África precisa de 60 a 90 mil milhões de dólares, para garantir o acesso universal à electricidade até 2030, um objectivo, que passa por modelos de negócio inovadores, promoção das energias renováveis e projectos de pequena escala.

Em entrevista à Lusa, João Sarmento Cunha, coordenador dos fundos de energias renováveis do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) salienta que a electrificação de África até 2030 é um dos objectivos estratégicos mais ambiciosos do BAD, exigindo uma mobilização de recursos “gigantesca”, e estimada entre 60 a 90 mil milhões de dólares, anualmente.

“Não são recursos, que o BAD tenha, mas a ambição está lá e a vontade de mobilizar parceiros e outros investidores é muito forte”, destacou.

Embora, tradicionalmente, o BAD tenha dado prioridade a grandes projectos, como barragens, centrais térmicas e outras infra-estruturas, que a instituição estava “bem posicionado para financiar”, começa a apoiar agora também projectos de menor escala, como as pequenas centrais solares ou mini-hídricas ligadas à rede, que estão a ganhar força em África, graças às inovações tecnológicas no campo solar e digital.

Algumas empresas vendem os seus produtos, directamente, às comunidades, em vez de vender os serviços através das 'utilities' (grandes fornecedores de serviços essenciais, como luz e água).

As soluções passam, normalmente, por pequenos painéis solares, que podem ser ligados a electrodomésticos ou mini-redes, que estão fora do sistema de distribuição eléctrica, mas que oferecem uma experiência semelhante ou até melhor ('off-grid').

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A Ministra da Saúde, Nazira Abdula, diz não haver motivos para Moçambique estar em pânico,quanto ao risco de eclosão de ébola no país, doença que,actualmente,afecta a República Democrática do Congo. 

Abdula falavana passadasexta-feira no distrito da Moamba, província de Maputo, durante uma parada com funcionários da Autoridade Tributária (AT), no âmbito da feira de saúde promovida por esta instituição. 
Segundo a ministra, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera Moçambique um país de baixo risco, porém,recomenda precaução. 
“Há medidas,sim,que devem ser tomadas, sobretudo,prestando atenção àqueles viajantes,passageiros,que vêm,especificamente,da República Democrática do Congo. Todos eles devem ser seguidos e preencher uma ficha seguindo aquilo que são as normas e testar se apresentam algum sintoma de ébola”, disse, segundo a AIM.
A governante reiterou que a mensagem principal na parada com os funcionários da AT não foi apenas de pensar na ébola.
“Nós já estamos no momento de globalização, as equipas da saúde que estão nas fronteiras devem,sim,prestar atençãoàébola, mas,no geral,devemos pensar em todas outras doenças”, sublinhou. 
No fim da parada, acompanhada pela presidente da AT, Amélia Nakhare, a Ministra da Saúde visitou a feira de gastronomia organizada no local, que continha produtos naturais do país que garantem uma saúde melhorada.
Por seu turno, o porta-voz da AT, Fernando Tinga, disse àAIM que a feira é de extrema importância,contribuindo para colher mais subsídios a ter nos cuidados com asaúde e revelou na ocasiãoque nos últimos anos a AT registou 151 mortes de funcionários por doenças diversas. 
A feira de saúde promovida pela AT insere-se nos esforços da instituição visandoa promoção da saúde e bem-estar dos funcionários.

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Os países que participam no maior acordo mundial de conservação de espécies, mediante restrições ao seu comércio, rejeitaram, hoje, que os rinocerontes brancos e os seus cornos voltem a ser comercializados, mesmo sob vigilância rigorosa.

O Governo de eSwatini (antiga Suazilândia) tinha apresentado aos países - reunidos em Genebra, numa conferência trienal - um pedido para reduzir o nível de protecção da sua pequena população de rinocerontes brancos, cujo comércio internacional está, totalmente, proibido.

O objectivo deste país era permitir o comércio de partes do animal, incluindo os cornos, que são objecto de tráfico ilegal, devido à sua procura nos mercados asiáticos, pois, lhe é atribuído propriedades medicinais.

Os cientistas já desmentiram tais propriedades, mas a procura mantém-se.

Por uma ampla maioria, os países recusaram-se a reduzir a protecção desta espécie de rinoceronte em eSwatini, onde se estima que restem apenas 66 exemplares na vida selvagem.

A conferência da CITES - Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestre Ameaçadas de Extinção junta cerca de 180 países em Genebra, desde o dia 17, e termina no dia 28.

Também foi rejeitada uma proposta da Namíbia, que pedia o levantamento da proibição do comércio internacional da sua população de rinocerontes brancos e que fossem permitidas transacções com estes animais vivos e como troféus de casa.

De acordo com os últimos dados, o número de rinocerontes na Namíbia é pouco mais de um milhar, no seu meio natural.

"O comércio internacional de rinocerontes está proibido desde 1977 e a sua reabertura significaria um desastre para a sobrevivência desta magnífica espécie", comentou um responsável de operações da organização não-governamental Humane Society International, Adam Peyman, citado pela Efe.

 

Os especialistas consideram que, com o escasso número de rinocerontes brancos que existem em eSwatini, permitir o comércio dos seus cornos seria, seguramente, o fim desta espécie naquele país e iria desencadear a caça furtiva noutros países africanos.Os rinocerontes brancos estão em perigo de extinção, já que, apesar da proibição, os caçadores furtivos alimentam o tráfico internacional do seu corno.

 

 

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A MOÇAMBIQUE Telecom (Tmcel) vai introduzir até finaisde Novembro, a tecnologia 4G LTE (Long Term Evolution), no âmbito do projecto de modernização e actualização da sua rede de transmissão, o que irá contribuir para a melhoria da qualidade e cobertura, assimcomo,para o aumento da velocidade de banda. Leia mais

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A PESCA excessiva ea praticada com recurso a artes nocivas, assim como,a caça furtiva, corte ilegal de madeira e queimadas descontroladas continuam a ser os principais desafios de gestão da Reserva da Biosfera das Quirimbas, província de Cabo Delgado. Leia mais 

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