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Director: Lázaro Manhiça

O LIVRO “Memórias dos Combatentes: da clandestinidade à independência” resume parte da história da geração 25 de Setembro, em que as personagens tiveram uma infância inscrita num universo social de educação tradicional, formal e religiosa, bem como de confrontações militares.

Esta leitura é de Martins Mapera, apresentador desta obra lançada quarta-feira, em todo o país, sob a responsabilidade do Instituto para Investigação Sócio-Cultural (ARPAC), responsável pela edição da obra.

Na sua dissertação, durante o lançamento, na cidade da Beira, em Sofala, desta obra, o académico Martins Mapera explicou que o universo em que aqueles combatentes nasceram, personagens do livro, foi marcado principalmente pelos treinos, longas caminhadas, emboscadas, medo e mortes. Leia mais

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OS anos passam e o albinismo continua a ser visto de forma preconceituosa em várias regiões do mundo, como se fosse uma maldição.

Por essa razão, a adolescente chinesa Xueli foi abandonada pelos pais à porta de um orfanato, logo após o seu nascimento, porém, o seu aspecto diferente que fez com que fosse vítima de abandono familiar, foi visto de outra maneira no mundo da moda.

Na época em que Xueli nasceu, a China ainda tinha a política de um filho por família. Ter um filho albino era considerado uma maldição, sendo estas crianças abandonadas ou mantidas dentro de casa, sendo alvo de enorme preconceito.

Agora com 16 anos de idade, Xueli Abbing é modelo da conceituada Vogue e já tem vários trabalhos feitos com a marca no currículo, assim como campanhas publicitárias com grandes marcas da indústria da moda, conforme descreve a imprensa internacional.

Uma das motivações de Xueli é contribuir para que as pessoas com albinismo possam ser representadas no mundo da moda de forma natural.

As modelos com albinismo são muitas vezes alvo de estereótipo, sendo fotografadas como anjos ou fantasmas e isso deixa-me triste. Especialmente, porque perpetua as crenças que colocam em perigo a vida de crianças com albinismo em países como a Tanzânia ou Malawi.

Três anos depois de ter ido parar ao orfanato foi adoptada e ganhou um novo lar e família. Fui adoptada quando tinha três anos de idade e fui viver com a minha mãe e a minha irmã nos Países Baixos.

“A minha mãe disse que não podia imaginar um nome mais perfeito para mim e que era importante eu manter uma ligação às minhas raízes. Os meus pais biológicos não deixaram qualquer informação sobre mim, portanto não sei quando é o meu aniversário”, acrescentou Xueli, sublinhando o facto de, há cerca de um ano ter feito um raio-X para ter uma ideia melhor da sua idade, tendo os médicos dito que ela tinha 15 anos.

Sublinhe-se que a rara anomalia genética causa um défice de pigmentação, o que torna a pele e o cabelo muito claros, sendo estas pessoas extremamente sensíveis à luz solar. (angorussia.com)

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O PROGRAMA Diversidade já atribuiu cerca de 80.000 euros, mais de cinco milhões de meticais (de um total de 100.000 disponíveis) a 12 projectos culturais a implementar em quatro províncias de Moçambique, fruto de 120 candidaturas apresentadas, anunciou ontem  a organização.

“É para nós uma enorme honra poder assistir a uma larga abrangência ao nível dos diferentes meios culturais beneficiados com este instrumento que é o Diversidade”, declarou António Costa Moura, embaixador de Portugal em Moçambique, na cerimónia de assinatura dos contratos de subvenção do programa, que teve lugar ontem em Maputo.

Os projectos seleccionados vão decorrer em Maputo, Inhambane, Niassa e Nampula (Ilha de Moçambique) em diversas áreas, entre as quais música, teatro, dança, cinema, património, jornalismo e turismo cultural.

Para o embaixador português, o programa é também uma ocasião para reafirmar e reforçar a cooperação com Moçambique, através da continuidade e desenvolvimento de outros projectos.

“Todos esperamos que o Diversidade seja uma oportunidade valiosa para a implementação e concretização dos vossos projectos e ambições e que possa funcionar como alavanca para outras oportunidades futuras, que eventualmente surjam noutras acções integradas também no programa Procultura”, disse o embaixador, numa mensagem aos beneficiários.

