Director: Lázaro Manhiça

O INSTITUTO Superior de Ciências de Saúde (ISCISA) enfrenta um défice de salas de aulas e insuficiência de fundos para o seu funcionamento, o que pode ser superado com a construção de um Campus Universitário para a instituição.

Este posicionamento foi apresentando hoje pelo director geral do ISCISA, Alexandre Manguele, que falava no acto de abertura das 16ª jornadas científicas, referentes a 2020, que decorrem sob o lema, Formando enfermeiros inspirados em Florence Nightingale, para atender os desafios das doenças emergentes”.

Apesar das dificuldades que enfrenta no seu funcionamento, a fonte disse que o ISCISA forma profissionais necessários para atender os problemas de saúde que o país enfrenta decorrente da escassez de médicos especialistas para os distritos.

“O ISCISA já formou cerca de três mil quadros de diferentes especialidades, dos quais 522 são licenciados em Enfermagem Geral”, disse.

A instituição ministra para além da enfermagem, cirurgia, apoio ao diagnóstico, reabilitação, administração e gestão em saúde e saúde pública, anunciou Alexandre Manguele.

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COM a eclosão da Covid-19, várias organizações procuraram disponibilizar serviços on-line, uma tendência que obrigou a uma aceleração no seu uso. Infelizmente, não se notou muita diferença nos serviços ao cidadão, uma vez que as organizações precisaram de passar por uma transformação digital para funcionar de forma eficiente à distância, afirma Hikesh Hasmukh, vice-presidente da Associação Moçambicana dos Profissionais e Empresas de Tecnologias de Informação e Comunicação (AMPETIC).

Numa entrevista ao “Notícias”, menciona as vantagens deste modelo, aliadas ao desenvolvimento tecnológico que favoreceu a criação de processos de trabalho que não exigem a presença física do trabalhador, para o desempenho laboral, sendo possível cumprir com as suas obrigações à distância, independentemente do lugar. No leque das vantagens, em relação às organizações, Hasmukh elenca a redução de custos de operação, maior produtividade e qualidade, menor índice de absentismo, inclusão de pessoas de qualquer parte do mundo na força de trabalho e gestão por objectivos.

As vantagens não só existem do lado das organizações, como também no trabalhador, com a  a possibilidade de trabalhar a partir de diversos locais, autonomia para organizar as tarefas, flexibilidade de horários e ritmo de produção, melhor gestão do tempo, possibilidade de balancear a vida pessoal e profissional, para além da redução do tempo de deslocação e stress relacionado. Leia mais

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A TELEVISÃO de Moçambique (TVM), Empresa Pública, conta oficialmente, a partir de amanhã (15), com um novo estúdio digital, no prosseguimento do processo de migração do analógico para a tecnologia digital que está a ser implementado pelo Governo de Moçambique.

O acto inaugural do novo estúdio equipado com tecnologia moderna, será dirigido pelo Secretário do Estado na Província de Manica, Edson Macuácua e conta com a presença da governadora da província de Manica, Francisca Tomás. Para tomar parte do evento, já se encontra em Chimoio, o Presidente do Conselho de Administração da TVM, Faruco Sadique.

O delegado da TVM em Manica, Canáncio Milton Malache, informou que o evento será igualmente presenciado pelos membros do Conselho de Representação do Estado e do Conselho Executivo provincial, além de representantes de diferentes instituições públicas e privadas e dos órgãos de Comunicação Social na região.

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FOI recentemente lançado, no Parque Nacional de Gorongosa (PNG), o “Projecto Paz através da Acção Económica e Empoderamento das Comunidades”. Trata-se de um programa que irá abranger 3.555 pessoas do regulado de Catemo, no distrito de Cheringoma, província de Sofala.

De acordo com o administrador desta área de conservação, Pedro Muagura, o projecto, aprovado em Março, terá a duração de cinco anos e foi financiado pelo governo do Canadá, num montante de cinco milhões de dólares (319 milhões de meticais).

Muagura explicou que é objectivo principal da iniciativa contribuir para o melhoramento das condições de vida das comunidades num ambiente de paz e harmonia.

O programa terá uma abordagem integrada e centrada nas comunidades, de forma a combater a pobreza e melhorar a inclusão das pessoas no processo de tomada de decisão sobre a sua vida.

Pedro Muagura disse ainda que o projecto tem como enfoque as mulheres e raparigas, como uma forma de garantir o seu acesso a serviços sociais básicos de saúde e educação de qualidade, expansão dos meios de subsistência e sua participação activa nas estruturas locais de diálogo e nos processos de desenvolvimento comunitário.

A secretária do Estado em Sofala, Stella Zeca, saudou a iniciativa do PNG e o governo do Canadá pois, segundo disse, poderá contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades, empoderamento da mulher e justiça social através da igualdade.

A Alta Comissária do Canadá, Caroline Delany, referiu que a oportunidade de lançar um projecto que vai ajudar a melhorar a vida das comunidades é uma indução forte de parceria entre Moçambique e o Canadá e demonstra o compromisso de continuar a apoiar no alcance dos seus objectivos em ajudar a população num ambiente de paz e harmonia.

Delany disse que o apoio canadiano visa, igualmente, responder aos desafios sistémicos à redução da pobreza, incluindo os processos de paz e promoção da igualdade de género.

Segundo a Alta Comissária, o maior enfoque nas mulheres surge pelo facto de desempenharem um papel catalisador para mudanças económicas, ambientais e sociais necessárias para o desenvolvimento sustentável.

A administradora do distrito de Cheringoma, Maria Waite, saudou a iniciativa e agradeceu o facto de a comunidade de 11 povoados daquela região ser a escolhida para a realização do projecto.

A dirigente manifestou a convicção de que a acção poderá reduzir o analfabetismo, uniões e gravidezes prematuras, e comprometeu-se a envidar esforços para a consolidação do programa. 

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A REALIZAÇÃO de jornadas nacionais de saúde tem estado a contribuir para o melhoramento das políticas que vem sendo tomadas neste campo, com impacto em outros sectores da sociedade.

Sobre acções de políticas de saúde decididas, tendo em conta a contribuição saída das apresentações e discussões, no contexto das jornadas de saúde, Edna Viegas, directora científica do Instituto Nacional de Saúde(INS), fez menção à introdução de tecnologias que trouxeram uma nova dinâmica na abordagem do HIV.

“Temos exemplos claros de algumas tecnologias relacionadas com o diagnóstico da epidemia do HIV que foram apresentadas em jornadas anteriores e, posteriormente, implementadas a nível dos nossos serviços de saúde”, disse.

Falando na esteira das XVII jornadas nacionais de Saúde que decorrem desde quarta-feira, em Maputo, Edna Viegas destacou o incremento da qualidade de trabalhos apresentados ao longo dos anos, na história deste evento de saúde.

A tuberculose, malária, HIV/Sida e agora a Covid-19 continuam a ser um grande problema para a saúde pública em Moçambique, cuja resposta exige muito dos pesquisadores neste campo do saber.

Sobre a abordagem destas patologias,a directora científica do INS disse que as presentes jornadas vão abordar um leque muito grande de temáticas na área de doenças específicas que mais afectam a população moçambicana, entre as quais o HIV, tuberculose, a Covid-19,esta última que está a ter um impacto muito importante nos últimos tempos.

“Temos simpósios que falam dedoenças crónicas que tendem a incrementar no país, para além de prevermos uma abordagem de doenças crónicas não transmissíveis, seus factores de risco, entre outros aspectos”, disse.

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