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Categoria: Nacional
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O Governador da província de Inhambane, Daniel Chapo, inaugurou, ontem, na Massinga, uma estrada pavimentada de 4.4 quilómetros que liga o bairro 7 de Setembro e o mercado Samora Machel.

Orçada em mais de dois milhões de euros, financiados pelo banco alemão KFW, a obra incluiu, igualmente, a construção de um sistema de drenagem de águas fluviais.
A infra-estrutura enquadra-se no Programa de Desenvolvimento Integrado para as Autarquias (PRODIA), liderado pelo Ministério da Administração Estatal e Função Pública.
Para o governador da província de Inhambane, a inauguração da estrada demonstra o comprometimento do Executivo liderado por Filipe Nyusi em desenvolver o país, no geral, e a província, em particular.
“Queremos reconhecer, com muito mérito, o facto de o município da vila de Massinga e os parceiros terem conseguido mobilizar recursos com os quais foi possível construir esta valiosa infra-estrutura, que a curto e médio prazos terá um impacto directo e positivo na vida da população desta parcela da província de Inhambane, o que deixa claro a existência dum potencial de recursos humanos capazes de buscar saídas de implementação dos seus planos, deixando de lado os problemas que o mundo actual atravessa”, disse.
Segundo Chapo, a estrada vai servir de grande alternativa à Estrada Nacional Número 1 (EN1), visto que se trata de um desvio da mais extensa estrada do país.
“Com esta estrada, quem quer chegar mais rápido à zona norte da nossa província de Inhambane (Vilankulo, Inhassoro, Govuro), ou mesmo à zona centro do nosso país, faz o desvio a partir daqui e entra lá mais para frente de novo na EN1 e continua a sua viagem duma forma mais rápida”, disse.
Por seu turno, a presidente do Conselho Autárquico da vila de Massinga, Medy Jeremias, agradeceu o executivo por ter escolhido aquela autarquia para ser a primeira a ser implementado o projecto PRODIA e comprometeu-se a 'educar' os utentes da estrada para a sua melhor conservação.
“Reiteramos dispormo-nos a educar os utentes a fazerem bom uso deste empreendimento e sua manutenção, para que a mesma dure muito tempo”, disse Medy Jeremias.
A obra teve duração de 10 meses, contra os oito inicialmente previstos pelo empreiteiro.

AIM