Dois detidos por assalto à mão armada

DOIS jovens indiciados de pertencerem a duas quadrilhas de assalto à mão armada estão detidos no Comando Distrital da Beira.

O porta-voz do Comando Provincial da PRM em Sofala, Dércio Chacate, indicou que o crime praticado por T. Chipinduca, de 25 anos, na companhia de mais três amigos, com recurso a uma pistola de pressão de ar, aconteceu na zona da Mobeira. Eles tentaram assaltar a residência de um comerciante.

Contou que a neutralização do meliante foi feita pela população após pedidos de socorro dos proprietários da residência. A Polícia, que fazia patrulha no local, recolheu o suspeito à esquadra. Os restantes fugiram.

“Quatro indivíduos que se faziam passar por trabalhadores da empresa Maguezi, alegando estarem em trabalho de fiscalização na residência por volta das 16h00, introduziram-se na casa e exibiram a arma com o intuito de roubar. Valeu o pedido de socorro e a presença dos agentes nas proximidades em patrulha”, disse.

T. Chipinduca confessou o crime e conta que foi a primeira vez que se juntou àqueles amigos, que diz que lhe levaram a praticar o crime. Esclarece que foram à residência porque tinham a informação de a família ter em casa dez milhões de meticais.

Por outro lado, a Polícia apresentou um suposto integrante de uma quadrilha que responde pelo nome de C. Milissão, de 31 anos, que se dedica a assaltos recorrendo a catanas, facas, entre outros objectos contundentes, à calada da noite.

Chacate disse que o indiciado faz parte de um grupo dedicado a assaltos à mão armada que na Munhava agrediu um cidadão e apoderou-se da sua motorizada.

Explicou que os indivíduos, com recurso a catanas, apoderaram-se da motorizada, e o proprietário comunicou à PRM que conseguiu recuperar o bem e deter este indivíduo.

C. Milissão refuta as acusações mesmo depois de a vítima o ter reconhecido e ter sido encontrado na posse do bem roubado. Alega ter comprado a motorizada, mas não apresenta nenhum comprovativo.

“Não sei de nada, sou negociante, vendo chinelos. Esta mota comprei a 21 mil meticais, o meu erro foi ter comprado sabendo que a mota é roubada porque não tinha nenhum documento, chapa de matrícula, nem chaves de ignição”, disse.

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