FriedrichNietzsche, um dos maiores pensadores da Humanidade, terá enunciado na obra “Assim Falou Zaratustra”, entre outras, o princípio do eterno retorno que é, digamos, uma espécie de “ir e vir” ao longo da vida. É como, por exemplo, diz-se “não se encontra uma pessoa apenas uma vez na vida”. A história é isso. O Museu Mafalala reflecte esse pensamento nietzscheziano, ao fazer ir o Presidente da República, Filipe Nyusi, ao mítico bairro da Mafalala para sua inauguração e entrega ao mundo.

Mas também, na mesma dimensão, o acto inaugural do museu levou de volta o antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, ao bairro onde morou na juventude: a Mafalala. É o regresso à casa, às memórias, aos becos, que guardam episódios singulares de um percurso, naturalmente, repleto de percalços. E não deixa de ser um flashback de uma juventude engajada numa causa: Moçambique.

E a história se repete. No mesmo exercício, está lá o Chefe do Estado, Filipe Nyusi, que na sua recente visita à cidade de Maputo escalou, entre outros lugares, escolas, que são um espaço onde ele igualmente deu os seus primeiros passos para tornar-se engenheiro de causas, antes de lhe ser confiada a grande e nobre tarefa de chefiar o Estado. O “Eterno Retorno” está no efeito contágio, inspirador deste gesto. Não ignoramos que, em décadas, um dos alunos presentes na visita volte ao mesmo recinto, na mesma qualidade que Filipe Nyusi. E o mundo vai circulando e circulando. É o que sugere Friedrich Nietzsche, recuperando o estoicismo da escola de filosofia helenística, fundada em Atenas por Zenão de Cítio no início do século III a.C.

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