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Quinta-feira, 6 - Outubro, 2022

Jóia Haquirene: Primeiro declarante já responde ao tribunal na BO

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JÁ iniciou a audição do primeiro declarante do caso das dívidas não declaradas que decorre no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, instalado no recinto da BO, na cadeia de Máxima Segurança.

Haquirene disse que recebeu ordens do seu antigo director para criar uma empresa do SISE, a GIPS e a ocupar o cargo de administrador da mesma.

Nesta função, segundo Jóia, não tinha funções específicas que desempenhou, entretanto, assinou três lotes de chefes para o pagamento de diversos serviços, na ausência de um dos colegas, tendo feito cópias do segundo e terceiro lote, para questões de garantia e os mesmos encontram-se na sua viatura pessoal estacionada próximo ao tribunal.

Haquirene que usa uma voz alta, conseguiu arrancar uma gargalhada do tribunal ao pedir permissão ao juiz para fazer um comentário sobre números ou valores altos que Jóia teria visto na televisão, numa pergunta do Efigénio Baptista.

Joia contou que “os jovens não tem medo dos números e para ele 10 milhões é um valor alto que lhe assustou, durante a assinatura dos cheques da empresa. Por isso, para ele os números são relativos. Há pessoas que podem ver um leão e não se assustar, enquanto ele pode fugir”. Isso provocou risos por estarem na sala do julgamento a família Leão (Gregório e Ângela).

imediatamente, Joia pediu desculpas ao seu antigo director Gregório Leão e ao tribunal, alegando que a história não tem nada a ver com ele.

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