Director: Lázaro Manhiça

A HIDROELÉCTRICA de Cahora Bassa (HCB) vai interromper as descargas de água até ao final deste mês, depois de ter aberto as comportas em Janeiro, devido às cheias que atingiram o rio Zambeze, anunciou ontem a empresa.

“Até final de Abril, prevemos fechar todos os descarregadores”, disse o administrador de Sistemas Hidrológicos e Infraestruturas da HCB, Nelson Trindade, em entrevista à Rádio Moçambique.

Nelson Trindade afirmou que o volume de água que entra na barragem a partir de rios a montante dos países vizinhos baixou, permitindo à HCB encaixar quantidades dentro da sua capacidade de armazenamento.

“Neste momento, nós estamos num período de decréscimo das afluências de água, depois de termos atingido um pico de oito mil metros cúbicos por segundo de encaixe, um encaixe extremamente grande”, enfatizou.

Nelson Trindade assinalou que a água que a HCB libertou para as áreas ribeiras do Zambeze não foi a única causa das inundações registadas na presente época chuvosa na zona, observando que se registaram cheias nos vários cursos que atravessam a região.

“Apesar de um grande volume de afluência a montante, podemos considerar que a HCB fez descargas de forma criteriosa, o nível de afluência não era suficiente para criar grande inundações a jusante”, observou.

A subida do volume de água escoada para a HCB não afectou a produção de energia eléctrica na empresa, que projecta aumentar a geração de energia para 15.766 gigawatts este ano face aos 14 mil gigawatts alcançados em 2020.

Moçambique está na fase final da época chuvosa e ciclónica, que ocorre entre os meses de Outubro e Abril, com tempestades oriundas do Índico e cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral.

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O MINISTÉRIO da Saúde (MISAU) anunciou ontem (12) o arranque, próxima segunda-feira, da vacinação de outros grupos profissionais e sociais, uma vez concluído o mesmo exercício junto dos trabalhadores do sector da saúde.
Segundo a directora nacional adjunta da Saúde Pública, Benigna Matsinhe, esta fase vai contemplar os diabéticos, reclusos, pessoas com terapia imunosupressiva, professores, jornalistas, entre outros grupos identificados pelo MISAU.
Falando durante o briefing semanal de actualização da situação da Covid-19 em Moçambique, Benigna Matsinhe explicou que, com excepção das pessoas com terapia imunosupressiva e reclusos, em todos os grupos abrangidos serão vacinados indivíduos com mais de 60 anos de idade.
“Iremos começar com estes e, gradualmente, vamos acrescentando os das outras idades para a vacinação”, esclareceu, segundo a AIM.
A fonte assegurou que as autoridades sanitárias estão a trabalhar no sentido de receber mais vacinas e, conforme forem chegando, “vamos acrescentando outros grupos para a vacinação.”
Em relação à vacinação dos trabalhadores de Saúde, Matsinhe disse ter sido concluída semana finda, a segunda dose.
“Terminamos a primeira dose com uma cobertura de mais de 84 mil pessoas vacinadas”, afirmou.
Revelou também que do lote das 200 mil vacinas recebidas da China ainda existiam algumas doses a nível central.
Para além das vacinas doadas pela China, Moçambique recebeu um segundo lote de 438 mil doses, das quais 384 mil doses são da iniciativa Covax e as restantes 100 mil doadas pelo governo indiano.
 

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A POLÍCIA da República de Moçambique (PRM) considera falsas informações postas a circular, nos últimos dias, nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social, sobre a eminência de um ataque terrorista a cidade de Pemba, capital da província de Cabo Delgado.

Falando em conferência de imprensa havida segunda-feira, em Pemba, o porta-voz da PRM em Cabo Delgado, Ernesto Madungue, disse que são informações falsas proferidas por pessoas com interesses obscuros e que apenas visam criar medo e semear terror no seio dos residentes de Pemba.

Madungue garante que Pemba está bem protegida contra uma eventual investida de terroristas e pede aos cidadãos para que redobrem a vigilância denunciando junto as autoridades competentes quaisquer actos que possam constitui um atentado contra a segurança e tranquilidade públicas.

“Há mensagens que estão a circular nas redes sociais através do Facebook e WhatsApp alertando que a cidade de Pemba vai sofrer um ataque. A mensagem dizia que cidade seria atacada no domingo (11). Em termos de segurança, Pemba está segura”, disse o porta-voz, citado pela Rádio Moçambique, emissora nacional.

Por isso, a fonte acrescenta que “queremos exortar a toda a população ao nível da cidade de Pemba para se manter serena, mais vigilante e denunciar aquelas pessoas que andam a propalar essas informações”.

Garantiu que se a PRM apurar qualquer situação que coloque em causa a ordem e segurança públicas vai-se pronunciar em devido tempo. “Qualquer situação que coloque em causa a ordem e segurança públicas a polícia vai convocar uma conferência de imprensa para se pronunciar.

Sobre o recolher obrigatório, explicou a fonte, é uma medida adoptada pelo Governo nas 11 capitais provinciais e visa travar a propagação da pandemia da Covid-19. Reconheceu que também vai ajudar a reforçar as medidas de controlo da cidade com vista a garantir que não haja qualquer situação que coloque em causa a ordem e segurança pública.

As informações falsas levaram alguns pais a impedir os seus filhos de irem à escola e outros cidadãos a abandonar a cidade de Pemba.

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MAIS 497 indivíduos recuperaram da infecção pelo novo coronavírus, nas últimas 24 horas, o que aumenta o cumulativo para 59.401 pessoas curadas da doença, num dia em que, o país não registou óbito.

No período em causa foram testaram positivo mais 34 casos, em 709 amostras submetidas à testagem contra o novo coronavírus. Nos centros de tratamento da covid-19, cinco doentes deram entrada nos centros de tratamento, igual número teve alta hospitalar e permanecem acamados 52 pacientes da covid-19.

Assim, o país possui 8.596 casos activos e 791 óbitos.

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INDIVÍDUOS desconhecidos assaltaram, na madrugada deste sábado (10), o posto policial de Caphirizange, no distrito de Moatize, província de Tete.

Os malfeitores dispararam vários tiros contra o posto policial e a viatura que se encontrava parqueada naquela unidade.

A porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Tete, Deolinda Matsinhe, confirma a ocorrência e disse que uma equipa multissectorial foi constituída para esclarecer o caso, assegurando que neste momento, está garantida a segurança, ordem e tranquilidade, públicas.

“Dispararam e se puseram em fuga. Neste momento a polícia está no local, a situação já está calma e controlada. Há um trabalho que está sendo feito para tentar apurar o que é que realmente os indivíduos pretendiam e quem eram esses indivíduos e para responsabilizá-los criminalmente. Felizmente , não tivemos vítimas dos disparos“, disse.

A porta-voz da PRM em Tete, apela à população para manter vigilância e denunciar qualquer movimentação de indivíduos de conduta duvidosa.

O posto administrativo de Caphirizange está localizado no corredor Tete – Zóbue - Calómwè, que dá acesso ao vizinho Malawi. Há quase dois anos vários indivíduos morreram queimadas e outras contraíram ferimentos entre ligeiros e graves na sequência da explosão de uma cisterna que continha combustível líquido, num camião que se dirigia ao Malawi.

(Notícias/RM)

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