Director: Júlio Manjate

Cerca de oito mil produtores moçambicanos estão envolvidos na prática da aquacultura de pequena escala, incluindo unidades, que desenvolvem a actividade em moldes comerciais.
Nas regiões situadas no interior do país, a actividade tem contribuído, sobremaneira, para superar o défice alimentar das populações, além de gerar renda e postos de emprego.
Dados a que o “domingo” teve acesso apontam que até o ano passado havia uma produção global de pouco mais de três mil toneladas, contra cerca de 600 toneladas, que constituam a média registada na última década.
Ainda no que se refere ao desenvolvimento da aquacultura de pequena escala, a província de Inhambane é a que mais se destaca, com diversos produtores empenhados na produção destinada ao auto-sustento.
Em termos de desenvolvimento da actividade em moldes comerciais, salientam-se unidades como a “Aquapesca”, que faz a produção de camarão na Zambézia, centro do país. Quanto à produção de peixe destacam-se a “Chicoa Fish Farm” e a “Poelela”, cujos índices de produção, se apresentam em grande escala.
A “Aquapesca”, cuja base de intervenção está na Albufeira de Cahora Bassa, na província central de Tete, exporta grande parte da sua produção aos países vizinhos, designadamente, Zimbabwe, Malawi e a Zâmbia, tendo o ano passado colhido uma média de 100 toneladas.

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