Mais de sessenta pessoas foram ouvidas como declarantes e testemunhas durante a instrução do processo-crime sobre as dívidas não declaradas, agora acusado e remetido ao Tribunal Judicial da cidade de Maputo para procedimentos subsequentes.  

Entre elas constam parentes dos 20 co-arguidos, a vários níveis, incluindo irmãos e primos, além de alguns membros do Governo e dos Conselhos de Administração das empresas PROÍNDICUS, EMATUM e MAM, que beneficiaram das dívidas avalizadas pelo Estado.

Das audições promovidas pelos investigadores do processo, foram ainda recolhidos documentos de escritura pública e outros que fazem prova fiel dos factos, assim como o relatório da Krol e o contrato de fornecimento de equipamento pelo Grupo Previnvest.  

A acusação, segundo dados em poder do “notícias”, faz menção ao facto de os co-arguidos Gregório Leão, António Carlos do Rosário, Cipriano Mutota, Teófilo Nhangumele, Armando Ndambi Guebuza, Bruno Tandane Langa e Ângela Leão terem, directa ou indirectamente, criado condições para a celebração dos contratos de financiamento e de fornecimento de bens pelas três empresas.

Com esta atitude, o grupo desrespeitou os critérios e os limites legais e corroeu a credibilidade do Estado, prejudicando a economia nacional.

A ilegalidade contou com a intervenção de Jean Boustany, sobrinho directo de Iskandar Safa, presidente do Grupo Previnvest Holding. Safa goza da dupla nacionalidade, francesa e libanesa.

Os arguidos, segundo a acusação, ao receberem dinheiro da Previnvest, integrando-o nas suas esferas patrimoniais, pretenderam delapidar o património do Estado moçambicano.

Em virtude da actividade criminosa dos arguidos, o Estado moçambicano ficou em situação económica difícil, refere o documento.

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