Director: Lázaro Manhiça

DECORRE desde ontem, na cidade da Beira, o Festival do Livro Infantil da Kulemba – FLIK 2021, um evento que este anoacontece no formato virtual devido ao novo coronavírus.

A decorrer até domingo, a iniciativa anual regressa depois de, no ano passado, o contexto causado pela Covid-19 não ter permitido a sua realização.

A presente edição tem como patrono o escritor Mia Couto e reúne autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com destaque para Pedro Pereira Lopes e Celso Cossa, de Moçambique, Lurdes Breda e António Cabrita, de Portugal, e Ninfa Parreira, do Brasil.

O programa contempla interações entre os escritores convidados e os alunos de diferentes escolas de Sofala, conversas e saraus literários proporcionado por leitores e escritores brasileiros e por uma actriz e cantora moçambicanas e teatro.    

Serão ainda conhecidos os vencedores dos concursos de declamação de poesia, de contos e de ilustração lançados nos meados do mês passado. Os concursos, presididos por Mia Couto, Ana Magaia e Mauro Manhiça, culminarão com a publicação antologias poética e de prosa.

O FLIK 2021, que abre com uma conversa entre Mia Couto e os alunos da Escola Salvatoriana Mwana Unerufaro e Chiveve,conta com apoio da Fundação Fernando Leite Couto, Cornelder de Moçambique, Parque Nacional da Gorongosa, Universidade Zambeze, Editora Fundza, Camões – Centro Cultural Português na Beira, entre outros parceiros.

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É INAUGURADA hoje(15) a exposição fotográfica “Educação em tempos de corona”, um evento organizado pelo Centro Cultural Moçambicano-Alemão (CCMA) em parceria com a Cooperação Alemã através do programa ProEducação da GIZ.

A exposição reúne as 20 melhores obras submetidas por fotógrafos entusiastas e profissionais,no âmbito do concurso de fotografia anunciado em Abril sobre oimpacto da pandemia da Covid-19 na educação em Moçambique.

A abertura terá lugar às 18 horas e contará com a presença dos autores das imagens apuradas e da comissão de júri composta por membros do CCMA, da GIZ e pelo fotógrafo convidado João Costa “Funcho”, que anunciará os autores das três melhores fotografias.

Os vencedores terão a oportunidade de participar numa missão fotográfica coordenada pela Cooperação Alemã através do programa de educação da GIZ com o objectivo de produzir uma selecção de fotografias autênticas para fins de comunicação sobre o trabalho da Cooperação Alemã no sector da Educação em Moçambique.

A exposição estará patente na galeria até o dia 13 de Julho de 2021.

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ARRANCA esta quarta-feira (16) a quarta edição do Festival do Livro Infantil da Kulemba – FLIK 2021, no formato online, a partir da cidade da Beira, indica um comunicado de imprensa a que o Notícias teve acesso.

De acordo com a fonte, a edição vai decorrer até dia 20 e tem como patrono o escritor Mia Couto.

O evento reúne vários autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com destaque para Celso Celestino Cossa e Pedro Pereira Lopes (Moçambique), Lurdes Breda e António Cabrita (Portugal) e Ninfa Parreiras (Brasil), que vão interagir com alunos de várias escolas moçambicanas.

O FLIK vai exibir dois saraus literários, serão anunciados os vencedores dos concursos literários de declamação de poesia e de ilustração, publicação de um livro com os melhores contos infantis com as melhores ilustrações e gravação de um CD de declamações.

A realização do FLIK 2021 conta com apoio do Camões – Centro Cultural Português na Beira, Fundação Fernando Leite Couto, Cornelder de Moçambique, Parque Nacional da Gorongosa, Universidade Zambeze, Editora Fundza, entre outros.

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EXPOSITORES, autores e visitantes da primeira Feira Internacional do Livro deQuelimane advogam a massificação desteseventos, levando-os às comunidades, sobretudoescolas,por forma a incutir napequenada o gosto pela leitura e escrita.

A ideia é manter perene o princípio de que os livros são uma inesgotável fonte de construção de identidades, renovação de saberes e ampliação do conhecimento sobre o mundo.

Entrevistados no decurso da feira, que decorreu há dias na capital provincial da Zambézia, os participantes disseram ao “Notícias” ter sido um encontro de culturas e cruzamento de saberes, olhando pela rica diversidade de temas abordados, o entusiasmo durante os debates e o interesse em ver realizado a próxima edição.

Selma Pelembe, expositora da Universidade Católica de Moçambique, afirmou que a sua satisfação reside no facto de ter havido uma grande participação e boa compra de livros.

Pede, por isso, aos mentores da iniciativa, no caso o Conselho Municipal de Quelimane, para que criem condições de garantir perenidade deste projecto, promovendo-o em diferentes esferas da sociedade.

Fala da disponibilidade de livros colocados à venda a preços comportáveis, citando os casos de obras de variados géneros, com destaque para a literatura infanto-juvenil, ficção, académicas, entre outras, de autores nacionais e estrangeiros. Leia mais

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“MALANGATANA, Tatana Cultura” é título de uma exposição de artes plásticas que inaugura,quinta-feira, na galeria da Associação Cultural Kulungwana, localizada na Estação Central dos Caminhosde Ferro de Moçambique (CFM), na capital do país.

A exposição celebra as comemorações dos 15 anos de criação da Kulungwana e igualmente a passagem dos 85 anos que, se fosse vivo, o Mestre Malangatana teria assinalado no dia 6 de Junho corrente.

Malangatana foi um dos fundadores da Kulungwana, padrinho do nome e criador do seu logótipo.

A exibição, que estará patente até ao dia 2 de Julho próximo, “Malangatana Tatana Cultura” é um momento para recordaro que Malangatana foi e é na vida do país.

Para os mais jovens, ou para quem não interagiu com ele, é uma ocasião para conhecer um pouco melhor esta figura imensa, transbordante de alegria e entusiasmo.

Malangatana Valente Ngwenya, conhecido por seu primeiro nome, era um artista moçambicano multifacetado. Com uma obra vasta, produziuobras patentes não só em galerias e museus, como também em vários espaços públicos que constituem regalo para o público.

O seu talento é reconhecido mundialmente, afinal foi um dos mais importantes artistas plásticos da era modernista, tendo trabalhado com quase todo o tipo de material, destacando-se tintas, pedra, ferro, madeira e produzido desenhos, aguarelas, tapeçaria, cerâmica, gravura, esculturas monumentais em ferro e em cimento, para além de centenas de murais.

Foi também poeta, dramaturgo, músico e dançarino, bem como político e activista cultural.

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