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Categoria: Ciência, Tecnologia e Ambiente
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Moçambique submeteu à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este mês, o relatório nacional anual sobre o estado de conservação da Ilha de Moçambique, sítio de património mundial da humanidade.

A informação foi avançada há dias por Cláudio Zunguene, chefe do Departamento de Protecção Arquitectónica, Histórica e Arqueológica do Gabinete de Conservação da Ilha de Moçambique (GACIM).

O documento está completo e foi enviado dentro das datas previstas aos responsáveis do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS), um dos órgãos da UNESCO que cuida de matérias relativas ao património.

Zunguene garantiu ao “Notícias” que o relatório já está concluído há mais de um mês. Mas não tinha sido submetido porque ainda pretendia-se inculcar as conclusões do seminário sobre a participação comunitária nos processos de gestão e monitoria da Ilha de Moçambique, que decorreu recentemente naquela região insular.

“Uma das formas que um Estado-membro tem para demonstrar a sua seriedade e compromisso para com os assuntos da UNESCO é cumprir com os prazos. E nós concluímos o relatório, por isso, não há risco de Moçambique não submeter o seu relatório”, garantiu.

Esta acção responde a uma das decisões deste organismo das Nações Unidas, que fez recomendações sobre a monitoria reactiva, realizada em 2018, na qual Moçambique solicitou uma avaliação da gestão do património.