Academia deve registar legado dos libertadores africanos

As universidades têm a oportunidade de interagir com os protagonistas da independência, as “bibliotecas vivas”, para registar o legado histórico das epopeias da luta de libertação dos países africanos.
O desafio foi lançado hoje pelo secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, Edson Macuácua, durante a abertura da conferência internacional subordinada ao tema “Moçambique e as independências dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa: os tempos e as utopias”, organizado pela Universidade Pedagógica.
Macuácua recordou que a história, para além de ser factual, é também ciência e encorajou à cooperação e diplomacia científica entre as universidades africanas e outras instituições relevantes para a partilha do conhecimento histórico, de fontes de história, em particular as primárias, para o enriquecimento do acervo bibliográfico nacional.
“Escrever a nossa história a partir de fontes orais é uma das missões geracionais contemporâneas que a academia deve deixar como legado para as futuras gerações”, sublinhou.

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