Director: Júlio Manjate

A Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane (ECA-UEM) realiza, a partir da manhã de quarta-feira dia 13, no Camões - Centro Cultural Português em Maputo, a3ªEdição do Colóquio Comunicação, Informação e Artes na Era Digital em Moçambique.

Segundo um comunicado que o Notícias Online teve acesso, o evento está inserido na plataforma de extensão universitária, ECArte-Comunicação, Arte e Sociedade e vai reflectir sobre- “O Próximo Futuro da Formação em Marketing em Moçambique: Desafios da Contemporaneidade”.

No colóquio, a ECA-UEM pretende promover debates sobre processos socioculturais, económicos e político globais e locais, que influenciam a formação em Marketing no país, em particular o enquadramento formativo da Escola de Comunicação e Artes da UEM no mercado do emprego no sector do Marketing e relações públicas, tomando em conta a sociedade de informação que a Era Digital nos proporciona e as expectativas que o mercado empregador demanda dos futuros profissionais neste campo do saber.

Neste colóquio será também objecto de reflexão os recursos digitais enquanto vectores fundamentais nos processos contemporâneos de criação, inovação, gestão e de relacionamento entre os vários actores sociais, numa articulação directa entre os provedores de serviços, consumidores e níveis de satisfação dos consumidores finais, bem como, o modo com as instituições de formação neste domínio constituem um pilar importante no desenvolvimento de competências neste campo. As linhas de reflexão do colóquio seguem algumas linhas de questionamento a saber: quais as expectativas do mercado em relação aos novos marketeers, que a academia coloca à sua disposição? Qual deve ser o posicionamento das instituições de formação perante os desafios actuais e futuros neste sector?

O resultado das contribuições que sairão deste colóquio vão servir para inicio do processo de reforma do curso de licenciatura em Marketing e Relações Públicas, de modo que o mesmo possa adequar-se às dinâmicas actuais e futuras, num momento em que a era digital que a sociedade da informação nos exige.

O colóquio é aberto à comunidade académica em geral, agentes económicos públicos e privados, que operam neste campo.

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A província de Maputo registou este ano uma redução de morte de pessoas vítimas de malária, na ordem de 14%, em resultado do trabalho levado a cabo pelas autoridades sanitárias com vista ao combate e prevenção da doença.

Os dados sanitários indicam que durante os noves meses do presente ano, foram notificados 41.840 casos de malária, que resultaram em oito mortos, contra 48.907casos, com 19 mortos, do igual período de 2018.

 A informação foi tornada pública ontem, pelo governador da província, Raimundo Diomba, durante a cerimónia de lançamento da “Campanha de Pulverização Intra-domiciliária 2019-2020”.

O governador referiu na ocasião que a campanha de pulverização intra-domiciliária, constitui um dos programas do Governo e espelha o comprometimento em eliminar o mosquito, principal vector da malária, uma das doenças responsáveis pelo crescente internamento nas enfermarias de unidades sanitárias no país.

A fonte disse que apesar do decréscimo do número de casos diagnosticados com malária, a província de Maputo continua a apresentar-se numa situação preocupante, por isso exige-se o engajamento de todos para eliminação da doença.

Diomba explicou que a malária é a quarta causa de mortalidade, depois do HIV-SIDA, Malnutrição e Pneumonia, constituindo dessa forma, umentrave ao desenvolvimento, na medida em que contribui para elevadas perdas económicas, altas taxas de absentismo laboral e escolar, fraca produtividade agrícola, bem como em todos os esforços colectivos, de garantir o bem-estar da nossa população.

Apelou a todos para permitirem aos agentes de saúde a efectuarem a pulverização nas residências para o bem dos próprios residentes e garantiu que o insecticida usado é eficaz e foi comprovado em laboratórios.

Perante a época chuvosa que se avizinha, Diomba pediu a observância por parte da população, sobre os cuidados transmitidos pelos agentes de saúde, porque segundo alega, é só com uma articulação perfeita que se atinge aos resultados desejados.

FAMÍLIAS RECUSAM PULVERIZAÇÃO INTRADOMICILIÁRIA

Algumas famílias dos municípios da Matola e Boane, na província de Maputo, têm estado a recusarem a pulverização intra-domiciliária, o que inquieta as autoridades sanitárias desta região do sul de Moçambique.

Falando ontem, na Matola, durante a cerimónia de lançamento da campanha de pulverização intra-domiciliária nos municípios da Matola e de Boane, a directora provincial da Saúde, Iolanda Santos, afirmou que o sector está perante um desafio.

“Temos um desafio muito grande, que são recusas. Matola tem tido problemas de recusa especialmente nesta área da Matola-A. Daí que nós viemos cá para Sua Excelência (governador da província de Maputo, Raimundo Diomba) estimular os moradores do bairro da Matola-A para aderirem a campanha de pulverização porque nós queremos eliminar a malária nesta província”, disse Iolanda Santos, citada ontem pela Rádio Moçambique, emissora pública nacional.

