Director: Lázaro Manhiça

O país registou nas últimas 24 horas mais uma morte vítima da Covid-19, ocorrido na cidade de Nampula, o que eleva para um cumulativo de 14 óbitos devido à doença.

Benígna Matsinhe, directora adjunta nacional de Saúde Pública, falando hoje em conferência de imprensa, na capital do país, disse que a vítima mortal, de 45 anos, deu entrada na unidade sanitária local, no passado dia 30 em estado grave tendo perdido a vida na madrugada de hoje, 03 de Agosto.

Ainda no mesmo periodo, moçambique registou 27 casos novos da Covid-19, de um total de 831 indivíduos testados, o que aumenta para 1973 o total cumulativo de pessoas infectadas pelo  novo coronavírus.

Entretanto, também foram anunciadas boas noticias, a recuperação de 22 indivíduos, o que totaliza 676 pessoas curadas da Covid-19.

Deste modo, o país conta actualmente com 1281 casos activos da Covid-19, sendo a cidade Maputo (303), Cabo Delgado (261), província de Maputo (255) e Nampula (245) as mais afectadas.

Moçambique continuam com 10 pessoas internadas e sob cuidados médicos nos centros de isolamento, todos padecendo de patologias crónicas diversas, associadas à Covid-19, referiu Benígna Matsinhe.

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O GOVERNO japonês oferece às autoridades moçambicanas material médico, equivalente a cerca de 4 milhões de euros, no âmbito das acções de resposta aos desafios impostos pela covid-19 em Moçambique.

O material vai reforçar o sistema de saúde, refere uma nota de imprensa da embaixada japonesa em Maputo distribuída à comunicação social. O donativo será entregue pelo embaixador nipónico em Maputo, Kimura Hajime, num encontro que deverá contar com a presença da ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo.

“O Japão, historicamente, tem sido um parceiro-chave do Governo de Moçambique”, conclui a nota, que faz menção ao apoio que o Japão tem prestado através de agências das Nações Unidas e do Fundo Monetário Internacional.

(Notícias/ ZAIM)

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DEZ funcionários e Agentes do Estado foram condenados há dias a penas que vão até 15 anos de prisão acusados no crime de tráfico de pessoas e órgãos humanos, na província da Zambézia.

O porta-voz do Ministério Público na Zambézia, Domingos Julai, disse à imprensa que o grupo inclui dois professores, um de Morrumbala e outro de Alto Molócuè, que se envolveram no tráfico de órgãos humanos.

A fonte afirmou que, os professores deveriam ser o exemplo de boas práticas, mas, curiosamente, acabam sendo praticantes ou mandantes de crimes hediondos, por isso, desencorajamos todos cidadãos a prática de qualquer tipo de crime.

De acordo com Julai, há ainda outros funcionários em prisão preventiva acusados do mesmo crime na Zambézia, incluindo o famigerado caso Elias Durão, um professor que estava em exercício na Escola Primária de Namacata em Dezembro do ano passado e mandou assassinar um rapaz vizinho de 12 anos para extrair órgãos humanos.

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UM total de 3885 pessoas foram detidas pela PRM por desobediência ao estado de emergência, que vigorou nos últimos quatro meses, indica o relatório que o Chefe do Estado submeteu à Assembleia da República.

Do total de detidos, 2.054 foram submetidos a julgamento, 80% deles condenados a penas que variam entre 5 e 80 dias de prisão, convertidas em multas, indica o documento.

O relatório do Presidente observa ainda que, apesar das detenções, a Polícia pautou por uma “abordagem de sensibilização e uma postura pedagógica” face ao incumprimento das regras do estado de emergência.

Além do balanço das operações da Polícia, Nyusi avança que, das 90.505 empresas existentes no país, o impacto das restrições foi acentuado em 1.506, das quais 974 (integrando um total de 31.227 trabalhadores) optaram por suspender contratos.

A suspensão de contratos de trabalho é definida como uma “paralisação temporária” e a legislação moçambicana prevê que o empregador pague no primeiro mês 75% do salário, no segundo 50% e no terceiro 25%.

Por outro lado, segundo o relatório, um total de 21 empresas anunciaram o seu encerramento devido ao impacto das restrições e outras 144 foram forçadas a rescindir contratos, uma medida que afectou 2.409 trabalhadores.

“O Governo continua a fazer o acompanhamento da situação das empresas para aferir o cumprimento das medidas que foram adoptadas no âmbito do estado de emergência, a monitorizar o pagamento de salários e indemnizações aos trabalhadores cujos contractos foram rescindidos”, lê-se no relatório.

Além do sector de trabalho, o relatório aponta para a existência de desafios no transporte de material médico, que tem sido feito maioritariamente por voos comerciais.

As restrições adoptadas nos últimos quatro meses incluiam limitação de ajuntamentos, interdição de eventos e espaços de diversão, bem como a obrigatoriedade de uso de máscaras.

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OS valores das facturas de consumo de água durante o mês de Junho, nos municípios da cidade de Maputo e Matola e vila de Boane, vão ser reajustados para os clientes da empresa Águas da Região de Maputo.

O reajuste decorre da orientação da Autoridade Reguladora de Água (AURA-IP) em resposta às reclamações que têm sido registadas sobre a oscilação do valor a pagar na factura de Junho.
Em comunicado de imprensa, a Empresa Águas da Região de Maputo explica que para o efeito, está em curso o levantamento e tratamento dos casos que se encontram nesta condição.

Esclarece que o possível reajuste do valor da factura de Junho será feito tomando como base os valores facturados nos meses de Março, Abril e Maio.
No passado dia 23 de Julho, a Autoridade Reguladora de Águas instruiu as entidades gestoras de água a proceder com a recolha das facturas que apresentam valores anómalos e não consistentes com o aumento expectável de consumo na vigência do estado de emergência.
Por sua vez, a AURA afirma em nota de imprensa que, “até o apuramento das causas definitivas que levaram a súbita variação do valor das facturas, as entidades gestoras dos sistemas onde esta situação se verifica, irão manter a facturação com base em médias estimadas de consumo, excepto nos casos em que as condições permitam a manutenção de leituras ao contador”.
A decisão da AURA surge pelo facto de, durante o monitoramento da implementação das medidas e interacção com as entidades gestoras, ter constatado que algumas empresas, por antecipação, procederem à retoma generalizada da facturação com base em leituras. - (Notícias/AIM)

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