Director: Lázaro Manhiça

UM grupo não identificado assaltou há dias as instalações da sede da Associação Moçambicana de Cegos e Amblíopes (ACAMO) na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, tendo se apoderado do único computador que servia de banco de dados da agremiação. Segundo o secretário provincial da agremiação, Ambrósio Nchamo, os meliantes, munidos de catanas e outros instrumentos contundentes, ameaçaram o guarda, tendo se introduzido no interior das instalações, onde para do roubo destruíram parte do mobiliário do escritório e alguns documentos. Leia mais

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UM total de 7384 pessoas recebeu  assistência social e humanitária desde Março, quando eclodiu a Covid-19 no país, com vista a minimizar o impacto da pandemia. O apoio psico-social, que inclui mensagens de prevenção, foi prestado pela Cruz Vermelha de Moçambique (CVM).

A instituição prevê assistir pelo menos 2,9 milhões de pessoas até Março de 2021, investindo para o efeito cerca de quatro milhões de meticais, segundo o técnico do Sector da Saúde da CVM, Joaquim Cuna.

A fonte indicou que o desafio da CVM é tornar os beneficiários em agentes para a divulgação de mensagens de prevenção. “Sabemos que os alunos voltarão às aulas, daí que é importante convencer os chefes de família a serem activistas em casa, observando as condições em que os filhos vão à escola, o estado em que se encontram as máscaras de protecção, bem como o comportamento das crianças nos estabelecimentos de ensino para evitar o alastramento da Covid-19”, indicou.

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HOMENS armados saquearam, na madrugada de terça-feira, medicamentos e outro material médico-cirúrgico, numa unidade sanitária, na região de Chipindaumwe, distrito de Gondola, província de Manica.

O assalto ocorreu por volta das 2:00 horas locais quando o grupo, em número não especificado, fez-se a aquela unidade sanitária, de onde retirou vários bens.

O caso foi confirmado na manhã de ontem pela Administradora do distrito de Gondola, Etelvina Ambasse, que acredita tratar-se de mais uma acção de homens armados que aterrorizam a região centro do país.

“Não houve disparos. O que aconteceu é que eles chegaram e ameaçaram o pessoal de saúde que estava em serviço. Saquearam os medicamentos depois colocaram-se em fuga”, explicou Ambasse.

Sobre os danos resultantes da incursão dos homens armados àquela unidade sanitária, Etelvina Ambasse disse ser prematuro avançar os prejuízos, pois decorre um trabalho para avaliar a quantidade de fármacos e outro material roubado.

“Neste momento, os membros das Forças de Defesa e Segurança estão no terreno desde o início da manhã num acto de perseguição para captura dos bandidos”, afirmou, assegurando estar reposta a segurança naquela região.

A vida voltou à normalidade depois duma pequena agitação e medo verificada ao princípio da manhã de hoje. Tudo passou e a população está calma e envolvida nas actividades diárias, garantiu.

O distrito de Gondola, na província de Manica, tem sido palco de ataques perpetrados por homens armados pertencentes a Junta Militar da Renamo, liderada por Mariano Nhongo. O grupo tem protagonizado ataques em algumas povoações localizadas ao longo das Estrada Nacional número Um e Seis (EN 1 e 6), causando mortes e destruições.

Viaturas de passageiros e de transporte de carga são as mais atacadas ao longo da EN 1 e 6, principais rodovias do país, onde para além fazer vítimas humanas, também tem causado perda de mercadoria diversa.

(Notícias/AIM)

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O TRIBUNAL Supremo (TS) deverá pronunciar-se dentro de dias em relação ao recurso submetido pelos co-réus do caso das dívidas ocultas ao despacho proferido pelo Tribunal Superior de Recurso, que manteve a pronúncia do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM).

Segundo dados em poderdo “Notícias”, ainda não é conhecida a data para tal, mas o TS já trabalha na matéria, depois que parte dos 19 arguidos discordaram da pronúncia e submeteram um segundo recurso. Só depois da análise do mesmo é que se saberá do futuro dos réus, se eles vão ou não ao julgamento.

