A conclusão da implementação dos projectos do Fundo Catalítico para Inovação e Demonstração (FCID), sob alçada do Ministério da Economia e Finanças, vai gerar mais-valias, considera Victor Borges, governador da província de Nampula.

Borges falava a propósito da constatação segundo a qual a província de Nampula, com perto de seis milhões de habitantes, se ressente de um défice na produção de frangos, ovos e hortícolas.
O governante entende que as novas tecnologias e fundos colocados à disposição da província elevarão os níveis de produção nesses domínios, até porque o fundo se destina aos pequenos produtores.
Para Borges, são projectos inovadores que irão demonstrar que as novas tecnologias podem constituir uma alavanca para outros ainda por surgir, como, por exemplo, os que estão em execução nos distritos de Rapale e Monapo.
Actualmente, segundo o governador, a província de Nampula já chega a produzir 256 mil toneladas de hortícolas, quando as suas necessidades rondam as 420 mil.
“Na província de Nampula, as janelas abertas e os projectos, alguns já em execução, na produção de hortícolas, com recurso a tecnologias modernas, ao invés de produzirmos só na época fresca, como agora, provavelmente faremos isso ao longo de todo o ano”, disse o governador.
Segundo Borges, na avicultura também há desafios a vencer para que não seja necessário importar frangos e ovos para abastecer o mercado.
“Outro desafio está ligado à produção de frangos e ovos. Avaliamos as nossas necessidades aqui em Nampula e constatamos que são necessárias 14 milhões de dúzias de ovos/ano e a produção passada apenas chegou a quatro milhões. Nos frangos precisamos de 22 a 23 mil toneladas, ano passado fizemos 16 mil toneladas”, explicou a fonte.
Na óptica do governador, o sucesso dessas actividades depende também da existência de infra-estruturas e outros serviços básicos consistentes, como a energia eléctrica e água de qualidade.
Rosa Inguane (colaboração), AIM

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Dois mortos e três feridos, entre graves e ligeiros, é o resultado de um acidente de viação ocorrido na tarde de ontem no posto administrativo de Mieze, distrito de Metuge, em Cabo Delgado.

O sinistro de tipo despiste e capotamento, envolveu uma viatura ligeira e aconteceu  na Estrada Nacional Número 1 (EN1), a cerca de quinze quilómetros  da cidade de Pemba, segundo noticiou a Rádio Mocambique.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, condena os atrasos que se verificam na conclusão das obras de reabilitação e reconstrução de estradas no país, particularmente nas províncias de Nampula, Niassa e Gaza.

Falando no final da visita de trabalho que efectuou àprovíncia do Niassa, Filipe Nyusi afirmou que a solução destes problemas passa por uma rigorosa selecção de empreiteiros para a execução deste tipo de trabalhos, o que não depende do Governo central. 

“A escolha de empreiteiros para execução de obras de estradas não tem intervenção directa do nosso Governo, mas obedece a certos critérios, um dos quaiséo concurso internacional,para o qualas empresas interessadas podem concorrer”, disse Filipe Nyusi.

No entanto, segundo o Chefe do Estado, a forma recorrente e contínua como têm sido reportados casos de abandono de obras exige uma reflexão do Governo para encontrar uma solução para este tipo de problemas.

Entre as obras paralisadas, Filipe Nyusi apontou a da Estrada Nacional Número 13, entre os municípios de Malema e Cuamba, nas províncias de Nampula e Niassa, respectivamente, a cargo da Gabriel Couto, uma empresa de capitais portugueses, cuja entrega devia ter sido efectuada em 2015.

Outras obras a cargo de uma empresa portuguesa e que não estão concluídas são da estrada que liga o Conselho Municipal de Cuamba, no Niassa,e a localidade de Maginge, no distrito de Guruè, na Zambézia, com 120 quilómetros. Trata-se de uma obra cujo lançamento foi feito pelo Chefe do Estado, com financiamento da Agência Japonesa para Cooperação Internacional (JICA), há cerca de ano e meio.

Filipe Nyusi também fez referência às obras de asfaltagem da estrada Caniçado-Chicualacuala, na província de Gaza, com cerca de 310 quilómetros,que deveriam ter sido concluídas em 2011. A paralisação destes trabalhos afectou um troço de 190 quilómetros. A obraesteve a cargo da empresa portuguesa Opway, que ganhou um concurso internacional orçado em 41 milhões de euros.

Contudo, segundo Filipe Nyusi, o Executivo não vai baixar as mãos e,concretamente para a província do Niassa, vai prosseguir com os esforços visando àmobilização de fundos para concretizar projectos no domínio de estradas, para dinamizar o desenvolvimento socioeconómico do país.

E neste contexto que está em vista a reabilitação da estrada Cuamba-Marrupa, com cerca de 240 quilómetros,que vai completar o triângulo de desenvolvimento do Niassa.

 

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O sectorde Saúde está a envidar esforços para a certificação internacional do Laboratório Nacional de Controlo de Qualidade de Medicamentos, o que vai tornar o país autónomo na matéria e a instituição financeiramente sustentável. Leia mais

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PELO menos 121 mil consumidores estão ligados a rede nacional de energia eléctrica na província de Manica, com a efectivação, este ano, de 10.500 novas ligações domiciliárias, em todos os 12 distritos da província. Leia mais

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