Director: Lázaro Manhiça

UMA represa com capacidade para reter perto de sete milhões de metros cúbicos de água foi reinaugurada ontem em Matongomane, distrito de Magude, província de Maputo.  Trata-se de uma infra-estrutura com sete quilómetros quadrados destinada àretençāo de água para cerca de 1600 pessoase 1750 cabeças de gadodos povoados de Daniel, Ribungo, Simbe, Chicutso, Chifundlane, Djavane e Mahel-sede. Também vai permitir airrigação de 473 hectares deculturas. Leia mais

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A HELPO, organização não-governamental (ONG) portuguesa, angariou mais de 18 mil euros (1,5 milhões de meticais) em Portugal para apoiar cerca de 4.000 crianças deslocadas devido à violência terrorista na província de Cabo Delgado, foi terça-feira anunciado. A campanha “Sem escola, a infância pesa mais”, decorreu entre 05 e 14 de Setembro corrente, em 418 supermercados, segundo um comunicado da Helpo. Os clientes foram convidados a contribuir com um, três ou cinco euros (84, 252 ou 420 meticais) para “financiar a resposta à emergência no apoio aos deslocados em Moçambique, nomeadamente as crianças, que têm de enfrentar um novo ano lectivo em condições dramaticamente adversas”. “Nestas comunidades, onde muitas crianças têm de fazer vários quilómetros a pé para chegar à escola, uma mochila pode fazer toda a diferença”, acrescentou a organização. Segundo explicou na nota, “com a crise humanitária que atinge Cabo Delgado, são cerca de 4.000 novas crianças em idade escolar a que o apoio da Helpo terá de chegar”. A Helpo é uma organização não-governamental para o desenvolvimento que actua em países africanos de língua oficial portuguesa desde 2008, nas áreas de educação e nutrição, prestando apoio às populações mais vulneráveis. A província de Cabo Delgado é palco há três anos de ataques armados desencadeados por grupos terroristas. A violência provocou uma crise humanitária com cerca de 365.000 deslocados. Comments

MAIS de 300 unidades hospitalares de nove países da Africa Subsahariana vão beneficiar de energia eléctrica produzida a partir de sistemas solares.

Trata-se de Moçambique, Lesotho, Malawi, Zâmbia, Madagáscar, Ruanda, Nigéria, Togo e Gana, indica um comunicado de imprensa emitido hoje (23) pela Embaixada do Estados Unidos em Maputo.

A iniciativa é financiada pela Power África, através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), que anunciou hoje a disponibilidade de cerca de 2,6 milhões de dólares (187milhões de meticais) para empresas de energia solar de modo a fornecer electricidade fiável e acessível fora da rede a quase 300 instalações de saúde.

Quase 60% de todas as instalações de saúde de África Subsahariana não têm acesso à electricidade, e as que têm, apenas 34% dos hospitais e 28% das clínicas de saúde têm-na fiável, 24 horas por dia.

A energia eléctrica é fundamental para alimentar sistemas essenciais, os equipamentos médico e de esterilização, para realizar diagnósticos, para o armazenamento a frio de vacinas e de medicamentos, para a tecnologia da informação, para a iluminação, no intuito de permitir a prestação de serviços contínuos de cuidados de saúde.

Os serviços de saúde eficientes e as respostas a doenças - incluindo a covid-19 - dependem de um acesso fiável à electricidade, refere o documento.

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UM suspeito procurado há quatro anos pela justiça  por alegado envolvimento no assassinato de um procurador foi recapturado numa cadeia do centro do país com uma identidade falsa e a cumprir pena por outro crime, anunciaram as autoridades.

Em comunicado de imprensa, o Serviço Nacional das Prisões (SERNAP) avança que Abdul Afonso Tembe foi recapturado no Estabelecimento Penitenciário Regional do Centro, na província de Manica, ostentando o nome de Lúcio António Ferreira.

Abdul Afonso Tembe cumpria uma pena de 12 anos e dois meses de prisão a que foi condenado por roubo qualificado, associação para delinquir e posse de armas proibidas.

“O Serviço Nacional Penitenciário, em coordenação com os demais órgãos de administração de justiça, vinham desenvolvendo acções de busca e recaptura do foragido, o que culminou com a confirmação de que o réu Lúcio António Ferreira é o mesmo que responde pelo nome de Abdul Afonso Tembe, supostamente envolvido no assassinato do procurador Marcelino Vilanculos”, refere a nota.

O comunicado avança que o arguido foi transferido para a província de Maputo, onde deve responder pelo seu alegado envolvimento na morte do magistrado.

O arguido fugiu da cadeia na província de Maputo no dia 24 de Outubro de 2016, deixando pendentes “os autos de instrução preparatória” abertos na sequência do homicídio de Marcelino Vilanculos.

O magistrado foi assassinado a tiro em Maputo em Abril de 2016, quando se dirigia de carro para a sua casa, nos arredores da cidade

Marcelino Vilanculos tinha em mãos processos-crime associados à onda de raptos nas principais cidades moçambicanas.

(LUSA)

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CINCO agentes económicos foram forçados a suspender a actividade comercial, durante a semana passada, na cidade de Maputo, por violação do protocolo sanitário para prevenção da Covid-19.

Trata-se de estabelecimentos comerciais, onde, alguns trabalhadores testaram positivo para o novo coronavírus, disse Tomás Timba, director nacional das Operações da Indústria, Comércio, Turismo e Transporte, na Inspecção Nacional das Actividades Económicos (INAE).

Segundo Tomás Timba, os inspectores constataram o desrespeito pelo período de isolamento dos infectados e a quebra do período de quarentena dos trabalhadores expostos à infecção.

Verificou-se ainda a falta de material de desinfecção à entrada de alguns estabelecimentos, não uso de máscara de protecção facial nos mercados municipais e outros locais públicos, a superlotação nas lojas, consumo de álcool dentro e ao redor de lojas de bebidas e a inobservância do distanciamento físico entre trabalhadores e clientes.

“Pelo que, recomendamos a desinfecção geral dos estabelecimentos, o despiste dos trabalhadores, o controle do limite de utentes nas lojas, a colocação de marcas de distanciamento, bem como a garantia da ventilação”, salientou.

No período em análise, a INAE cativou 732 garrafas de azeite da marca Bom Amigo, supostamente, impróprio para o consumo humano e 23 garrafas de óleo Fula não fortificado.

“Exames laboratoriais confirmaram que o azeite da marca Bom Amigo, do lote L19-115 é impróprio para o consumo humano. Por sua vez, o óleo alimentar não fortificado não deve ser comercializado, uma vez que não contem vitamina “A”, elemento essencial para o combate a desnutrição”, explicou Timba.

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