Cerca de cinco mil trabalhadores de empresas prestadoras de serviços, no distrito de Boane, província de Maputo, aguardam por indeminizações na sequência do encerramento da Mozal, a maior indústria de fundição de alumínio no país.
Os trabalhadores em causa estão filiados a cerca de 20 empresas que prestavam serviços à Mozal.
O secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica, Metalomecânica e Energia, Américo Macamo, explicou que algumas empresas ainda não têm acordos com a massa laboral para proceder as indeminizações.
A Mozal encerrou completamente as suas instalações, em Março último, na sequência da incapacidade da empresa em fazer face aos custos de produção. (RM)