Director: Lázaro Manhiça

OS parceiros de cooperação para o desenvolvimento anunciaram que os vários países e agências representados em Moçambique planificaram várias iniciativas avaliadas em cerca de 667 milhões de dólares, para apoiar nas acções em curso de prevenção e combate à doença respiratória da Covid-19.

O valor inclui alguns desembolsos que poderão ser adicionados durante o ano corrente.

O facto foi anunciado durante o 2º Fórum de Cooperação para o Desenvolvimento, que teve lugar sexta-feira, em Maputo, e reuniu parceiros de cooperação e o Governo moçambicano.

Um comunicado de imprensa da delegação da União Europeia em Moçambique refere que o encontro tinha como objectivo discutir questões relacionadas com a pandemia, incluindo o impacto macroeconómico e social da doença no país, protecção social e medidas de mitigação.

Os parceiros de cooperação salientaram a necessidade de coordenação entre os diferentes poderes e instituições na gestão da pandemia.

“O Governo de Moçambique agradeceu o apoio que os parceiros de cooperação têm prestado ao país, no combate à pandemia, e expressou a sua intenção de utilizar os recursos recebidos de forma eficiente, responsável e transparente”, lê-se no comunicado.

No encontro, o Executivo reiterou a revisão em baixa da previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de 4 por cento, para 2,2 por cento, antevendo que esta contracção venha a ter um efeito severo sobre as contas nacionais.

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CONFISSÕES religiosas, sociedade civil e a população, em geral, vão nos próximos 45 dias participar da auscultação pública sobre a proposta de lei de liberdade religiosa e de culto, na sequência da necessidade de estabelecer um quadro jurídico específico sobre a matéria, consagrada na Constituição da República de Moçambique. LEIA MAIS

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A INSPECÇÃO Geral das Obras Públicas (IGOP) é instada a intervir com rigor e isenção na licitação de empreiteiros, para garantir que as infra-estruturas do Estado estejam dentro dos padrões de qualidade. O desafio foi lançado pelo ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Machatine, ao novo inspector geral das obras públicas, Carlos Bonete Martinho. Leia mais

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Jovens moçambicanos lançaram uma campanha para angariar apoios para a população deslocada por causa dos ataques terroristas em Cabo Delgado, disse ontem à Lusa um dos membros do Movimento Activista Moçambique (MAM).

“A situação tende a piorar e isto nos preocupa, por isso desenvolvemos a campanha e criámos uma central de apoio para colectar donativos”, disse Mauro Tsandzane, coordenador da ação.

As Nações Unidas estimam que haja 211 mil deslocados, num conflito classificado pelo Estado e parceiros internacionais como uma ameaça terrorista.

Em dois anos e meio de conflito estima-se que já tenham morrido, no mínimo, 600 pessoas.

Sob o lema “Cabo Delgado também é Moçambique”, a campanha, que decorre nas redes sociais, foi lançada na segunda-feira e vai ter a duração de três dias, nos quais se “apela à solidariedade nacional e internacional a favor dos deslocados”.

A campanha é feita através das plataformas Facebook, Instagram e Whatsapp, nas quais os jovens trocam as suas fotos de perfil pelo mapa da província, sobre o qual está escrito o lema.

É feita também a partilha de vídeos e fotos de panfletos com o lema da acção numa iniciativa que já abrange igualmente estudantes moçambicanos no estrangeiro.

“As pessoas estão a apoiar e, acima de tudo, a ganhar maior consciência sobre o que realmente se passa em Cabo Delgado”, referiu Tsandzane.

As doações em dinheiro são feitas através de transferências bancárias e os produtos alimentares e roupas são recolhidos nas províncias de Nampula e Cabo Delgado.

“Não tem sido fácil, porque alguns dos nossos activistas que são do Norte e vivem a situação de perto têm tido medo de entregar os donativos”, desabafou Mauro Tsandzane.

Apesar das dificuldades, o coordenador faz um balanço positivo dos dois dias da campanha e avançou que já se estão a desenvolver debates para que se redija um documento da juventude sobre a situação de Cabo Delgado, com vista a “apelar ao Governo a tomar uma posição mais interventiva para resolver o conflito naquela província”, concluiu.

A coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique pediu no dia 4 um total de 35 milhões de dólares à comunidade internacional para apoiar os deslocados pelos ataques armados em Cabo Delgado.

"A população está completamente exausta e em desesperada necessidade de humanidade e solidariedade”, referiu Myrta Kaulard.

O Plano de Resposta Rápida para Cabo Delgado para ser aplicado de maio a Dezembro "vai dar prioridade às necessidades urgentes daqueles que foram afectados pelo aumento da violência", segundo o comunicado nas Nações Unidas.

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A LINHA de transporte de energia eléctrica que liga Lionde, no Chókwè, e Mapai, na província de Gaza, está a ser vandalizada, colocando-a em risco de colapso, em prejuízo de milhares de consumidores às escuras. Ainda não se sabe ao certo quantas torres foram afectadas pelo roubo de cantoneiras, uma vez que os relatórios das equipas técnicas de inspecção estão a ser harmonizados, mas já se apurou danos graves na zona entre Lionde e o cruzamento para a central termoeléctrica de Kuvaninga, junto à sede do distrito de Mabalane e nas imediações de Mapai, onde a linha termina, de acordo com o director de Transmissão Sul na Electricidade de Moçambique (EDM). Leia mais

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