Director: Júlio Manjate

Um cidadão de origem chinesa encontra-se em quarentena domiciliária, desde sábado, no distrito de Inhassoro, província de Inhambane, suspeito de estar infectado pelo coronavírus.

O indivíduo esteve na China, no passado dia 20 de Fevereiro, e foi rastreado pelas autoridades no Aeroporto de Vilankulo, apesar de não apresentar sintomas de doença respiratória.

A médica chefe provincial, Sónia Mahesse, disse hoje (25), no final de uma simulação do rastreio do Covid-19, no aeródromo da cidade de Inhambane, que o sector de saúde continua em prontidão sobre qualquer eventualidade de eclosão da doença.

“O cidadão chinês em quarentena não tem nenhum sintoma, nem sinal de doença respiratória, uma equipa de saúde tem feito visitas regularmente, para fazer o acompanhamento, como medida de prevenção contra o surto do coronavírus, explicou Sónia Mahesse, acrescentando, que passado 14 dias sem desenvolver nenhuma sintomatologia ele poderá estar a vontade de realizar as suas actividades.

As autoridades da saúde, em Inhambane, dizem ter tomado esta medida como precaução, e acrescentam estarem criadas as condições para o rastreio de casos da doença nos Aeroportos de Vilankulo e cidade de Inhambane.

Até ao momento, as autoridades dizem terem rastreado mais de 450 indivíduos provenientes da Ásia, Europa e América.

(Notícias/RM)

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Pelo menos 800 pessoas, das 24 mil rastreadas, foram recomendadas a permanecer em quarentena no país como medida preventiva contra o coronavírus (COVID-19).

Segundo escreve a AIM, o número de cidadãos, entre nacionais e estrangeiros, em quarentena é cumulativo, desde que eclodiu a doença, diagnosticada pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan.

Os dados foram tornados públicos sexta-feira, em Chimoio, pelo ministro da Saúde, Armindo Tiago, após visitar o hospital provincial.

Na ocasião, o governante afirmou que os cidadãos em questão não contraíram a doença, porém foi preciso passarem por um isolamento para o controlo do seu estado de saúde, depois de terem passado por alguma observação feita em alguns pontos de entrada no país, sobretudo nos aeroportos e fronteiras.

“Eles não têm a doença. São pessoas que vieram de países onde já temos registo de alguns casos da doença. Queremos esclarecer que as informações que circulam sobre casos de coronavírus no país são falsas. Há um controlo cerrado nos pontos de entrada para identificarmos qualquer caso da doença” , explicou Armindo Tiago, citado pela AIM. 

O ministro da Saúde disse ter saído do hospital provincial satisfeito pela forma como os profissionais do sector tem se esforçado para garantir melhor assistência à população.

Embora tenha constatado alguns problemas relacionados com a falta de equipamento e outro material de trabalho, sobretudo no serviço de cuidados intensivos, Armindo Tiago assegurou que o ministério vai alocar mais meios àquela que é a maior unidade sanitária da província de Manica.

“'Saímos deste hospital com sentimento de alegria porque vimos que há muito trabalho. Notamos que há falta de algum material, mas dentro de dias o problema será resolvido. Uma equipa do ministério estará aqui na próxima semana para resolver o problema”, acrescentou.

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O Tribunal Judicial da Província de Cabo Delgado condenou, na última quarta-feira (19), três pessoas a 12 anos de prisão, cada, por caça ilegal de animais numa área de conservação

“A pena foi merecida e é uma decisão que desencoraja os inimigos da biodiversidade e todos os que um dia pretendam dizimar animais”, disse à Lusa, Agostinho Sithole, advogado da Reserva Nacional do Niassa.

Os fiscais da reserva do Niassa  detiveram os três caçadores furtivos em Setembro de 2018, num acampamento que servia de armazém para produtos de caça, na zona de Nakaka.

A equipa de fiscais encontrou 52 quilos de carne fumada de diferentes animais, uma cabeça de javali, oito cabeças de cabrito do mato e uma cauda de zebra.

Os caçadores tinham ainda 33 armadilhas mecânicas, das quais seis de cabo de aço para animais de grande porte, 27 de fibra sintética para animais de pequeno porte, uma motorizada, três bicicletas, duas catanas, farinha de milho e panelas.

Cada um dos três homens foi punido com uma pena de 12 anos de prisão, o mínimo para o crime cometido, segundo o advogado da reserva.

“A caça tem de ser permitida pelas autoridades competentes, mais ainda naquela reserva”, referiu Geraldo Patrício, juiz da causa.

A caça furtiva  tem sido uma grave ameaça à vida selvagem no país e reduziu drasticamente algumas espécies, segundo dados oficiais.

A Reserva Nacional do Niassa, criada em 1960, é a maior área protegida do país, com uma extensão de 42 400 quilómetros quadrados.

(Notícias/Lusa)

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