Quatrocentas e vinte e cinco pessoas morreram vítimas de malária desde o início do presente ano até ao momento, dos mais de 3,8 milhões de casos registados em Moçambique, anunciou o Ministério da Saúde (MISAU).

Os dados representam uma redução em relação a igual período de 2018, tanto em número de casos registados, quanto no de mortes.

Em 2018, o registo foi de perto de 3,7 milhões de casos de malária e 545 mortos, segundo dados avançados ontem, em Maputo, pela chefe do Departamento de Epidemiologia no MISAU, Lorna Gulral.
Entretanto, a situação da malária, este ano, sofreu algumas alterações, devido às intensas chuvas registadas com a passagem dos ciclones Idai, na região centro do país, e Kenneth, no norte, na  sequência do que algumas províncias registaram um ligeiro aumento de casos devido à acumulação de água.

Em face da situação, o MISAU desenvolveu várias acções para prevenir a eclosão de doenças, que incluíram, entre outras, a distribuição de redes mosquiteiras nos centros de acomodação e a pulverização intradomiciliária.

“É uma actividade que vai continuar durante o resto do ano, de modo a que possamos abranger toda a população”, garantiu Gulral, referindo-se à distribuição de redes mosquiteiras.

A fonte, que falava em conferência de imprensa, partilhou ainda dados sobre doenças diarreicas, indicando que foram registados 269 mil casos, que resultaram em 192 mortos, contra 269 mil casos e 200 mortos do período comparativo. Portanto, nota-se uma ligeira descida, quer no número de casos, quer no de mortos.

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