Mais de mil polícias passaram à reserva

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UM total de 1117 membros da Polícia da República de Moçambique passou à reserva, na sexta-feira, em todo o território nacional.
Trata-se de oficiais comissários, superintendentes e inspectores contemplados para a passagem à reserva na efectividade, depois de terem cumprido, com responsabilidade, a missão de garantir a ordem e segurança públicas no pais.
Segundo Bernardino Rafael, comandante-geral que dirigiu as cerimónias centrais, no quartel da Unidade de Intervenção Rápida, na cidade de Maputo, o acto segue-se ao processo iniciado há cinco anos, com a reformulação dos cadernos de passagem à reserva, que introduz novos indicadores.
“Os instrumentos legais indicam que os membros da PRM, neste caso os comissários com 60 anos, passem à situação de reserva em efectividade. Os oficiais superiores com 58 anos passam à reserva e os subalternos ou inspectores com 56 anos e 50 anos para os sargentos e guardas. Наvendo necessidade podemos chamá-los para responderem a tarefas concretas”, explicou o comandante-geral.
Sublinhou que como já se tinha identificado a necessidade de a corporação seguir esta dinâmica, procedeu-se ao levantamento dos cadernos para este processo.
“É mais um ritual. Quando fazemos o juramento à bandeira temos a certeza que vamos desenvolver na carreira e depois despedirmo-nos dos colegas para a passagem à reserva. Não é nenhuma acção discriminatória. É uma regra em todas as Forças de Defesa e Segurança que estamos a cumprir”, explicou Rafael, realçando estarem em demarche vários processos para resolver os problemas candentes na corporação.

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