Mais de 2.200 raparigas retiradas de uniões prematuras

1.Pobreza, gravidezes precoces e uniões prematuras, entre os factores que minam o progresso da rapariga/ ©Arquivo

Pelo menos 2.259 raparigas vítimas de uniões prematuras foram reintegradas ao convívio familiar desde 2020 depois de estarem envolvidas em uniões prematuras, fruto de trabalhos levados à cabo pelo governo e parceiros no quadro dos programas de acção social.
Este dados foram avançados pela ministra do Género, Criança e Acção Social, Nyelete Mondlane, indicando que 1.297 menores foram reintegradas nas escolas, incluindo no ensino técnico e profissional. Realçou o apoio multiforme a 591.903 crianças em situação de vulnerabilidade com a provisão de pelo menos três dos sete serviços sociais básicos definidos pelos padrões mínimos de atendimento à criança, nomeadamente alimentação, apoio psicossocial, habitação, saúde, educação, protecção e fortalecimento económico.
Nyelete Mondlane destacou a reunificação de um total de 6.901 crianças nas famílias, das quais 4.642 viviam nos centros de acolhimento. Reafirmou ainda o compromisso do governo de continuar a prevenir e combater a mendicidade, tendo sido reintegradas na família e assistidas na comunidade 1.956 pessoas idosas praticantes da mendicidade.

Leia mais…

Related posts

Mais de quatro mil famílias afectadas pelas inundações recebem arroz

País trabalha para repatriar moçambicanos na RCA

Futuro Código de Estrada contempla videovigilância