O distrito de Nacala-porto, em Nampula, está sem dinheiro, para concluir as obras de construção da residência oficial do administrador, o palácio de casamentos e o edifício do sector da Educação, Juventude e Tecnologias.

 

 

O director dos Serviços Distritais de Planificação e Infra-estruturas de Nacala-porto, Américo Arnaldo, considera, que a exiguidade de fundos é a razão, que força os empreiteiros a abandonar as obras.

 

 

A situação financeira, que o país atravessa, ditou uma série de cortes no orçamento anual, facto, que causou a paralisação dos projectos de construção, que já estavam em curso.

 

 

Segundo apuramos, as obras estão paralisadas há cerca de três anos e ainda não há luz no fundo do túnel, para a sua conclusão.

 

 

A fonte explicou que existe uma orientação, para não avançar com novos projectos de construção, antes de concluir as obras, que já se encontram paralisadas”.

 

 

A residência oficial do administrador foi adjudicada à empresa Lupa Construções, o Palácio de Casamentos à Construções ANI e o edifício da Educação, Juventude e Tecnologias está na responsabilidade do empreiteiro Felix Empreendimentos.

 

 

O nosso entrevistado deu a conhecer, que todos os contractos financeiros estão desactualizados, em função da dinâmica do mercado nacional e internacional e o que vai acontecer é que serão reajustados, tendo em conta a realidade actual.

 

 

 

 

 

 

 

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A população de Nipepe solicitou ontem ao Presidente da República, Filipe Nyusi, a rápida mobilização de recursos para a construção de uma ponte sobre o rio Lúrio ligando as províncias do Niassa e Nampula para dinamizar o desenvolvimento social e económico das duas regiões, facilitando a troca de produtos agrícolas.

O pedido foi manifestado no comício que marcou o início da visita do Chefe do Estado ao Niassa, que será marcada por escalas a empreendimentos económicos e encontros com a população e actores do sector agrário visando o balanço das actividades implementadas durante o quinquénio prestes a findar.

O rio Lúrio faz uma longa linha de fronteira entre as províncias do Niassa e Nampula mas é precisamente na ligação dos distritos de Nipepe e Lalaua que uma infra-estrutura para facilitar a travessia de forma livre e segura de pessoas e seus bens faz muita falta, de acordo com as comunidades locais.

Aliás, a mesma preocupação foi apresentada recentemente pela população de Lalaua, em Nampula, aquando da visita do Presidente da República a este ponto do país.

A população de Nipepe frisou que no período chuvoso a travessia é quase impossível, porquanto as canoas não suportam as fortes correntes, havendo perda de vidas por afogamento e por ataques de crocodilos e hipopótamos.

A expansão das redes eléctrica, sanitária, vias de acesso, construção de uma escola secundária do segundo grau e abertura de novas fontes para o abastecimento de água potável figuram igualmente como outros desafios colocados pelos habitantes de Nipepe. 

A propósito, o Chefe do Estado afirmou serem projectos que estão em manga, contudo ainda não foram implementados devido à conjuntura que marcou o início da sua governação, com realce para as calamidades naturais, que desviaram o dinheiro que podia ser usado para a construção de infra-estruturas sociais, para além do contexto macroeconómico que não foi favorável.

Noutro desenvolvimento, apelou à população para que não se deixe manipular com falsas promessas de emprego em Cabo Delgado, porque as empresas que exploram hidrocarbonetos e recursos minerais recrutam mão-de-obra divulgando as oportunidades através dos mecanismos legais existentes.

Apontou que as pessoas que aceitam a manipulação correm o risco de engrossar as fileiras dos malfeitores que aterrorizam a população de alguns distritos de Cabo Delgado.

“Para evitar essa situação devem redobrar a vigilância e denunciar os implicados no recrutamento ilegal”, apelou.

Depois de visitar o distrito de Nipepe, com cerca de 44 mil habitantes e que dista 577 quilómetros de Lichinga, a capital provincial, hoje o Chefe do Estado deverá escalar Chimbunila, onde vai inaugurar um sistema de abastecimento de água no posto administrativo de Mussa, com capacidade para satisfazer cerca de cinco mil consumidores.

No mesmo distrito vai entregar uma unidade móvel de carpintaria e visitar a feira económica local, dialogar com a população do distrito e no fim vai orientar a sessão extraordinária do Governo Provincial alargada aos administradores distritais e convidados.

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As obras de reabilitação de emergência das estradas danificadas pelo ciclone tropical Idai em meados de Março último nas províncias de Sofala, Zambézia, Tete e Manica iniciam no próximo mês de Agosto.

O facto foi anunciado ontem na cidade da Beira pelo vice-ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Victor Tauacale, no encerramento do V Conselho Coordenador do sector.

Tauacale não entrou em detalhes sobre o trabalho preparatório, que vai culminar com as intervenções das estradas da zona centro, nalgumas das quais a circulação foi reposta através de vias alternativas e desvios em terra batida.

Referindo-se ao balanço do Plano Económico e Social do ano em curso, a reunião concluiu, segundo Tauacale, que o desempenho do sector no primeiro semestre é satisfatório, não obstante as adversidades atmosféricas ocorridas no início do ano.

O pelouro deverá continuar, entretanto, a mobilizar fundos e estabelecer parcerias público-privadas para a reabilitação e/ou construção de barragens multiuso e reservatórios escavados para o abastecimento de água, irrigação e produção de energia eléctrica e ainda promover a construção massiva de casas, através da infra-estruturação da terra e disponibilização de projectos-tipo.

Relativamente ao programa Habita Moçambique, o Conselho Coordenador recomendou a sua adopção, dado que o mesmo aponta caminhos que vislumbram potenciais soluções para o sector de habitação no país.

No entanto, observou que na partilha de informação sobre a reconstrução chama atenção para a necessidade de observância da qualidade das obras a serem executadas no processo.

“Na partilha de informação sobre a reconstrução pós-ciclone, afloramos a problemática da qualidade das obras, tendo se concluído que o Laboratório de Engenharia de Moçambique deve ser proactivo e actuante no controlo da qualidade dos materiais, acção que deve ser complementada pela actuação da Inspecção Geral de Obras Públicas e de todos nós”, considerou.

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O governo do distrito de Magude, na província de Maputo, trabalha com os criadores de gado de forma a consciencializá-los para encararem a sua actividade como fonte de renda e geração de riqueza.

 Neste sentido, o governo está a desenvolver iniciativas para a melhoria da espécie e doptar os criadores de capacidade para que olhem o seu gado não apenas como animais de estimação, segundo a Rádio Moçambique.

 

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A CIRCULAÇÃO de veículos no período nocturno,na Estrada Nacional Número Um, poderá ser condicionada no distrito da Manhiça, província de Maputo, caso prevaleça o nevoeiro intenso que se regista nalguns troços neste Inverno. Leia mais

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