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Segunda-feira, 26 - Setembro, 2022

NA AG DAS NAÇÕES UNIDAS: Moçambique partilha experiências sobre implementação da agenda 2030

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MOÇAMBIQUE vai partilhar as suas experiências sobre os esforços que tem feito na implementação da agenda 2030 das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento sustentável, na 77.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas que decorre em Nova Iorque, evento no qual se faz representar pelo Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, em representação do Presidente da República, Filipe Nyusi.Para tal, Adriano Maleiane é esperado hoje em Nova Iorque à frente de uma delegação que integra os vice-ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Manuel Gonçalves, e da Educação e Desenvolvimento Humano, Manuel Bazo, e ainda o embaixador de Moçambique junto das Nações Unidas, Pedro Comissário.Nesta senda, Maldeiane deverá referir-se aos passos que o país está a dar na expansão das redes sanitárias, bancária e eléctrica, sistema de justiça, bem como para a consolidação de programas de produção de alimentos com vista à erradicação da fome e desnutrição crónica, promoção da paz e do desenvolvimento sustentável e inclusivo.Sobre a paz, particularmente, espera-se que Maleiane se refira à abordagem que Moçambique está a fazer no combate ao terrorismo, um fenómeno global, que afecta a província de Gaza, desde 2017.Fontes diplomáticas consideram importante esta sessão das Nações Unidas, na medida em que é a primeira desde que Moçambique foi eleito membro não-permanente desta organização mundial, onde deverá tomar assento em Janeiro de 2023 para em Março presidir ao Conselho de Segurança.O Primeiro-Ministro tem previsto encontros bilaterais e o “Notícias” sabe que alguns destes foram solicitados por países que consideram importante uma aproximação com um Estado que vai assumir um cargo no importante órgão das Nações Unidas. A 77.ª sessão das Nações Unidas, que reúne 193 chefes de Estado e de Governo de todo o mundo, é dominado pela guerra russo-ucraniana, conflito que está a produzir graves consequências a nível global, com a subida dos preços dos combustíveis e das comodities.As condenações à invasão russa na Ucrânia por parte dos países ocidentais subiram de tom na terça-feira, após o anúncio de Moscovo de mobilização de 300 mil reservistas para fazer face ao que o Presidente Russo, Vladimir Putin, considera crescente ameaça à integridade do seu país e povo.

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