Director: Lázaro Manhiça

OS financiamentos disponíveis para resposta à emergência da Covid-19 deviam abranger também o alívio da dívida, o apoio à liquidez orçamental e as intervenções de resiliência e adaptação às mudanças climáticas.

A ideia foi defendida ontem, em Maputo, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, na sua intervenção no diálogo virtual de alto nível de líderes mundiais sobre as emergências da Covid-19 e do clima em África. (ALCIDES TAMELE)

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O PAÍS conta com um sistema de videoconferência para interligar as instituições do Governo, na realização de reuniões virtuais, a nível central e provincial como forma de reduzir a mobilidade e contacto físico dos participantes em reuniões.

Trata-se de um apoio do governo chinês, através da empresa Huawei, que para além do sistema de video-conferência, doou igualmente equipamento de medição de temperatura corporal.

Falando no acto, o ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior, Daniel Nivagara, disse que o equipamento é doado num momento particular em que o país precisa deste tipo de meios para mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19

“O facto do sistema em referência possibilitar a realização de sessões de trabalho sem necessidade de deslocações contribuirá, sobremaneira, para a redução de tempo, custos e demais implicações logísticas inerentes à actividades do género”, disse Nivagara.

Salientou que o equipamento para a medição de temperatura corporal, vai ajudar as autoridades de saúde a melhorar a flexibilidade e segurança nas operações de rastreio de infecções pela Covid-19, em locais de grande movimentação e aglomeração populacionais.

O Sistema de Vídeo-Conferência do Governo possui 36 (trinta e seis) pontos terminais para a participação em reuniões virtuais, localizados nos diferentes ministérios, nas secretarias de Estado de nível central, bem como provinciais.

Como parte integrante do sistema, estão disponíveis ainda, 1000 (mil) licenças para alargar o número de utilizadores para mais dirigentes através de dispositivos pessoais (computadores portáteis e dispositivos móveis).

A cooperação de Moçambique com a Huawei começou em 2010 e, já possuir resultados em várias frentes com impacto no desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

O representante da Huawei no evento, referiu que a missão da sua entidade levar o digital para cada pessoa, casa e organização para um mundo totalmente conectado e inteligente. 

“ Por exemplo, doamos comunicações para a Universidade pedagógica e a Universidade Eduardo Mondlane, para construir a Academia de TIC da Huawei. Doamos infraestrutura de rede para a Escola Secundária da Matola e UniLúrio de Pemba para apoiar o ensino à distância, entre várias acções”, disse.

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A TOMA de medicamentos sem prescrição médica é, desde há tempos, algo corrente, que se tornou num desafio para a Saúde no tratamento eficaz de doenças. A Covid-19 veio agravar esta realidade, sobretudo na cidade de Maputo.

No caso do novo coronavírus, a situação agudizou-se, por um lado, devido a discriminação e estigmatização de pessoas infectadas, e, por outro, por causa das restrições no atendimento hospitalar, ou a dificuldade de suportar o elevado custo das consultas e internamentos nas clínicas privadas. (QUITÉRIA UAMUSSE)

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O MINISTRO da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Daniel Nivagara, orienta segunda-feira (05), na cidade de Maputo, a cerimónia de lançamento do sistema de vídeo-conferência do Governo, uma plataforma que visa melhorar a eficiência e a comunicação de forma remota.

A iniciativa insere-se nos esforços do Governo em garantir a continuidade dos serviços essenciais em todas as áreas de desenvolvimento social e económico, político e cultural, neste período assolado pela pandemia da Covid-19, através da utilização de serviços digitais viáveis e seguros, de forma a reduzir o contacto interpessoal.

O sistema é avaliado em 24.069.616,00Mts, doados pela empresa chinesa, Huawei e conta com a participação do ministro da Saúde, Armindo Tiago, embaixador da  China em Moçambique, o CEO e técnicos da empresa, quadros do MCTES.

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MOÇAMBIQUE vai continuar a decretar a veda da pesca de camarão de superfície para resguardar este recurso que contribui para a arrecadação de divisas para o país.

É que estudos realizados por investigadores moçambicanos indicam que a ausência de medidas de gestão arrojadas e com o devido cumprimento por parte dos pescadores tem concorrido para a desaceleração da produção do camarão em vários países.

Segundo Augusta Maita, ministra do Mar, Águas Interiores e Pesca, alguns países da região ficaram desprovidos do camarão de superfície por não terem sido capazes de encontrar o necessário equilíbrio entre pescar e ter rendimentos hoje, apenas, e pescar para render amanhã e sempre.

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