Profissionais de saúde em serviços mínimos

Os profissionais de Saúde que ontem paralisaram as actividades reivindicando o pagamento do décimo terceiro salário, retomaram hoje o trabalho, mas limitando-se à prestação de serviços mínimos.

No Hospital Central de Maputo (HCM), onde os profissionais concentraram-se defronte do edifício dos Serviços de Urgência, o dia foi marcado por um fluxo intenso de pacientes. Formaram-se longas filas, resultando em atrasos no atendimento aos utentes.

Segundo um funcionário que preferiu não ser identificado, a greve prosseguirá, mas salvaguardando os serviços mínimos, com apenas um profissional por sector. Nos centros de saúde de Mavalane e 1.º de Maio, a situação é semelhante.

Pacientes sujeitam-se a longos períodos de espera por assistência.“Já estou na fila há mais de duas horas e até agora não fui atendido porque há poucos profissionais de saúde a trabalharem”, afirmou Anastácia Chirindza, residente no bairro de Maxaquene, na cidade de Maputo.

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