Director: Júlio Manjate

O Vice-ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Henriques Bongece, instou, hoje,  na cidade da Matola, os técnicos e funcionários do sector das Pescas a envidar  esforços no sentido de garantir que a baía de Maputo produza uma grande quantidade de peixe e de boa qualidade.

Para o efeito, o vice-ministro disse que é preciso que o sector se organize, trace estratégias e prazos de execução de seus  planos.

Explicou que a primeira fase passa pela restauração dos mangais, local onde decorre a reprodução das espécies marinhas, como camarão, peixe, caranguejo e muitas outras.

Bongece alertou também sobre o cumprimento do período de veda para permitir a reprodução de mariscos e implementação de uma fiscalização cerrada e contínua para garantir a observância das medidas tomadas.

Referiu que o sector deve ser coerente na implementação de seus planos, sobretudo no que tange ao período de veda, clarificando que os prazos devem ser cumpridos e sem negociação e  orientou os profissionais a criar mecanismos para licenciar todos os pecadores, barcos e artes de pesca para melhor controlo e planificação.

“Criadas todas estas condições e seguindo com zelo e fidelidade a execução dos planos, sem dúvidas que  a cidade e província de Maputo terão grande quantidade de peixe e de boa qualidade” - disse Bongece durante uma sessão extraordinária com os membros da direcção das Pescas, no âmbito de uma visita de trabalho de cinco dias à cidade e província de Maputo, destinada a  avaliar o nível de implementação do Plano Quinquenal do Governo (2015-2019) e grau do cumprimento do Plano Económico e Social (PES-19).

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O PERFIL dos infectados pelo novo coronavírus no país aponta para uma maior incidência da doença na população jovem, facto que o Instituto Nacional de Saúde (INS) associa à grande mobilidade que caracteriza esta faixa etária.

“Os jovens fazem parte da população economicamente activa e por isso têm deslocações frequentesmas,se a pandemia explodir no país, há o risco de os idosos e doentes crónicos começarem a aparecer no perfil dos infectados”, alerta Sérgio Chicumbe, do INS.

Enquanto isso, de terça para quarta-feira, foram diagnosticados três novos casos positivos, confirmando-se a tendência de maior incidência entre a população jovem.  Segundo a directora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, os três doentes têm 29, 34 e 40 anos de idade, respectivamente.

Destes, segundo a fonte, dois são repatriados da África do Sul, que recentemente estiveram no centro transitório de Maguaza, no distrito da Moamba, província de Maputo.

Com esta actualização, subiu para 107 o número de casos positivos. No mesmo período, mais um paciente recuperou da doença, aumentando para 35 o total de recuperados. Trata-se do caso 14, residente na cidade de Maputo, que esteve em regime de quarentena domiciliar.

Estes diagnósticos foram confirmados a partir da análise de 359 amostras colhidas em nas províncias de Cabo Delgado, Tete, Sofala, Inhambane, província de Maputo e cidade de Maputo.

Para a directora nacional de Saúde Pública, a progressão do número de infectados também denuncia o incumprimento das medidas de prevenção, apesar da sua ampla divulgação,numa altura em que vigora o estado de emergência.

Rosa Marlene apontou situações como o aumento da circulação de pessoas e viaturas, focos de aglomerados populacionais,o que reflecte a inobservância do distanciamento social.

Dentro destas práticas anómalas,também se inscrevem os cidadãos que vão àrua para fazer exercícios físicos sem máscaras e sem obedecer ao distanciamento recomendado.

 

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ESTUDOS de peritos constataram que a maioria das pessoas que compram medicamentos nas farmácias não sabe que 85por cento deles foram produzidos pelas indústrias farmacêuticas a partir de plantas medicinais tão abundantes em vários pontos dos seus próprios países, como a nkakana ou cacana, malambe e calumba. Leia mais

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A BRAVURA e dedicação dos fiscais na preservação da biodiversidade, nas áreas de conservação do país, passará a ser premida anualmente, através de um fundo criado pelo conservacionista Carlos Lopes Pereira, em parceria com a Fundação para a Conservação da Biodiversidade (Biofund). Leia mais

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Um lote de 100 mil testes do novo coronavírus deverá chegar a Moçambique até Junho próximo, tornando possível a descentralização dos exames para as outras províncias.

Parte do lote tem exames (PCR) que, actualmente, são processados nos equipamentos disponíveis no laboratório de referência do Instituto Nacional de Saúde (INS), localizado no distrito de Marracuene, província de Maputo. A outra é de outro tipo de reagente que poderá ser usado em máquinas (GeneXpert) instaladas em várias unidades sanitárias do país e que, actualmente, são utilizadas para fazer o diagnóstico da tuberculose.

Ilesh Jani, director-geral do INS, explica que os aparelhos GeneXpert têm a vantagem de ser de uso fácil e estarem disponíveis em todas as províncias, embora tenham capacidade de processar poucas amostras por dia.

Todavia, avança que o somatório das unidades com máquinas vai permitir uma descentralização mais efectiva,  resposta mais rápida e um maior controlo da pandemia no país.

Reconheceu, contudo, que o processo de procura dos reagentes para o GeneXpert não é rápido, tendo em conta que o fabricante iniciou, recentemente, a comercialização dos reagentes para estes aparelhos e há uma grande procura por vários países.

“Nós (Moçambique) estamos na fila e o processo pode levar algumas semanas. O processo foi iniciado há mais de um mês e portanto, nós esperamos que até Junho possamos receber esses testes que irão nos ajudar a descentralizar a testagem. Até lá os testes continuarão a ser realizados no INS, em Maputo, utilizando também amostras provenientes de todas as províncias”, disse Ilesh Jani.

Entretanto, falando esta quinta-feira na actual sessão de actualização da informação sobre a Covid-19 no país e no mundo, Sérgio Chicumbe, director nacional para a área de Inquérito e Observação da Saúde, no INS, referiu que a descentralização não implica a falta de capacidade de testagem do laboratório de referência, pois, actualmente, pode processar cerca de 600 amostras por dia, capacidade que ainda não foi alcançada.

Avançou que a ideia inclui ainda a instalação de outros laboratórios para processar em PCR nas zonas centro e norte, estando em processo avançado o que está a ser estabelecido na província de Nampula.

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