Uma das grandes tarefas deste novo ciclo de governação consiste precisamente em reduzir a dualidade económica, ou seja, reduzir distância entre a economia extractiva moderna, que cresce impulsionada pelos grandes investimentos, e a economia doméstica, ainda pouco produtiva, onde vive e trabalha a maioria dos moçambicanos.
Esta visão foi partilhada esta manhã, em Maputo, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, na cerimónia de abertura da Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique.
“O nosso desafio é assegurar que o dinamismo dos grandes projectos impulsione igualmente agricultura comercial, a indústria nacional, o turismo, as pequenas e médias empresas e a criação de emprego em todo o território nacional. Dito por outras palavras, precisamos de diversificar cada vez mais a nossa economia”, destacou Chapo.
O encontro avalia as transformações ocorridas entre 2000 e 2025 e produzirá a visão para os próximos 25 anos.
Foto: F. Matsinhe