Povo Turkana sofreu alterações genética para sobreviver numa das zonas áridas de África

Um estudo publicado pela revista Science indica que o povo Turkana, do norte do Quénia, desenvolveu adaptações genéticas que permitem viver em uma das regiões mais áridas do planeta.
A pesquisa foi desenvolvida por cientistas africanos e americanos, que analisaram 367 genomas completos e identificou mais de 7 milhões de variantes genéticas.
A região habitada pelo povo Turkana é caracterizada por calor extremo, escassez de água e vegetação limitada, o que originou adaptações genéticas na população, para sobreviver às condições adversas.
O estudo pioneiro revela como a selecção natural há 5 mil anos preparou a comunidade Turkana, do Quénia, para prosperar em uma região pouco favorável à sobrevivência humana.

Foto: Unsplash/ Regarn Hope

Leia mais…

Related posts

ECOS DO EFC 133: EMERSON PEDRO UM DOS QUATRO MELHORES

Manica quer maior abrangência dos projectos da BVM

Missão do Banco Mundial avalia obras na Zambézia