Escuridão que alimenta a violência

ALBERTO ZUZE

A FALTA de iluminação pública na periferia da cidade de Maputo condiciona a circulação de pessoas que, por causa da escuridão, não conseguem ver os obstáculos existentes nas ruas. Pior do que isso, os malfeitores aproveitam-se da falta de iluminação pública para realizar as suas acções maléficas.

Andar sozinho em bairros como Polana-Caniço, Maxaquene, Mafalala, Chamanculo, entre outros, não se difere de entregar-se aos amigos do alheio.

São assaltos, agressões físicas ou sexuais e até homicídios que se repetem vezes sem conta e que deixam em pânico muita gente, sobretudo estudantes e trabalhadores que regressam à casa no período da noite. Aliada à falta de iluminação, boa parte das ruas não tem patrulhamento policial.

Por causa desta situação, alguns munícipes desistiram de estudar para tentar salvar a sua vida, embora o futuro de quem não tem formação seja mais tenebroso.

Neste contexto, os nossos entrevistados apelam a quem de direito para colocar candeeiros nos postes e substituir os que fundiram, de modo a criar melhores condições de visibilidade.

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