Director: Lázaro Manhiça

OS moçambicanos têm estado a consolidar, cada vez mais, o espírito de solidariedade, criando uma teia de esforços diversificados, a todos os níveis, para que o país esteja à altura de responder a situações de emergência. O reconhecimento foi feito ontem, em Maputo, pela esposa do Presidente da República, Isaura Ferrão Nyusi, na cerimónia de entrega de donativos, no âmbito do movimento “Juntos Venceremos a Covid-19”. Leia mais

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Mais uma criança, de seis anos de idade, morreu vítima da Covid-19 no distrito de Mogovolas, província de Nampula, anunciou Rosa Marlene, directora Nacional de Saúde Pública. Nas últimas 24 horas houve o registo de 29 novas infecções pelo novo coronavírus, o que eleva para 638 infectados no país. Mais detalhes nas próximas horas. Comments

A DIRECTORA nacional do Trabalho, Marta Maté, defende a necessidade de contínuo apoio às famílias mais necessitadas, como uma das medidas para erradicar e/ou reduzir o trabalho infantil no pais.

Dados avançados, recentemente, pela responsável no Ministério do Trabalho e Segurança Social referem que pelo menos 600 mil famílias têm vindo a receber apoio do Governo e de organizações não-governamentais, desde 2017, no âmbito da implementação do Plano de Acção para o Combate às Piores Formas do Trabalho Infantil em Moçambique.

O instrumento, que cobre o período entre 2017 e 2022, propõe-se a erradicar as piores formas de trabalho infantil, atacando um dos principais motivos que levam as crianças a trabalharem: a fome.

Acredita-se que enquanto as crianças tiverem algo para o sustento nas famílias, dificilmente retornarão ou recorrerão ao trabalho.

Paralelamente ao apoio aos agregados familiares, o Governo e parceiros têm vindo a assegurar refeições escolares às crianças, como um estímulo para se manterem na escola.

Todavia, apesar deste apoio, Maté disse ser preciso muito mais, dado que o fenómeno de trabalho infantil continua a verificar-se no país e com consequências perigosas para o futuro das crianças, como o abandono à escola.

“Como é que se atacam estas causas? Primeiro, é preciso empoderar às famílias. Há necessidade de apoiar a renda das famílias, apoiar as crianças chefes de agregados familiares; segundo, é preciso ter e manter as crianças na escola, e em terceiro, campanhas de sensibilização”, apontou, citado pela AIM.

De acordo com a fonte, cerca de 60 por cento das metas definidas no plano já foram cumpridas. Manifestou satisfação pelos resultados alcançados, no segundo ano de implementação do plano, de cinco anos.

O grande desafio, segundo Maté, é a consciencialização das famílias e desmistificação de certos aspectos culturais.

Dados estatísticos do Ministério do Trabalho e Segurança Social revelam que mais de 1,2 milhão de crianças trabalhavam, até 2019, em Moçambique.

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O INSTITUTO Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), entidade reguladora do sector, acaba de criar a Unidade de Controlo de Tráfego de Telecomunicações (UCTT), anunciou ontem em comunicado aquele organismo.

Além de ter sob sua responsabilidade o controlo do tráfego de telecomunicações, a UCTT fará a gestão do registo dos cartões de telemóvel e protecção e segurança de redes de telecomunicações.

"A UCTT vai gerir e manter actualizado o registo de subscritores de serviços de telecomunicações e manter actualizadas as soluções que visam a melhoria constante da qualidade de dados de registo de subscritores, em coordenação com os operadores", lê-se no comunicado.

A nova entidade irá monitorar as comunicações nas redes dos operadores, garantir a protecção de dados dos utilizadores de telecomunicações e actuar, sempre que necessário, na protecção das redes de telecomunicações contra eventuais ataques cibernéticos a interesses e infra-estruturas críticas nacionais.

A unidade vai, igualmente, monitorar, auditar e fiscalizar o cumprimento do previsto nos Regulamentos de Registos e Activação dos Módulos de Identificação do Subscritor do Serviço de Telefonia Móvel (Cartões SIM), de segurança de redes de telecomunicações e de controlo de tráfego de telecomunicações.

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AS AUTORIDADES sanitárias queixam-se da tendência decrescente que se regista, nos últimos anos, do número de dadores voluntários de sangue no país .

A preocupação foi expressa pela vice-ministra da Saúde, Lídia Cardoso, que falava no âmbito da passagem do Dia Mundial do Dador de Sangue, que se assinalou domingo, no mundo inteiro.

“Apesar dos notáveis progressos alcançados, nos últimos anos, pelo Serviço Nacional de Sangue, com o aumento dos bancos de sangue ao nível das unidades sanitárias no nosso país, o número de dadores voluntários tem vindo a decrescer, sendo que nos últimos três anos, apenas 48 por cento dos dadores foram voluntários”, disse Lídia Cardoso, citada pela AIM.

A propagação no mundo inteiro do novo coronavirus é apontada como outro factor que justifica a redução, no corrente ano, por condicionar a mobilidade dos cidadãos.

“Este ano celebramos o Dia Mundial do Dador de Sangue, num momento particularmente preocupante. A pandemia da Covid-19 tem estado a criar desafios adicionais ao Sistema Nacional de Saúde e o Serviço Nacional de Sangue. Temos estado a registar uma redução no número das doações de sangue, um pouco por todas as unidades sanitárias no país e na sede do Serviço Nacional de Sangue”, afirmou.

No primeiro semestre de 2019, foram colhidas 58 unidades de sangue, contra 49 em igual período em 2020.

A transfusão de sangue desempenha um papel essencial, no salvamento de vidas, em todas as áreas dos cuidados de saúde, particularmente nos casos de hemorragia, durante ou pós-parto.

Por isso, a dirigente defende que “a disponibilização de sangue deve ser considerada como parte integrante dos esforços nacionais para diminuir a morbidade e mortalidade da população moçambicana e melhorar a sua qualidade de vida. O país deve estar preparado para cobrir a demanda de sangue em quantidade e qualidade.

Só através das doações de sangue, indicou, será possível garantir o acesso a sangue e produtos sanguíneos seguros e de qualidade, em qualquer situação, nas unidades sanitárias.

Destacou o contributo que as organizações religiosas, sociedade civil e, sobretudo, as instituições públicas e privadas de ensino têm estado a dar, para que os centros de saúde e hospitais tenham sangue para suprir as suas necessidades.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a colheita de sangue através de dádivas voluntárias provou ser a fonte mais segura, eficaz e eficiente em relação a dádivas provenientes de familiares.

O Dia Mundial do Dador de Sangue foi criado por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2005, em homenagem ao biólogo e médico austríaco que descobriu os grupos sanguíneos A,B e O e o factor Rhesus, permitindo a transfusão de sangue sem pôr em risco a vida dos pacientes.

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