De acordo com a organização, com o financiamento dos projectos pretende-se desenvolver e reforçar a economia criativa, fortalecer e estimular as capacidades institucionais de associações, pequenas empresas, profissionais e artesãos envolvidos, além de “contribuir para a mitigação das dificuldades resultantes da pandemia”.

O Governo moçambicano agradeceu pela iniciativa, considerando que o programa é uma “grande alternativa” e chegou num momento crucial para os criadores no país face aos impactos da pandemia de covid-19.

“Apesar das adversidades causadas pela pandemia, (o Diversidade) reveste-se de um simbolismo de esperança da retoma do funcionamento integral da indústria cultural e criativa no nosso país num futuro que começa agora”, destacou Eldevina Materula, ministra da Cultura e Turismo de Moçambique.

Segundo Bernardo Guiamba, representante do projecto Converge+ em Maputo, um dos beneficiados, o apoio servirá para constituir legalmente a associação cultural, que “irá dispor de meios de comunicação ‘online’ que permitirão melhorar a sua visibilidade nacional, internacional e divulgar os trabalhos dos seus membros”.

Para outro dos projectos subvencionados, ​​​​​​​a Associação Josina Machel, na província de Inhambane, a verba servirá para aplicar em “actividades de formação” e participação em feiras, disse Raquel Felisberto Nhacumba.

O Diversidade faz parte do projecto de Promoção do Emprego nas Actividades Geradoras de Rendimento no Sector Cultural nos países africanos de língua oficial portuguesa e Timor-Leste (Procultura PALOP-TL), financiado pela União Europeia (UE), co-financiado e gerido pelo Camões em parceria com a rede de Institutos Culturais Europeus (EUNIC).

O programa é gerido pelo Camões – Centro Cultural Português e dispõe ainda de 20.000 euros para atribuir. (LUSA)

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O LEGADO de Bob Marley, um dos maiores nomes da música, continua pulsante. Considerado “rei do reggae”, o artista jamaicano morreu há 40 anos.

Bob Marley segue inspirando sons e reflexões. Talvez, mais do que nunca. Neste momento tão difícil, com a incerteza de uma pandemia e os constantes embates políticos no mundo, seus ideais parecem cada vez mais enérgicos. Urgentes. Inadiáveis. Quarenta anos após a morte do “rei do reggae”, o planeta passa por intensas transformações. A narrativa do agora caminha na corda bamba, entre o caos, o medo e a esperança. Mas o que esse cantor, compositor e guitarrista jamaicano possivelmente nos diria? A música de Bob Marley indica que a vida deve ser a eterna procura por amor, conexão com a natureza, liberdade, paz e luta por direitos humanos. Leia mais

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A EXIGUIDADE de meios materiais e financeiros constituem em vários órgãos de comunicação social, obstáculo na disponibilização de informação no país. Mesmo assim, os profissionais de comunicação social sobretudo de RM, tudo fazem para estabelecer um equilíbrio de produtos postos à disposição do público. Este sentimento foi expresso hoje (10), Jeremias Ângelo, autor da obra "A Insuficiência de recursos financeiros e materiais como obstáculo do direito à liberdade de imprensa na Rádio Moçambique". Jeremias Ângelo defendeu esta posição durante o lançamento de duas obras da sua autoria, na cidade de Inhambane. Jeremias é jornalista de carreira a desempenhar a função de administrador de produção na RM partilhou a partir desta obras as suas vivências no campo na colecta produção e divulgação de uma informação equilibrada mesmo depois de ter viajado com logística assumida pelas suas fontes de informação. Além desta obra, o jornalista partilhou na outra obra com o título, Mambo, Vamos Dançar, que é parte do seu grande manancial de crônicas radiofundidas na chamada rádio mãe. Ângelo estabelece uma ponte através desta obras, brincadeiras onde o repórter descreve brinca com palavras, os seus apontamento com a realidade actual sobretudo quando segundo articula, a terra da Boa gente estar a perder esse nome por ocorrência de crimes hediondos tal como a senhora que no bairro Josina Machel matou seu marido, enterrou e semeou mandioqueira no túmulo. Noutra história, o autor conta que numa casa um coqueiro, que durante o Dineo caiu sobre o carro do vizinho e no dia seguinte o dono do coqueiro foi recolher o vivo e não se responsabilizou dos danos provocados pelos coco Comments

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