Armando Guebuza diz que não se deve chorar Moisés Mandlate

O antigo Presidente da República Armando Guebuza considera que a melhor forma de homenagear um amigo mais velho (Moisés Mandlate) é falar dos seus feitos, “o que já foi feito pelas filhas, netos e banda Djambo”.
Guebuza, que falava no velório do músico moçambicano Moisés Mandlate, que está a acontecer no Paços do Município de Maputo, acrescentou que não se deve chorar um homem que deixou uma grande obra, que permanecerá para sempre em Moçambique e no mundo.
Explicou ainda ter conhecido Moisés Mandlate nos meados da década de 1950/60 e sempre o considerou um dos grandes e mais antigos promotores da música moçambicana desde o tempo colonial.
“Já imaginaram a coragem de criar o Djambo, uma orquestra e não o bar. Uma banda de negros. Infelizmente, às vezes nos esquecemos e pensamos que naqueles tempos a vida era melhor, mas era tão difícil”, disse, em jeito de provocação.
“Aos familiares digo: Moisés foi um herói, não chorem porque deixou uma grande obra que já não é apenas vossa, mas de todos moçambicanos e do mundo”.
Recordou-se de Mandlate ter tido a coragem de formar o Djambo, um grupo formado por negros.

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