Director: Júlio Manjate

O Conselho Municipal de Chimoio, na província de Manica, descarta a possibilidade de transferir o cemitério de Chissui para uma outra zona, uma decisão que havia sido tomada no mandato passado, devido à falta de espaço para a realização de mais funerais.

Aliás, o encerramento do cemitério gerou muita polémica no mandato anterior, com muitos residentes a contestar a proposta da sua transferência para um outro local.

“Já não vamos transferir o cemitério, tal como havia sido projectado no mandato passado. Fizemos um trabalho muito cuidadoso e constatamos que ainda há espaço para sepulturas por mais anos”, explicou ontem o presidente do Conselho Municipal de Chimoio, João Ferreira, citado pela AIM.

Ferreira fez este anúncio num encontro com jornalistas, durante o qual apresentou o cronograma de actividades da sua instituição para o ano 2020.

"O que temos agora são 43 hectares com sepulturas e outros 41 estão livres e podem ser aproveitados. Assim sendo, vimos que não valia a pena tirar o cemitério para mais distante da cidade", afirmou o edil, para quem a saída do cemitério poderia acarretar mais custos e ficaria muito distante da zona residencial.

"Vimos que fica distante e pode complicar a vida dos munícipes quando estiverem numa situação em que precisam de sepultar o seu entequerido. Já estamos a trabalhar para ver se permanecemos naquele local", explicou.

O cemitério de Chissui foi aberto em 1983, depois do encerramento de outro que havia sido instalado no bairro 7 de Setembro.

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