Parte dos partidos políticos da oposição concorrente não concorda com os resultados proclamados pelo CC, considerando que o processo foi manchado por diversas irregularidades.
Geraldo Carvalho, mandatário da Renamo, afirma que os dados anunciados não correspondem à verdade eleitoral e são uma transgressão à democracia por não expressarem a realidade e contrariarem a vontade do povo. Sílvia Cheia, mandatária do MDM, alega que as eleições não foram justas.
Referiu que, atendendo as questões levantadas relativamente às discrepâncias dos números e enchimentos de urnas, esperava que o CC anulasse o escrutínio. Verónica Macamo, mandatária da Frelimo, prometeu que o partido e o seu candidato vão honrar o voto dos moçambicanos com muito trabalho, de modo a responder às principais preocupações e anseios dos moçambicanos no próximo ciclo de governação.
Entretanto, Lúcia Ribeiro disse que o CC tem a convicção de que as irregularidades verificadas no decurso do processo eleitoral não influenciaram substancialmente nos resultados das eleições realizadas em todo o território nacional e na diáspora.