No acórdão de 5 de Junho, o Tribunal Superior de Recurso manteve a pronúncia proferida pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, negando provimento aos recursos interpostos pelos co-réus ao despacho de pronúncia proferido pelo tribunal de primeira instância, em sede do Processo n.º 18/2019-C. Desta feita, foram mantidas as medidas de coacção aplicadas a todos eles, à excepção de Márcia Amélia Biosse de Caifaz Namburede, despronunciada por subsistirem dúvidas quanto à sua participação nos crimes de que era indiciada, tendo sido de imediato ordenada a sua soltura.

Os co-réus são acusados de diferentes crimes, numa lista que inclui aassociação para delinquir, chantagem, corrupção passiva, peculato, abuso de cargo ou função, violação de regras de gestão, falsificação de documentos, uso de documentos falsos, posse de armas proibidas e branqueamento de capitais, com as modificações decorrentes da prova recolhida.

São arguidos deste processo Manuel Renato Matusse, Sidónio Sitoe, Crimildo Manjate, Mbanda Buque Henning, Khessaujee Pulchand, Simione Mahumane, Naimo Quimbine, Márcia Caifaz Namburete,Zulficar Ahmad, Teófilo Nhangumele, Bruno Tandane, Cipriano Mutota, Armando Ndambi Guebuza, Gregório Leão, António Carlos do Rosário, Ângela Buque Leão, Maria Inês Moiane Dove, Fabião Mabunda e Sérgio Namburete, todos detidos. Em liberdade provisória continua Elias Moiane, sobrinho de Inês Moiane, depois de ter pago caução de um milhão de meticais.

As dívidas não declaradas foram contraídas pelas empresas PROÍNDICUS, EMATUM e MAM, com garantias do Estado.

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Onze indústrias panificadoras foram encerradas, durante a semana passada, em todo o país, devido à inobservância das regras de higiene e limpeza.

As anomalias foram detectadas, durante a fiscalização levada a cabo pela Inspecção Nacional das Actividades Económica (INAE), com o objectivo de se inteirar sobre o agravamento do preço do pão.

Segundo o director nacional das Operações da Indústria, Comércio, Turismo e Transportes, na INAE, Tomás Timba, a instituição visitou 149 padarias.

“Durante a inspecção constatamos que há falta de critérios objectivos para a subida do preço de pão, pois nalgumas indústrias houve um agravamento de 1 a 1.5 meticais, noutras o preço manteve-se, enquanto uns vendem o pão a preço mais baixo que o normal. Daí que não está claro o que suporta a situaçãoˮ, disse Timba.

A fonte informou que os panificadores de Inhambane, por exemplo, vão agravar o preço de pão em Agosto, como forma de aliviar o custo de vida dos cidadãos, face a crise causada pela Covid-19.

“Nós continuaremos a trabalhar para aferir qual deve ser o preço do pão, tendo em conta o peso do produto e o valor de aquisição da farinha de trigo. Para que o reajuste seja uniforme em todo o paísˮ, comentou.

No período em análise, a INAE fiscalizou 871 unidades económicas, tendo encerrado 50 por incumprimento das medidas de prevenção da Covid-19.

“Na ocasião, apreendemos produtos diversos num valor de 529.170 meticais, por estarem fora do prazo ou mau estado de conservação ˮ, disse.

Supermercados com irregularidades em Lichinga 

A INSPECTORA-GERAL das actividades económicas constatou  irregularidades no exercício das actividades económicas em alguns supermercados da cidade de Lichinga, no Niassa.

Há falta de licença para o exercício de actividades económicas, fraca higiene nas casas de banho,produção e no armazenamento da matéria-prima utilizada para produção do pão e extintores são algumas das irregularidades constatadas, semana passada, por Rita Freitas.

Na sequência deste facto, Rita Freitas recomendou aos gestores dos três supermercados da cidade de Lichinga para a correcção de algumas irregularidades até ontem, segunda-feira e outras no prazo de três meses.

Semana finda, Rita Freitas reuniu-se com agentes económicos da cidade de Lichinga, na qual, apelou a observância da Lei no exercício da actividade comercial e das medidas de prevenção do novo coronavírus.

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