LEBOMBO DO LADO SUL-AFRICANO: Energia condiciona fluxo migratório

WALTER MBENHANE

CORTES sistemáticos de electricidade no posto de fronteira do Lebombo, do lado da África do Sul, estão a comprometer a celeridade que se pretende imprimir no movimento de pessoas e bens a partir da fronteira de Ressano Garcia, província de Maputo.
O “Notícias” constatou ontem que devido ao problema, os viajantes chegam a ficar longas horas à espera de atendimento, na parte sul-africana, com a agravante de serem submetidos a novas formalidades do lado moçambicano.
Entretanto, em Moçambique o atendimento é flexível, porque as autoridades reforçaram, atempadamente, o posto fronteiriço em recursos humanos e material informático.
Marta Maurício, viajante com destino à Gaza, disse que chegou a Lebombo cerca das 7.00 horas, mas só foi atendida por volta das 11.00.
Outro cidadão interpelado pelo “Notícias” é Januário Bila, que acrescentou que do lado sul-africano há longas filas devido à oscilação do sistema, o que leva as pessoas a perderem muito tempo.

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