Director: Lázaro Manhiça

O PAÍS iniciou segunda-feira (08) com a administração da vacina contra a Covid-19, numa primeira fase destinada a grupos prioritários como profissionais de saúde, trabalhadores das morgues e lares de idosos. Trata-se de um acto que acontece num ambiente marcado por cepticismo resultante da onda de desinformação veiculada nas redes sociais,e que de algum modo influencia na tomada de decisão,em relação a adesão ou não à vacina. (ANABELA MASSINGUE)

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A REGIÃO Sul do país vai experimentar hoje (10) e amanhã quinta-feira (11) uma vaga de calor intenso, com os termómetros a variarem  entre 35 e 38 graus Célsius.

Em comunicado enviado ao “Notícias”, o Instituto Nacional de Meteorologia alerta que na província de Maputo serão afectados os distritos de Matutuíne, Namaacha, Boane, Moamba, Magude, Manhiça e as cidades de Maputo e Matola.

Em Gaza, os distritos mais quentes serão Massingir, Chókwè, Bilene, Chongoene, Chicualacuala, Mapai,  Mabalane, Guijá, Chigubo, Chibuto, Guijá, Massangena, Mandlakazi, Limpopo e cidade de Xai-Xai, enquanto em Inhambane a vaga de calor afectará Zavala, Inharrime, Panda, Jangamo e cidades de Maxixe e Inhambane.

Entretanto, espera-se  uma mudança do estado de tempo caracterizado pela ocorrência de aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas, acompanhadas de trovoadas no final do dia de amanhã, nos distritos em alusão.  

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MOÇAMBIQUE defende a criação de um programa de acção da União Africana virado ao combate às mudanças climáticas, à luz do acordo de Paris que é a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre o fenómeno.

O facto foi avançado ontem pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, intervindo, a partir de Maputo, na reunião do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, que decorreu de forma virtual devido à pandemia da Covid-19.

Para o Chefe do Estado, há evidências suficientes de que as mudanças climáticas, cujos efeitos atingem mais as nações pobres como as de África, são reflexo da exploração desenfreada dos recursos naturais. 

Na mesma sessão, Filipe Nyusi lembrou que o país vai acolher, dentro em breve, um centro regional de assistência humanitária às vítimas dos efeitos de mudanças climáticas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

De acordo com a explicação do Presidente Nyusi, que é actualmente presidente em exercício da SADC, não obstante se entender que a melhor abordagem, face aos efeitos das mudanças climáticas seja a prevenção, o centro nasce para ajudar a região a mitigar o sofrimento da população que, não raras vezes, se vê obrigada a deslocar-se de um ponto para o outro devido a fenómenos como inundações, secas, entre outros.   

O centro estará localizado concretamente na cidade de Nacala, província de Nampula, região estratégica para a SADC, dada a existência de um porto de águas profundas, aeroporto internacional, corredor ferroviário, entre outras infra-estruturas.

O presidente do Conselho de Paz e Segurança da UA neste mês de Março, o estadista queniano Uhuru Kenyatta, defendeu uma acção continental mais enérgica contra as mudanças climáticas, chegando mesmo a propor soluções africanos aos problemas locais.

Deixou claro que as mudanças no comportamento do clima, que se manifestam pela irregularidade das chuvas e estiagem, multiplicidade de ciclones, entre outras anomalias, exigem uma gestão sustentável dos recursos naturais e estão por detrás de muitos conflitos no continente e desastres humanitários.

Convidou os países do continente a desdobrar-se na mitigação das mudanças climáticas como meio de devolver a paz e segurança conducentes ao desenvolvimento económico de África.

Por sua vez, o presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahamat, afirmou que as alterações climáticas se configuram como a principal ameaça ao desenvolvimento, na medida em que a seca e as pragas destroem culturas agrícolas e afectam a pecuária.

Disse igualmente que geram conflitos entre pastores e agricultores, tornando o ambiente propenso ao terrorismo.

Advogou a partilha de experiências entre os Estados-membros, como forma de redução dos impactos e a concertação de uma posição continental comum para a cimeira anual das Nações Unidas sobre mudanças climáticas.

JOSÉ CHISSANO

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“Florestas e Meios de Vida: sustentando as pessoas e o planeta” é o lema das actividades que vão corporizar as celebrações do Dia Mundial da Fauna Bravia, ontem assinalado.

Por ocasião da data, o director-geral desta da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), Mateus Mutemba, participa num WebnairInternacional,promovido pelaConvenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção(CITES), no qual irá apresentar uma reflexão sobre o impacto da Gestão da Fauna e Flora Selvagens em Moçambique,no desenvolvimento da economia nacional e bem-estar das comunidades rurais.

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AS organizações de profissionais de saúde enaltecem o Governo moçambicano pela sua indicação como grupo prioritário para primeira fase de vacinação contra a Covid-19, acto que arranca próxima semana em todo o país.

A satisfação foi manifestada, ontem (01), na cidade de Maputo, por representantes das organizações sócio-profissionais de saúde, durante a reunião semanal com o ministro do pelouro, Armindo Tiago, para a monitoria das medidas de prevenção e combate à Covid-19, no país.

O Bastonário da Ordem dos Médicos, Gilberto Manhiça, disse que a priorização da vacinação aos profissionais de saúde vai contribuir para salvaguardar este grupo para a manutenção no atendimento dos pacientes.

“Não podia ter havido uma melhor abordagem porque nós já sabemos que o profissional é o que está na linha da frente, é o que mais contacto tem com casos da covid-19, é o mais vulnerável em contrair e provavelmente transmitir aos seus e outras pessoas que possam entra em contacto com ele”, disse.

Para a presidente da Associação dos Enfermeiros de Moçambique, Olga  Matavele, a recepção da vacina representa  uma mais-valia para  esta  classe de profissionais, pelo que, neste momento, é importante  massificar a informação sobre a medicação, no seio do grupo dos profissionais de saúde .

“Nós é que estamos com os acometidos, neste caso os doentes. Nós é que estamos lá 24 sobre 24 com eles. Portanto é uma grande valia para nós”, frisou.

Por sua vez, a farmacêutica, Luísa Namburete, entende que a iniciativa do Governo privilegiar profissionais de saúde vai garantir a continuidade deste grupo no exercício pleno das suas actividades.

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CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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