O secretário de Estado no Niassa, Silva Livone, admite a possibilidade de recorrer à força da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) na monitorização da comercialização da gasolina em locais impróprios e reposição da ordem nos estabelecimentos formais de abastecimento.
O responsável aponta fragilidades no seio do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM), assim como na delegação da Inspecção-Geral dos Recursos Minerais e Energia (IGREME). Segundo Livone, estas duas entidades não estão a cumprir com as suas orientações no combate ao contrabando de combustíveis.
O chefe do Conselho dos Serviços de Representação de Estado, que falava em Lichinga, durante a visita efectuada à delegação da Petróleos de Moçambique (PETROMOC), referiu que estas acções visam permitir que esta instituição disponibilize os combustíveis ao mercado para que as bombas abasteçam em simultâneo e plenamente.