Director: Lázaro Manhiça

AGENTES económicos do distrito de Cuamba, no Niassa, pedem celeridade na tramitação dosprocessos visando a amortização dos valores que lhes são devidos pela prestação de serviços ao Estado. As dívidas resultam, fundamentalmente, de serviçosnas áreas de construçãocivil, fornecimento de bens, entre outros, e, caso nãose saldem com a maior brevidade possível,os agentes económicos ameaçam encerrar as suas actividades.

Soubemos que são cerca de 22.220 milhões de meticais o valor da dívida do Estado para com os cerca de 80 agentes económicos que desenvolvem as actividades no distrito de Cuamba, a capital económica do Niassa, contraída entre os anos de 2015 e 2017. LEIA MAIS

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A WORLD Vision-Moçambique (WV-Moç) organiza hoje e amanhã, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza, um encontro de capacitação de agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), com vista a garantir a efectiva implementação do Decreto Presidencial sobre o estado de emergência, no âmbito da protecção e bem-estar dos grupos vulneráveis.

Esta acção enquadra-se nos esforços da WV-Moç para salvaguardar os direitos das pessoas vulneráveis no actual contexto sócio-económico e que nesta situação enfrentam enormes desafios no cumprimento pleno das medidas de prevenção da Covid-19, durante o estado de emergência.

Espera-se igualmente que a capacitação sirva de reflexão em torno dos desafios enfrentados pela PRM no cumprimento do Decreto Presidencial, bem como para disseminação das boas práticas por parte das autoridades junto dos cidadãos.

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A CARNE de cabrito de Tete está em processo de preparação para a sua comercialização dentro e fora do país, concretamente na Europeu, onde já há manifestação de interesse de vários agentes económicos. O facto foi tornado público pelo Instituto de Propriedade Industrial de Moçambique (IPI), através do respectivo director-geral, José Joaquim Meque, na cerimónia de entrega dos comprovativos da Associação para a Protecção e Promoção do Cabrito de Tete. Leia mais

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A FALTA de energia eléctrica da rede nacional, escassez de águapotável, influenciandonegativamente no saneamento do meioe a precariedade das vias de acessono Posto Administrativo de Meponda,distrito de Lichinga,no Niassa,constituem as principais barreiraspara a promoção do desenvolvimentosocioeconómico daquela parcela da província,com enormes potencialidades por explorar,sobretudo no domínio do turismo. (Inocêncio Mazula)  LEIA MAIS

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Deficientes visuais da província do Niassa clamam pela sua inclusão no acesso ao ensino, meios de locomoção, material de construção de infra-estruturas de habitação e financiamento pelo Governo, incluindo seus parceiros, para o desenvolvimento de pequenos projectos de geração de renda, com vista a aliviar a sua vulnerabilidade.

Num encontro promovido na última quinta-feira, na cidade de Lichinga, pela governadora do Niassa, Judite Massengele, com a delegação provincial da Associação dos Cegos e Amblíopes de Moçambique (ACAMO), os membros da agremiação solicitaram apoios, sobretudo em máscaras e produtos de higiene, com vista a cumprirem com os procedimentos relacionados com a higienização das mãos, e não só, alegadamente porque não reúnem recursos financeiros para a sua aquisição.

Os presentes queixaram-se de sofrer de discriminação no seio das respectivas famílias e comunidades, que se consubstancia na limitação do acesso ao ensino formal, apoios em alimentos e vestuário canalizados por pessoas de boa vontade e organismos que cooperam com o governo.

Jaime Macuácua, deficiente visual, explicou que dentro da sua organização  há trabalhos visando eliminar focos de mendicidade, mas devido à falta de recursos financeiros essas iniciativas não avançam, propondo, por isso, a criação de condições mínimas por parte do governo visando devolver a dignidade à pessoa deficiente.

Segundo ele, a cegueira é uma deficiência que coloca a pessoa numa situação de dependência e, para além da família, só o governo pode ajudar na sua minimização, através da integração social.

“Enfrentamos dificuldades de acesso à alimentação e alojamento, e isso empurra os cegos para os passeios das estradas e portas de estabelecimentos comerciais para mendigar apoios de vária ordem para assegurar a nossa sobrevivência que dificilmente nos são canalizados, porque as carências no seio das famílias são de certa forma generalizadas”-disse Mussa Bonomar, outro deficiente visual presente no encontro.

Judite Massengele disse que algumas preocupações levantadas no encontro são legítimas, prometendo trabalhar com outras forças vivas da sociedade para mobilizar apoios, prioritariamente máscaras e produtos de higiene para distribuição aos cerca de 500 membros da ACAMO no Niassa.

(Inocêncio Mazula)

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