A criança africana deve crescer com acesso à educação, saúde, protecção, alimentação, água potável e saneamento, cabendo às famílias, instituições e à sociedade a responsabilidade de garantir estes direitos fundamentais para o seu desenvolvimento e bem-estar.
A posição foi defendida ontem pela esposa do secretário de Estado da Cidade de Maputo, Sheila Imede, durante as celebrações do Dia da Criança Africana. Segundo a responsável, a efeméride constitui um momento de reflexão sobre os direitos da criança e sobre a necessidade de assegurar melhores condições para o seu crescimento.
Na mesma ocasião, o director dos Serviços dos Assuntos Sociais, Élio Mudender, referiu que a celebração marcou o encerramento da quinzena da criança, período durante o qual foram realizadas actividades educativas e culturais de sensibilização.
Por sua vez, o presidente do Parlamento Infantil da KaTembe, Kishk Samade, apelou ao cumprimento efectivo dos direitos da criança, destacando desafios como o trabalho infantil, uniões prematuras, violência e dificuldades de acesso a serviços básicos.