que os ataques terroristas em Moçambique representam uma grande ameaça à África do Sul, tanto política como economicamente.

“O porta-voz do Hawks (serviços secretos sul-africanos) admitiu, num passado recente, que há pelo menos 12 cidadãos da África do Sul a lutar ao lado dos terroristas lá. Isso dá uma indicação de que eles são muito activos no seu recrutamento aqui na África do Sul. Então, eles têm as suas estruturas aqui e estão a apoiar o que quer que esteja a acontecerem Cabo Delgado”, Disse Willem Els, citado pela SABC.

Considera que a África do Sul deveria estar extremamente preocupada com os sul-africanos que lutam ao lado do grupo terrorista na província moçambicana.

“Como sabemos, os Hawks admitiram que há 12 sul-africanos a lutar com essas pessoas. Pode haver mais, alguns assumiram posições de liderança dentro do grupo. Eles estão a ganhar alguma experiência lá (em matérias de) ataques brutais, alguns podem até regressar como combatentes treinados no exterior para a África do Sul”, afirmou.

O Departamento de Relações Internacionais da RAS não esteve disponível para comentar ou esclarecer sobre esses relatos.

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