Director: Lázaro Manhiça

PROFISSIONAIS de saúde materna e infantil (SMI) e os que cuidam de pacientes seropositivos, na cidade de Maputo, estão a ser capacitados em matérias de rastreio do cancro do colo do útero e da mama, com vista a garantir o diagnóstico precoce da doença e o seu tratamento.

Segundo a vereadora da Saúde e Acção Social no Conselho Municipal da cidade de Maputo (CMCM), Alice de Abreu, que falava na manhã de hoje(16), na cerimónia de lançamento do mês do cancro, denominado “Outubro Rosa”, o número de mulheres rastreadas na capital do país reduziu de 59%, no primeiro semestre de 2019 para 50%, no período homólogo deste ano, devido a pandemia da Covid-19.

De Abreu referiu que o programa Controlo para a Prevenção do Cancro do Colo Uterino e da Mama (CACUM), através da Inspecção com o uso de Ácido Acético (VIA), em curso desde 2009, permitiu o crescimento de número de mulheres rastreadasem uma década.

“Houve uma evolução do rastreio, de 84900, em 2009, para um milhão de mulheres em idade fértil examinadas(actualmente)”, disse.

A vereadora da Saúde e Acção Social afirmou que se pretende rastrear 17% do total de mulheres examinadas na última década.

Lúcia Comiche, esposa do presidente do CMCM, Eneas Comiche, instou as mulheres a manterem-se alertas aos sinais do corpo.

“O cancro de mama, por exemplo, pode ser hereditário. Por isso, as mulheres com histórico de cancrona família devem se submeter ao rastreio muito antes dos 30 anos”, disse Comiche.

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