O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem à Comunicação Social moçambicana por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que hoje (3 de Maio) se assinala, reiterando o compromisso do Governo com a promoção, defesa e consolidação da liberdade transformações tecnológicas aceleradas e desafios crescentes à segurança dos profissionais do sector.
Este ano, a celebração decorre sob o lema “Moldando um Futuro em Paz”, que, segundo o estadista, destaca a necessidade de salvaguardar o exercício do jornalismo como elemento essencial para a promoção da convivência pacífica, num quadro mundial caracterizado por sérias ameaças à paz e crescentes incertezas.
A mensagem do Presidente da República enaltece, por conseguinte, o papel dos jornalistas moçambicanos, reconhecendo o seu contributo na consolidação do Estado de Direito Democrático, que tem na paz e no pluralismo de expressão alguns dos seus vectores, muitas vezes em contextos adversos que exigem coragem, ética e sentido de responsabilidade.
O Chefe do Estado moçambicano ressalta que a liberdade de imprensa, associada à liberdade de expressão e ao direito à informação, constitui um direito fundamental consagrado na Constituição, acrescentando que “promover e proteger a liberdade de imprensa é defender a paz, a fraternidade, a solidariedade, a democracia, o amor ao próximo e o respeito à diferença”.
Daniel Chapo termina renovando o compromisso do Governo em continuar a criar condições para o exercício livre, responsável e seguro da actividade jornalística, promovendo um ambiente de respeito pelos direitos, liberdades e garantias fundamentais de todos os moçambicanos, incluindo os jornalistas.
[13:27, 03/05/2026] Paulo da Conceição: Morreu jornalista Marisa Baina
Morreu esta manhã, no Hospital Provincial de Lichinga, na província do Niassa, a jornalista e locutora da Rádio Moçambique (RM), Marisa Agostinho Baiana, vítima de doença.
Segundo apurou o “Notícias Online”, Marisa Baiana perdeu a vida após ter sido submetida a uma intervenção cirúrgica por cesariana, não tendo resistido a complicações subsequentes.
A finada era uma profissional reconhecida pela sua dedicação e profissionalismo no exercício da actividade jornalística, sobretudo na locução radiofónica e desporto.
A sua morte deixa consternados colegas de profissão, familiares e ouvintes, que viam em Marisa Baiana uma voz activa e comprometida com a informação e o desenvolvimento da comunidade.