Director: Júlio Manjate

UM estudocientífico revelou a descoberta de nove espécies novas de gafanhotos no país, segundo anunciou o Parque Nacional da Gorongosa (PNG), citado pela lusa. “Pelo menos duas das espécies recém-descobertas não podem ser encontradas em nenhum outro lugar do mundo e ocorrem na floresta tropical única da Serra da Gorongosa”, escreve-se na nota do PNG. Leia mais

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O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a ocorrência de ventos fortes com rajadas até 70 km/h e chuvas moderadas a fortes entre 30 e 50 milímetros em 24 horas, indica um comunicado de imprensa que o Notícias Online teve acesso.

 Os fenómenos descritos serão acompanhados de trovoadas severas a partir do final do dia de hoje, (9) até amanhã, nos distritos das províncias de Maputo e Gaza, aponta o documento.

Segundo o INAM, na província de Maputo serão afectados os distritos de Matutuine, Boane, Namaacha, Moamba, Marracuene, Magude, Manhiça e cidades de Maputo e Matola. Enquanto, em Gaza, o temporal vai atingir, principalmente, os distritos de Massingir, Mabalane, Guijá, Chibuto, Mandlakazi, Chongoene, Chókwe, Bilene, Limpopo e cidade de Xai-Xai.

No mar, o vento poderá criar agitação marítima e gerar ondas, que podem atingir a altura de 5 metros, a sul do paralelo 24 graus sul, o que pode causar o arrastamento de pequenas embarcações no mar, devido ao vento, indica o documento.

Face aos ventos fortes poderá registar-se um movimento de poeiras e areias e as coberturas de casas precárias poderão ficar soltas, propiciando, que objectos sejam arrastados. Existe, igualmente, a possibilidade de queda de árvores e postes de energia eléctrica e de telecomunicações, o que pode causar condicionamento na condução rodoviária e diminuição da visibilidade,

Devido a queda de chuva, há ainda a possibilidade de inundações localizadas, alagamento de vias de escoamento deficiente.

 

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Mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo vivem com deficiência visual ou cegueira porque não recebem os cuidados de saúde necessários, para problemas como miopia, glaucoma ou cataratas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em vésperas do Dia Mundial da Visão, que se assinala na quinta-feira, a OMS divulgou o seu primeiro relatório sobre problemas de visão no mundo, destacando que a deficiência visual ou a cegueira afecta pelo menos 2,2 mil milhões de pessoas, mais de um quarto da população total mundial.

Segundo o relatório, cerca de mil milhões de pessoas têm deficiência visual que poderia ter sido prevenida ou que poderia ser tratada.

Um dos exemplos são as cataratas, problema que pode ser resolvido através de uma cirurgia, que afectam 65 milhões de pessoas.

A OMS estima ainda que 800 milhões de pessoas têm problemas na realização das suas actividades diárias, apenas porque não têm acesso a um par de óculos, aludindo aos casos não diagnosticados ou não apoiados de presbiopia, resultado da diminuição gradual da capacidade de visão relacionada, sobretudo, com a idade.

O relatório mostra ainda que há, em todo o mundo, quase sete milhões de pessoas com deficiência visual por glaucoma, doença que pode ser tratada com cirurgia ou até mesmo sem recurso à operação.

Nas contas feitas pelo organismo das Nações Unidas, seriam necessários 14,3 mil milhões de dólares (cerca de 13 mil milhões de euros) para resolver os atrasos no tratamento e seguimento das cerca de mil milhões de pessoas que têm deficiência visual ou cegueira evitáveis.

A OMS sublinha que o crescimento dos problemas de visão ou das deficiências visuais não está a ser igualitário, sendo maior e mais acentuado em pessoas que vivem em áreas mais rurais do globo, que são de países menos desenvolvidos, nas mulheres, em idosos e em minorias étnicas.

Por exemplo, os países menos desenvolvidos da África Subsahariana e do sul asiático têm taxas de cegueira que são oito vezes superiores às dos países desenvolvidos.

Como recomendações, a OMS indica que é necessária uma maior integração dos cuidados de saúde visuais com os serviços nacionais de saúde, sobretudo nos cuidados de saúde primários, para garantir prevenção e detecção precoce dos problemas.

 

 

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O Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) entregou, ontem, em Maputo, 14 viaturas para duas instituições a si subordinadas, reforçando, desta feita, a fiscalização das 14 áreas de conservação existentes no país.

Trata-se de viaturas de marca Land Cruiser, modelo HZ, destinadas à Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e à Agência Nacional para Avaliação de Qualidade Florestal (AQUA).
As viaturas foram adquiridas no âmbito do MozFip, um programa de investimento florestal que está a ser implementado pelo MITADER desde meados de 2017, financiado pelo Banco Mundial, no valor global de 47 milhões de dólares norte-americanos.
Dirigiu a cerimónia da entrega dos referidos meios circulantes a Secretária Permanente do MITADER, Sheila Santana Afonso.
Falando à imprensa, minutos após o término do acto, Santana Afonso apelou para que estes meios de trabalho sejam usados com rigor e disciplina.
Disse, igualmente, que as viaturas deverão acelerar o combate à corrupção que graça nos recursos florestais do país. “Falo daqueles que tentam fazer a exploração ilegal”, disse.
Dados avançados no local do evento apontam que durante os primeiros seis meses as autoridades florestais registaram um total de 600 crimes de caça furtiva e destruição da floresta.
Santana Afonso disse que as viaturas vão fiscalizar, sobretudo, o Parque Nacional das Quirimbas, província nortenha de Cabo Delgado, e a Reserva Nacional do Gilé, na província central da Zambézia.
Aliás, o MozFIP está a ser implementado nas áreas com maior índice de desmatamento, nos distritos da Zambézia, nomeadamente, Gilé, Mocuba, Ile, Gurué Alto-Moluócuè, Maganja da Costa, Pebane, Mocubela e Mulevala, e em sete distritos de Cabo Delgado, Macomia, Meluco, Quissanga, Montepuez, Ancuabe, Ibo e Metuge.
Ao todo, o projecto cobre um total de 8,9 milhões de hectares.
Com o objectivo de apoiar os esforços para a valorização das florestas, melhorar os meios de subsistência da população rural, bem como reduzir as emissões de gases de efeito de estufa provenientes do desmatamento, o MozFIP visa ainda melhorar um ambiente propício à gestão das florestas e as áreas de conservação.
Existem em Moçambique 14 áreas de conservação. Cerca de 60 por cento do território nacional é constituído de florestas.
 

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UMA equipa de onze especialistas em conservação da biodiversidade, provenientes da África do Sul e França, incluindo técnicos da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), esteve, durante nove dias na Reserva Nacional do Gilé, província da Zambézia, numa missão de colocação de colares com o sistema GPS em elefantes e búfalos. Leia mais

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