Mais de 104 mil unidades de sangue foram colhidas em todo o país, no ano passado, na sua maioria em dadores de reposição, nomeadamente familiares de pacientes que se encontravam nas unidades sanitárias a precisar de tratamento.
De acordo com o Serviço Nacional de Sangue (SENASA), em 2023 as unidades sanitárias responderam a cerca de 100 mil pedidos de sangue em todo o país para efeitos de transfusão, procedimento que contribui para a restauração da saúde dos doentes com várias enfermidades.
Dina Ibrahimo, directora nacional adjunta do SENASA, explicou que, neste momento, do total das doações de sangue, 48 por cento são feitos por voluntários, quando o desejável seria de 100 por cento por dadores espontâneos.