Perante a situação, o governador da província de Maputo apela aos cidadãos a colaborarem com as autoridades no combate ao mosquito causador da malária.

“Devemos todos nos engajar na eliminação da malária. É possível. E, o futuro depende de cada um de nós, e de como é que nós agimos em relação a malária. Pulverizar não custa nada. Faz-se em pouco tempo. Nem leva 30 minutos. Quando sair fica pouco tempo também a espera do efeito dos medicamentos para não prejudicar a ninguém. E para depois voltar a viver normalmente na sua residência, com mais segurança”, disse Diomba.

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O director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) disse, ontem, à Lusa que a instituição enfrenta o desafio de capacitar o seu pessoal para as novas tecnologias usadas no sector, visando prestar um serviço com “credibilidade”.

“Apostamos em criar capacidade técnica dos meteorologistas, de maneira a saber interpretar aquilo que os equipamentos mostram”, declarou Adérito Aramuge, falando à margem de um seminário sobre “mudanças climáticas” que decorre desde ontem e termina hoje, sexta-feira, em Maputo.

Adérito Aramuge enfatizou que o INAM pode ter um sistema de previsão meteorológico altamente equipado, mas será inútil se os seus técnicos não forem capazes de o operar, pelo que a melhoria da qualidade dos meteorologistas moçambicanos é fundamental para uma previsão do tempo eficiente e de forma a tornar o INAM credível, acrescentou.

“Temos dois grandes pilares: trazer a visibilidade para a instituição e trazer a credibilidade”, frisou Amaruge.

Para se tornar mais relevante para a sociedade, prosseguiu, a instituição quer direccionar os seus recursos humanos e materiais na pesquisa sobre as mudanças climáticas em Moçambique, tendo iniciado esse trabalho, mas de forma ainda incipiente.

O director-geral do INAM assinalou que a passagem dos ciclones Idai e Kenneth, em Março e Abril deste ano, colocou a urgência de apostar numa previsão meteorológica com maior incidência no mar.

Os dois fenómenos tiveram origem no Oceano Índico e deixaram um rasto de destruição no centro e norte do país.

“A investigação não é fácil, requer investimento e equipamentos, mas já estamos nesse processo, ainda que não tenhamos atingido a maturidade”, referiu Adérito Aramuge.

O “Seminário Técnico-Científico sobre Mudanças Climáticas” junta especialistas em estudos ambientais, académicos e activistas da causa do ambiente.

O encontro é promovido pelas organizações não-governamentais de defesa do ambiente Observa e Livaningo, em parceria com as embaixadas de França, Finlândia e Suécia.

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As autoridades desmantelaram uma rede de exploração ilegal de madeira no Parque Nacional do Zinave, numa operação onde “várias pessoas foram detidas”, anunciou uma organização não-governamental.

“Durante a operação, vários suspeitos foram presos e, até ao momento, sete foram acusados de extracção ilegal de madeira de uma área protegida”, lê-se num documento da Peace Parks Foundation, organização não-governamental (ONG) que apoia a protecção da biodiversidade no Parque Nacional do Zinave.

Além das detenções, na operação, desencadeada no dia 17 de Outubro e com conhecimento do Governo, também foram apreendidos um total de dez camiões com madeira, cinco tractores, seis viaturas, duas carregadoras frontais e vários equipamentos de exploração foram confiscados, indica o comunicado.

As equipas de segurança, lideradas pela Agência Nacional para Controlo de Qualidade Ambiental, foram apoiadas por um helicóptero, o que facilitou a sua mobilidade e localização de seis camiões (de um total de dez apreendidos) que tentaram abandonar o local.

Ocupando uma área de quatro mil quilómetros quadrados, o Parque Nacional do Zinave foi estabelecido em 1973 e é tido como um importante ponto de passagem para os mamíferos nómadas que cruzam o rio Save, na província de Inhambane.

A girafa é a principal espécie da fauna local, que naturalmente é decorada por uma vegetação rica em acácias.

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A Esposa do Presidente da República, Isaura Nyusi, manifestou o seu cometimento de não vacilar nos esforços de luta contra o cancro em Moçambique e de não permitir que crianças e adultos morram por falta de informação. Ela, que falava na abertura da 12ª Conferência Bienal da Organização Africana de Pesquisa e Treino em Cancro (AORTIC), sob o lema “Cancro em África: Implementação de Estratégias e Inovação”, referiu-se ao impacto negativo da doença e mortes a ela relacionadas nas famílias e nas economias do mundo, em geral, e do país, em particular. LEIA MAIS

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